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12.11.10

Derrame de óleo em 40 passos

  1. Notar manchas de gordura no estrado da PX, ignorar
  2. Notar pequena poça de óleo por baixo da PX, ignorar
  3. Notar persistência da poça, investigar e descobrir que é óleo da mistura
    PX oil leak
  4. Coçar vigorosamente a cabeça face descoberta inédita de óleo da mistura no chão
  5. Decidir remover depósito para investigar
  6. Não fazer nada durante uma semana
  7. Remover banco
  8. Remover porta-couves
  9. Remover depósito
  10. Não descobrir nenhuma fuga óbvia mas apertar visor de óleo porque estava pouco apertado
  11. Montar depósito
  12. Montar porta-couves
  13. Montar banco
  14. Notar grande poça de óleo por baixo da Vespa
    PX oil leak
  15. Ficar frustrado e não fazer nada durante uma semana
  16. Perguntar ao Mexe se tem um depósito de óleo a mais
  17. Ir a casa do Mexe buscar o depósito
  18. Fazer planos para obter uma chave suficientemente comprida para chegar ao fundo do depósito de óleo
  19. Remover banco
  20. Remover porta-couves
  21. Remover depósito
  22. Esvaziar óleo
    PX oil leak
  23. Começar a esvaziar gasolina
  24. Desejar uma garagem maior
  25. Constatar que jerrican já está cheio com gota da Honda e que não há nenhum reservatório adequado para armazenar o resto do combustível, improvisar
  26. Não trocar o depósito pelo novo depois de descobrir que o visor do óleo foi instalado sem o-ring há 80.000 quilómetros atrás, por alguma razão
    PX oil leak
  27. Ignorar duas rachadelas minúsculas no visor do óleo
  28. Ir à loja comprar um o-ring
  29. Instalar o-ring
  30. Montar visor de óleo
  31. Desmontar visor de óleo quando duas rachadelas minúsculas se tornarem fendas canyonescas
  32. Regressar à loja para comprar um visor de óleo
  33. Montar visor de óleo novo
  34. Atestar parcialmente depósito de óleo para verificar fugas
  35. Montar depósito (inclui 10 minutos de pânico quando o tubo da gasolina se revelou estreito demais para enfiar na torneira de onde saiu)
  36. Montar porta-couves
  37. Montar banco
  38. Fazer planos para passar pelo Elefante Azul para tirar a gordura toda do escape e motor
  39. Ignorar planos do passo 38
  40. Enviar email ao Mexe  para combinar devolução de depósito suplente não utilizado

4.12.09

Chez Mexe



Fui visitar os novos pousos daquela mítica personagem da cena scooterista nacional, o Mexe/ Paperino/ carteiro de Águas Santas, e fiquei agradavelmente surpreendido. O rapaz parece mais dócil e concentrado, e as suas instalações - ainda em processo de organização - revelam grande potencial. Várias montagens para "clientes" estavam em lista de espera e, mal estas estejam terminadas, será a vez de atacar os projectos pessoais sempre em constante mutação. Tenho a certeza que ouviremos falar deles quando estiverem na estrada.

6.8.08

do arquivo

Tenho andado um bocado por baixo, mas acho que sinto o meu bioritmo a normalizar-se. Assim sendo, eis que a Horta faz barulho e fumo novamente.

Há algum tempo atrás ressuscitei um scanner que estava enterrado num armário cá de casa, e obriguei-o a digitalizar negativos de 35mm*. Estiquei o braço para os arquivadores de fotos antigas no armário, peguei num à sorte, e saquei uma daquelas tirinhas com cheiro esquisito de maneira aleatória. A minha foto de teste acabou por ser esta, o Mexe a trocar um furo com a Ria de Aveiro por trás, no Verão de 2001, em plenas férias passadas em cima da Vespa. A Horta já vem do tempo em que as fotos ainda eram analógicas!


* Para os mais jovens que não sabem do que é que estou a falar, antigamente as máquinas fotográficas armazenavam a informação numas caixinhas que continham uma tira de plástico revestida a produtos químicos, com capacidade para 24 ou 36 fotos. Quando esgotada, a dita caixa era entregue numa loja que extraía a informação através de misteriosos processos químicos e ópticos, apresentando-a em papel brilhante de 10 por 15 após um período de 2 ou 3 dias. E se acham que isso é bizarro, esperem até eu vos dizer quantos canais de televisão é que existiam.

4.11.07

O relato do fim de semana

A Sexta-feira foi passada toda no FestivalBike, em Santarém, a fazer uns networkings no mundo das duas rodas de propulsão humana. Se tudo correr como previsto, consegui arranjar um dos empregos com mais pinta na história da Humanidade.

Cheguei a casa às 10 da noite e dirigi-me apressadamente para o Plano B, onde também compareceram o Mexe, o "mito" Jony, o Sam, o Chef, o Paulo Viana e o Professor X. Tão apressadamente, de facto, que me esqueci da máquina fotográfica. "The Poppers" subiram ao palco para, de novo, me deliciarem com uma hora de acordes que conseguiriam decapar e polir um quadro de Vespa. Potentes! O Professor X cobriu a rectaguarda mas só apreciei um pouco da sua arte. Foi mais xixi-cama.


No Sábado realizou-se uma mini-tertúlia mecânica nas Oficinas Paperino, onde foi possível apalpar as últimas ofertas das mais conceituadas lojas teutónicas de scooters, e realizar trocas mafiosas envolvendo escapes JL.

Hoje, Domigo, é altura de relax. O dia está tão lindo que vou desligar o PC e fazer um "cruise" de bicla na Marginal e na Foz. Catch you later!

Update: ao fim do dia encontrei-me com o Chef e o PV no Castelo do Queijo, respectivamente em Carina original e 50s putrefacta. Esta última apresentava uma banhoca de tinta recente. Lá estivemos a disparatar sobre a prova do Litro e sobre como obter peças de Carina. No fim, tiveram os dois que empurrar as máquinas para que pegassem, ahaha!