- Notar manchas de gordura no estrado da PX, ignorar
- Notar pequena poça de óleo por baixo da PX, ignorar
- Notar persistência da poça, investigar e descobrir que é óleo da mistura

- Coçar vigorosamente a cabeça face descoberta inédita de óleo da mistura no chão
- Decidir remover depósito para investigar
- Não fazer nada durante uma semana
- Remover banco
- Remover porta-couves
- Remover depósito
- Não descobrir nenhuma fuga óbvia mas apertar visor de óleo porque estava pouco apertado
- Montar depósito
- Montar porta-couves
- Montar banco
- Notar grande poça de óleo por baixo da Vespa

- Ficar frustrado e não fazer nada durante uma semana
- Perguntar ao Mexe se tem um depósito de óleo a mais
- Ir a casa do Mexe buscar o depósito
- Fazer planos para obter uma chave suficientemente comprida para chegar ao fundo do depósito de óleo
- Remover banco
- Remover porta-couves
- Remover depósito
- Esvaziar óleo

- Começar a esvaziar gasolina
- Desejar uma garagem maior
- Constatar que jerrican já está cheio com gota da Honda e que não há nenhum reservatório adequado para armazenar o resto do combustível, improvisar
- Não trocar o depósito pelo novo depois de descobrir que o visor do óleo foi instalado sem o-ring há 80.000 quilómetros atrás, por alguma razão

- Ignorar duas rachadelas minúsculas no visor do óleo
- Ir à loja comprar um o-ring
- Instalar o-ring
- Montar visor de óleo
- Desmontar visor de óleo quando duas rachadelas minúsculas se tornarem fendas canyonescas
- Regressar à loja para comprar um visor de óleo
- Montar visor de óleo novo
- Atestar parcialmente depósito de óleo para verificar fugas
- Montar depósito (inclui 10 minutos de pânico quando o tubo da gasolina se revelou estreito demais para enfiar na torneira de onde saiu)
- Montar porta-couves
- Montar banco
- Fazer planos para passar pelo Elefante Azul para tirar a gordura toda do escape e motor
- Ignorar planos do passo 38
- Enviar email ao Mexe para combinar devolução de depósito suplente não utilizado
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12.11.10
Derrame de óleo em 40 passos
4.12.09
Chez Mexe
Fui visitar os novos pousos daquela mítica personagem da cena scooterista nacional, o Mexe/ Paperino/ carteiro de Águas Santas, e fiquei agradavelmente surpreendido. O rapaz parece mais dócil e concentrado, e as suas instalações - ainda em processo de organização - revelam grande potencial. Várias montagens para "clientes" estavam em lista de espera e, mal estas estejam terminadas, será a vez de atacar os projectos pessoais sempre em constante mutação. Tenho a certeza que ouviremos falar deles quando estiverem na estrada.
6.8.08
do arquivo
Tenho andado um bocado por baixo, mas acho que sinto o meu bioritmo a normalizar-se. Assim sendo, eis que a Horta faz barulho e fumo novamente.
Há algum tempo atrás ressuscitei um scanner que estava enterrado num armário cá de casa, e obriguei-o a digitalizar negativos de 35mm*. Estiquei o braço para os arquivadores de fotos antigas no armário, peguei num à sorte, e saquei uma daquelas tirinhas com cheiro esquisito de maneira aleatória. A minha foto de teste acabou por ser esta, o Mexe a trocar um furo com a Ria de Aveiro por trás, no Verão de 2001, em plenas férias passadas em cima da Vespa. A Horta já vem do tempo em que as fotos ainda eram analógicas!
Há algum tempo atrás ressuscitei um scanner que estava enterrado num armário cá de casa, e obriguei-o a digitalizar negativos de 35mm*. Estiquei o braço para os arquivadores de fotos antigas no armário, peguei num à sorte, e saquei uma daquelas tirinhas com cheiro esquisito de maneira aleatória. A minha foto de teste acabou por ser esta, o Mexe a trocar um furo com a Ria de Aveiro por trás, no Verão de 2001, em plenas férias passadas em cima da Vespa. A Horta já vem do tempo em que as fotos ainda eram analógicas!
* Para os mais jovens que não sabem do que é que estou a falar, antigamente as máquinas fotográficas armazenavam a informação numas caixinhas que continham uma tira de plástico revestida a produtos químicos, com capacidade para 24 ou 36 fotos. Quando esgotada, a dita caixa era entregue numa loja que extraía a informação através de misteriosos processos químicos e ópticos, apresentando-a em papel brilhante de 10 por 15 após um período de 2 ou 3 dias. E se acham que isso é bizarro, esperem até eu vos dizer quantos canais de televisão é que existiam.
4.11.07
O relato do fim de semana
A Sexta-feira foi passada toda no FestivalBike, em Santarém, a fazer uns networkings no mundo das duas rodas de propulsão humana. Se tudo correr como previsto, consegui arranjar um dos empregos com mais pinta na história da Humanidade.
Cheguei a casa às 10 da noite e dirigi-me apressadamente para o Plano B, onde também compareceram o Mexe, o "mito" Jony, o Sam, o Chef, o Paulo Viana e o Professor X. Tão apressadamente, de facto, que me esqueci da máquina fotográfica. "The Poppers" subiram ao palco para, de novo, me deliciarem com uma hora de acordes que conseguiriam decapar e polir um quadro de Vespa. Potentes! O Professor X cobriu a rectaguarda mas só apreciei um pouco da sua arte. Foi mais xixi-cama.
No Sábado realizou-se uma mini-tertúlia mecânica nas Oficinas Paperino, onde foi possível apalpar as últimas ofertas das mais conceituadas lojas teutónicas de scooters, e realizar trocas mafiosas envolvendo escapes JL.
Hoje, Domigo, é altura de relax. O dia está tão lindo que vou desligar o PC e fazer um "cruise" de bicla na Marginal e na Foz. Catch you later!
Update: ao fim do dia encontrei-me com o Chef e o PV no Castelo do Queijo, respectivamente em Carina original e 50s putrefacta. Esta última apresentava uma banhoca de tinta recente. Lá estivemos a disparatar sobre a prova do Litro e sobre como obter peças de Carina. No fim, tiveram os dois que empurrar as máquinas para que pegassem, ahaha!
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