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20.5.10

Em caso de agarranço...

Esta próxima malha é dedicada àquele blog da Margem Sul que está fresquinho no pedaço mas que já anda a fazer ondas nesta poça rasa e fétida de jaguncice que é a blogosfera da cena scooterista clássica nacional (CSCN) barra vida, o OKesAgarrou. Sai um gráfico para a mesa do canto.

(inspirado em factos reais, realizado no Paint)

19.5.10

XVIII Automobilia


É já no próximo fim-de-semana o maior acontecimento para todos os entusiastas do ferro-velho clássico, a épica Automobilia em Aveiro! (site do CAAA) Assim como milhares de outros, planeio lá estar. Será que é desta que eu compro aquela chapa metálica com a GS?

+ Ver os amigos
- Preços malucos
+ Pavilhões e pavilhões de sucata deliciosa
- 4 euros para entrar
+ Ovos moles
- Bilheteira só abre junto com o portão e não 10 minutos antes para evitar stress e filas
+ Montes de carros e motas com classe
- Viagem longa para quem vem do Sul
+ Viagem curta para quem vem do Norte
- Muita gente nas horas de ponta
+ Variedade de expositores incluindo estrangeiros
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Soma muito positiva!

18.5.10

Avistamento de Carina

Em pleno coração da Invicta apanhei uma Carina descarada a mostrar-me o rabo. Não era exactamente um restauro de museu mas estava muito arranjadinha, com um aspecto honesto e deveras pilotável. Adorei a pala traseira "MC" - iniciais da Metalurgia Casal - que foi a única coisa a impedir-me de expelir o almoço violentamente por via oral quando vi o autocolante do raio do Crazy Frog na lateral. Por alguma razão tirei a foto de trás...


Já agora aproveito para me livrar desta foto que andava na net dum motor de Carina, e que demonstra a diferença entre o filtro de ar normal (cima) e o filtro "bexiga de porco" que veio nos primeiros exemplares (em baixo). Também interessante é a ilustração do filtro de ar primário (? sugestões de nome?) por cima do cilindro.




14.5.10

Exposição "Vespa, um culto!" - as fotos

Os Vespistas montaram uma exposição muita gira, nada de megalómano, mas com significativa representação de espécimes bem-restaurados, acompanhados por posters que relatavam o progresso da marca e a evolução dos seus modelos. Uma noite bem passada.







11.5.10

As plaquinhas Simotal

Conta a lenda que, há muito tempo atrás, as Heinkels eram importadas pela Simotal. Não faço ideia porque é que a senhora se chamava Simotal (acho que deve ser um nome Chileno ou Peruano ou algo do género), e muito menos porque é que insistia em marcar as Heinkels que vendia com uma plaquinha com o seu nome, geralmente na área adjacente ao guiador.



A malta das Heinkels adora estas plaquinhas e espumam-se todos com elas, de tal maneira que até as reproduzem para as adicionar aos seus restauros. No entanto, gostava de os ver a reproduzir esta! Ahah! Já não é tão fácil, pois não? Talvez se ligarem para o 776319 eles ainda tenham algumas plaquinhas NOS...

10.5.10

LML burnout fail

O Tunes já possui um historial de javardice em cima de LMLs, que inclui andar de bigode sem capacete, mas recentemente atingiu níveis de jaguncice notáveis e sem precedentes. Como o próprio bem apontou, a coisa teria corrido melhor com os pneus originais de nylon. E um barrotezito da Malossi também ajudaria, digo eu. Convosco, o primeiro burnout do mundo numa LML 4T.



7.5.10

Ibero, da pics





As minhas fotos estão aqui, ou aqui [Edit: links do Flickr estão mortos] em esplendoroso slide-show de ecrã inteiro com fundo negro. Para a verdadeira sobrecarga de informação visual chequem mais fotos do Sérgio aqui, do Gonçalo aqui, do Rogi aqui, e do Barlavento aqui.

6.5.10

Exposição "Vespa, um culto!"

Os Vespistas do Norte convidam e eu conto estar lá. Inauguração amanhã!
É já amanhã, sexta-feira, dia 7 de Maio, pelas 21h30, que inaugura a exposição: Vespa, um culto! que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Valongo, a Vespa Garage e os Vespistas do Norte!

Por se tratar de uma iniciativa do clube, porque vai ter vespas e merchandising muito interessante e porque vai ser mais uma oportunidade de convívio, convidamos todos a aparecerem!!!


5.5.10

O casaquinho da moda


O Eduardo da OMNI manda notícias sobre uma excelente alternativa ao belo do colete transformado em caderneta de cromos (BCTCC). A Pico Wear vai lançar uma linha de vestuário apontada aos Vespistas, e o primeiro produto a sair para a rua é o casaco "Scoot", disponível em edições limitadas de várias cores e desenhos, em modelos de homem ou mulher.

E aqui está a parte com piada: os ménes podem fazer uma série limitada exclusiva para qualquer Vespa Clube que ache que o BCTCC já passou de moda! Alto estilo aparecerem todos com o casaquinho da moda a combinar! Se estiverem interessados em apenas um ou dois casacos com um grafismo especial também se fazem, a um preço "nada de outro mundo". Podeis pedir orçamentos para bibabiana(at)hotmail.com, e digam que foi o Bob que vos mandou.

Os locais de venda são a loja Pico no Campera Outlet (Sul), a loja Pico no Nassica Outlet (Vila do Conde) e a loja OMNI da Póvoa de Varzim, se bem que no futuro devam aparecer em muitas outras lojas OMNI. O preço fixola é 49.90 euros por um casaco fabricado em Portugal, por Vespistas para Vespistas. Sai um XL para o blog do canto.

28.4.10

Fui!

Quando lerem isto deverei estar a caminho da cidade-onde-é-obrigatório-tirar-o-capacete-para-abastecer, ponto de paragem intermédio para socializações Vespistas no caminho do Ibero. É sempre uma aventura fazer os 330 quilómetros até à Capital, apesar das várias ocasiões em que a PX os percorreu no passado. Conto tirar muitas fotos e não as perder num colapso do disco duro, como da última vez. Vemo-nos em Albufeira ou quando voltar!

27.4.10

Biclas nas scootas III

A Horta continua a perseguir uma das suas mais estranhas vocações que é procurar os raros casos de sobreposição física entre scooters e bicicletas. A ocorrência mais recente (bem, na realidade é mais anos 70...) ilustra uma Lambe-greta a entregar quadros de bicicleta nos Estados Unidos. A situação adopta um nível superior de bizarria quando reparamos que se trata duma SX200 - modelo dos mais caros e coleccionáveis - acessorizado com punhos de estafeta e entrada de ar rátátá. Freakin' weird, man...


Foto via BikeRumor (grande)

26.4.10

Movimento Alternativo 2010

O Movimento Alternativo de 2010 foi top! Apareceram umas 60 bicicletas de vários pontos do país, incluindo Lisboa. "Muscle bikes", cruisers, choppers, fixies, BMXs old-schol, pinturas de origem com ferrugem e customizações maradas, estava lá tudo.

O dia solarengo veio com uma brisa refrescante incluída para tornar a viagem confortável. Do Parque da Cidade à Ribeira e vice-versa todos os transeuntes que aproveitavam o feriado para passear foram surpreendidos com a divertida caravana. "Olha para aquela", "tive uma igualzinha quando era criança" e "que bicicleta mais louca" foram algumas das expressões ouvidas. Para o ano o dia 25 de Abril fica novamente reservado. Pedal power!




Mais fotos aqui ou aqui em slideshow. [Edit: links do Flickr estão mortos]

23.4.10

A avaria misteriosa

Pergunta: Qual é a avaria que faz o motor desligar-se em andamento, com faísca boa, voltando subitamente a trabalhar sem problemas 30 segundos depois de pararmos na berma da estrada apenas para voltar a morrer dois quilómetros à frente repetindo-se o ciclo interminavelmente? (dica: soprar os giglers e esguichar WD40 nas cenas eléctricas não fez nada)

Resposta: Furinho de ventilação da tampa do depósito entupido.


Pergunta: Qual é a pior altura para sofrer um furinho de ventilação da tampa do depósito entupido? (FVTDE)

Resposta: À vinda da Serra da Estrela quando
  • a noite acaba de cair,
  • está a chover forte e feio levando-nos a desconfiar de humidade no sistema eléctrico,
  • nunca nos aconteceu um FVTDE, possibilidade essa que só surgiria na nossa mente no dia seguinte num daqueles momentos "hahá",
  • ainda faltam 80 quilómetros de estrada nacional escura e fria, que seria percorrida dois quilómetros de cada vez. (abençoado colete reflector da Regularidade!)
O moral da história: se o vosso motor se desligar misteriosamente a intervalos regulares, não se ponham a desmontar o carburador/ignição apressadamente. Experimentem primeiro dar uma voltinha com a tampa do depósito aberta - nível baixo de gota no depósito aconselhado. Se o problema desaparecer, já sabem que umas sopradelas enérgicas são tudo o que vos separa da felicidade (Sprinters e tais também possuem furinho de ventilação). Bob dixit.

22.4.10

Forqueta "springer"

Os verdadeiros projectos são feitos com a máquina de soldar, não com a rebarbadora. Podem dizer que eu disse isso.




20.4.10

PK decora café

Em continuação da posta das Vespas no Google Maps, podemos agora adicionar mais um avistamento duma Vespa a servir funções de decoração/chamariz de atenção à beira da estrada. A localização é Rogil e, como a carripana do Google ainda não passou por sítios tão ermos, a foto aparece-nos cortesia dos colegas do Gosto de Scooters.


19.4.10

Vespa de trabalho

Aqui no Porto há uma farmácia que utiliza uma Vespa moderna para realizar as suas entregas urgentes. Já a tinha visto várias vezes mas sem a conseguir apanhar em foto. Tem algumas feridas de guerra visíveis o que não a impede de zumbir alegremente o dia inteiro. Acho que vou encomendar umas vitaminas...



15.4.10

Capacete Nexx XR1R - primeiras impressões

Os colegas simpáticos da Nexx enviaram-me um dos seus modelos novos, o XR1R, para eu testar. Fiquei bastante impressionado com a dedicação desta firma nacional à qualidade e à inovação quando os visitei, e desconfio que todos aqueles que experimentarem o XR1R (ou XR1.R, como também parece ser chamado) ficarão com a mesma opinião.



ASPECTO E PESO
A minha primeira impressão do XR1R foi quando peguei no caixote que o cavalheiro da transportadora me entregou, e jurei a pés juntos que era impossível que contivesse um capacete, tão diminuto era o seu peso! O Nexx acusou 1350 gramas na minha balança (tamanho L - os tamanhos inferiores deverão pesar 1300 gramas) contra 1610 gramas do meu velho CMS GP4.

Este peso baixíssimo é uma grande vantagem do modelo e provém, em grande parte, da construção "Tri-Composite" da carcaça que reúne carbono, fibra de vidro e kevlar para aumentar a capacidade de absorção de choques e a resistência, bem como diminuir o peso de modo notório.

Quanto ao aspecto, sempre fui preconceituoso contra o design moderno - se fosse por mim, viveríamos todos nos anos 60. No entanto o XR1R consegue agradar-me com um aspecto fresco e moderno mas sem parecer um crânio alienígena radioactivo.

O fecho do capacete é do tipo anel duplo, como normalmente se usa em competição. Este tipo de fecho é considerado como mais seguro que o sistema de fivela que sempre usei mas menos prático pois demora algum tempo a fechar, especialmente com luvas calçadas. Algum treino deverá minorar este inconveniente.


QUALIDADE
A pintura é simplesmente perfeita e os acabamentos são excelentes nos sítios à mostra. Só nos recantos escondidos é que se encontram coisas como manchas de cola. A lista de características é extensa e inclui itens interessantes como porções de material reflector na zona visível do estofo e uma pequena aba que tranca a viseira na posição fechada.

Os sistemas de abertura da viseira de 2mm de espessura e das entradas de ar são realizados em plástico, com um funcionamento simples; veremos se surgem problemas de durabilidade. O forro é facilmente removível para ser lavado o que facilita muito a vida em comparação com capacetes de forro fixo.


CONFORTO
O XR1R é muito silencioso e tem soberba visibilidade - não se conseguem ver as arestas da abertura frontal em andamento. O argumento mais forte ao nível do conforto é o "Ergo Padding System", basicamente um kit de esponjas de 2 e 4 milímetros de espessura, que podem ser colocadas por baixo do forro individualmente para afinar o "encaixe" do capacete na nossa cabeça. É um autêntico Ovo de Colombo que não se vê nem em capacetes mais caros.

Existem duas entradas de ar no topo e mais uma no queixo, ajustáveis, e quatro saídas. A ventilação parece boa mas ainda não apanhei uma valente caloraça para o comprovar. Também reservo a minha avaliação do conforto geral porque estou a ter alguma dificuldade em adaptar-me a um capacete novo e justo depois de ter passado os últimos 2 anos com um penico completamente "açapado" e cheio de folga. Posso relatar com confiança, no entanto, que existe amplo espaço para usar óculos.


O preço recomendado do Nexx XR1R "Plain" (cor única, como este) é de 219.99 euros, mas desconfio que o preço real nas lojas será inferior - procurem um pouco e serão recompensados. Existem ainda outras versões do XR1R com decorações variadas a 249.99 euros, que elevam o número total de combinações de tonalidade e grafismo para 400 ziliões. Só os mais picuinhas é que não conseguirão encontrar um XR1R de que gostem! Existe ainda uma versão em carbono com um peso de 1200 gramas e forro Coolmax, se estiverem interessados em gastar 349.99 euros.

Este foi um primeiro contacto com o Nexx XR1R. Assim que tiver feito um número decente de quilómetros com o meu novo protector craniano, apresentarei um relatório mais aprofundado.

14.4.10

Novo portal Mota Clássica

"Já foi lançado o mais recente portal online dedicado às motos clássicas. Chama-se MOTA CLÁSSICA e promete ser um espaço de compartilha de informação. Se é um apaixonado pelas motas antigas, aproveite e compartilhe as suas ideias, fotografias, videos [sic], eventos, entre outros artigos que considere interessantes – o registo é GRÁTIS !"


É verdade, acabou de aparecer um site novo que parece querer juntar fotos, vídeos, classificados grátis e artigos submetidos pelos utilizadores. Como o terreno das motas clássicas é extremamente fértil, não duvido que este portal vá ter um mínimo de sucesso. Por outro lado, o conteúdo inicial parece ser bastante aleatório e consistir em material "emprestado" da internet. Se estiverem a contar apenas com material submetido pelos utilizadores, temo que a qualidade não vá subir.

Não consigo deixar de pensar que este site é apenas uma estratégia desta empresa para publicitar os veículos do tipo chinês que importam (scooters, quads, buggys, mini-motas...) mas não há nada de errado nisso se a comunidade das motas clássicas obtiver um recurso interessante e funcional. Dou-lhes o benefício da dúvida e desejo-lhes sorte.

13.4.10

Terça-feira tola

Depois da Horta ter analisado em pormenor a confrontação teórica entre a Vespa de madeira e a Lambretta de cartão, trazemos agora para vossa apreciação e deleite mental outro invulgar desafio entre estas duas marcas emblemáticas. Qual é a mais rápida? A bicicleta Vespa ou a bicicleta Lambretta? Fight!





Hoje também foi dia de almoçarada reunião séria do LICET onde se discutiram tais assuntos exotérmicos como motas Japonesas e material Touratech. Eu fiquei horrorizado com tais extraviados caminhos que os membros deste grupo dedicado à Lambretta decidiram percorrer, em veículos tão hereges como Transálpes, Bê-Émes e bicicletas com pneus Continental. Numa tentativa de resgatar tão distinta colectividade das garras da jaguncice, comprometi-me a colocar a DL na estrada até ao fim de Maio. Conseguirei fazê-lo em 49 dias? A resposta é ridiculamente óbvia, já que é idêntica à da pergunta "uma bicicleta Vespa tem mais barrote que uma bicicleta Lambretta"? Óbvia.