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6.4.11

Novo casquilho de embraiagem Pinasco Clutch Slider

Já alguma vez foram a arrancar e a Vespa dá um salto para a frente acompanhado por um barulho kkkkkkrrrrrrrrr vindo do motor? Costumam ser esses os sintomas de um bronze da embraiagem com folga. Esse casquilho cilíndrico, digamo-lo com frontalidade, é uma peça de design bastante primitiva e a Pinasco decidiu corrigir a situação:




Fotos de Pinasco
O Pinasco Clutch Slider aparenta ser um simples rolamento de agulhas que substitui todos os bronzes de origem das embraiagens de 6 e 7 molas encontradas nas Vespas "large frame". Promete eliminar esse arranhar da embraiagem "porque as agulhas especiais encaixam nas superfícies de deslizamento de embraiagens muito gastas" (presumivelmente também funcionará em embraiagens só um bocadinho gastas), e  deverá suavizar os vossos arranques ao mesmo tempo que mantém a embraiagem de origem. Basta adicionar um destes dedais com rolamento da SIP, outra solução que elimina superfícies de fricção à la Revolução Industrial, e atingiremos o nível 17 de kitanço embraiónico.
Foto de Sip Scootershop
   

21.3.11

Tralha desnecessária

Grande parte do scooterismo clássico consiste em gastar dinheiro em tretas que não precisamos. Aqui está uma selecção de artigos que caem nessa classificação mas que eu eu não colocaria na pilha de coisas para re-oferecer no Natal seguinte se alguém mos oferecesse.


Body para bebé, tamanho 9 a 12 meses (outros tamanhos e gráficos deverão estar disponíveis, se pedirem). Na Joana das Vespas.


Bolsa de canvas Vespa disponível em duas cores, azul ou cinzento claro. 42€ na Loja 112.


Chaveiro com o formato da icónico gancho de bagagem Vespa. Vem numa caixinha pipi e tudo, por 13€59. Parece estar fora de stock (edit: de novo em stock), mas muitos outros artigos estão a postos na VintagePt.


Cesto porta-objectos para o avental, o bom velho 610344M. Excelente para levar o pão e montar faróis. Infelizmente não há em cromado, no Catálogo Vespa Vintage oficial.
    

24.1.11

Bob testa a Honda PCX 125

Na minha missão de descobrir o que é que o inimigo automático anda a fazer, tomei como alvo de reconhecimento a nova Honda PCX que parece andar a marcar muitos pontos no seu segmento. Não encontrarão aqui listas intermináveis de especificações, nem detalhadas análises técnicas, mas sim algumas observações resultantes de mais de 100 quilómetros efectuados num exemplar acabado de sair da caixa.

Honda PCX 125 test-drive

Começando com o aspecto, pode-se dizer que a Honda é bonita. É uma das raras scooters modernas que tolero, o que é uma recomendação elevadíssima! Parece maior do que é, mas mantendo-se visualmente leve. Apenas os pneus ligeiramente anoréxicos traem a sua verdadeira condição de oitavo-de-litro. O design fluido e as rodas tunning de 14 polegadas garantem que a PCX continuará atraente daqui a 10 anos; é verdadeiramente elegante em certos ângulos, e temo que as minhas fotos um pouco estouradas no branco não lhe façam justiça.

Honda PCX 125 test-drive

Depois dos primeiros metros hesitantes, a PCX revelou-se fácil e natural de pilotar. Graças ao choke automático, basta um toque no botão de arranque para estarmos a caminho de modo suave e silencioso: quase que não se ouve o barulho do motor e as vibrações são nulas.

Honda PCX 125 test-drive

O meu chassis sobredimensionado de metro e noventa coube sem grande drama no banco de baixa altura da Honda, mas gostaria de ter visto mais alguns centímetros de comprimento no banco e de largura no guiador para me sentir verdadeiramente em casa.

Não tive oportunidade de verificar o consumo alegadamente frugal - na casa dos dois litros baixos, segundo a publicidade - do propulsor de desenho recente injectado elecronicamente. Uma pequena ajuda ao baixo consumo é dada pelo vanguardista sistema Stop&Go que desliga o motor ao fim de alguns segundos de ralenti, ligando-o novamente de modo praticamente instantâneo quando se actua o acelerador.

Honda PCX 125 test-drive

É mesmo relaxante estar parado no semáforo com o motor desligado e, quando a luz fica verde, bastar girar o acelerador para se sair lançado. A PCX tem um excelente "disparo" e chega aos 50km/h em 3 segundos partindo com o motor parado. É como um lançamento de foguetão, eu podia passar o dia inteiro a fazer aquilo sem me cansar!

O sistema Stop&Go não entra em acção se o motor ainda estiver frio, e um sensor de peso no banco impede o motor de voltar à vida se não houver condutor sentado. Uma luz amarela intermitente avisa-nos que o sistema está actuado e um interruptor no punho direito permite desligá-lo, se preferirmos o funcionamento contínuo.

Honda PCX 125 test-drive

A partir dos 50 o motor começa a perder fôlego mas, mesmo assim, os triplos dígitos são alcançados sem grande problema. Não me posso pronunciar sobre a velocidade máxima pois a minha religão impede-me de puxar por um motor tão jovem - peguei no meu exemplar de teste com apenas 23 kms no mostrador. Pareceu-me que não tinha muito mais para dar a Leste dos 100 (posso estar enganado, com a minha mão de acelerador tímida e o motor novo), mas senti-me perfeitamente à vontade no meio do trânsito da auto-estrada.

Honda PCX 125 test-drive

Já que falei de auto-estrada, a PCX é bastante mais estável com ventos laterais que a Vespa PX. Fiquei surpreendido quando dei pelos meus joelhos a abanarem de um lado para o outro por força do vento e a scooter sempre direita, sem se mexer apreciavelmente.

Honda PCX 125 test-drive

O painel de instrumentos é básico, seguindo a filosofia simples e funcional desta 125. O odómetro e o indicador do nível de gota são digitais, e há uma luz avisadora da temperatura e outra do nível de óleo. Nesta zona também encontramos algum cromado mas, misericordiosamente, é pouco.

Honda PCX 125 test-drive

A qualidade de construção pareceu-me adequada (a PCX é fabricada na Tailândia), com apenas alguns pontos a terem uma sensação bastante plástica. Mas, ei!, isso é de esperar numa scooter económica que é feita de plástico. Por baixo do banco há lugar para um capacete integral e 3 litros de leite, e encontra-se ainda uma pequena cavidade sem tranca no "tablier" para telemóveis e coisas tais.

Honda PCX 125 test-drive

Curiosidade: o radiador está integrado no motor, e o motor de arranque serve função dupla como alternador, assim que o motor entra em funcionamento.

A PCX tem uma grande nódoa, no entanto. A suspensão traseira é muito seca e transmite vibrações e pancadas às costas de modo desagradável sempre que o piso deixa de ser liso. Não sei se o problema reside na qualidade dos dois amortecedores ou no reduzido curso traseiro de 75mm, mas fiquei desiludido. Saltei directamente da Honda para a minha PX e esta última não me pareceu mais desconfortável que a PCX, que é algumas décadas mais recente e possui rodas maiores.

Honda PCX 125 test-drive

As cores disponíveis são o branco pérola, o cinzento metalizado e o preto, sempre com o banco e os plásticos em preto. Os bancos e plásticos em castanho, que ficam lindos com a cor branca, não virão para Portugal. Há acessórios; vi uma com um vidro dianteiro grande e um top-case que lhe ficavam muito bem, davam-lhe "corpo".

Finalmente chegamos ao preço. Quanto estão habituados a pagar por uma scooter de qualidade Japonesa ou Europeia? Certamente muito mais que os 2550 euros com desconto incluído que vos pede a Mototur, chaves na mão. Este preço chega até a concorrer com muitos produtos originários da China e da Coreia que não possuem nem de longe a reputação do gigante nipónico. Bom e barato, quem diria!

Honda PCX 125 test-drive

Apesar de ter 4 mudanças a menos e 2 tempos a mais, eu recomendaria sem dúvida a Honda PCX a um amigo, com apenas uma hesitação. Se andarem muito em piso mau, experimentem-na antes de comprar para aferirem a compatibilidade da vossa espinha com a suspensão traseira da PCX. Não possui muitos gadgets para brincar mas acerta nos alvos todos: aspecto, qualidade, motor e preço. O inimigo é forte.

Honda PCX 125 test-drive

Deixo aqui um agradecimento especial ao Hélder da Mototur por ter possibilitado este test-drive. Localizada em Gaia, a poucos minutos do Porto, a Mototur merece uma visita para consultarem as vossas necessidades motociclísticas.
       

21.1.11

Bob testa uma Honda PCX

Porquê testar uma scooter moderna num blog orientado para os modelos clássicos? Bem, a resposta curta é que era grátis.

Honda PCX125 test-drive
Avintes é a Riviera do Norte de Portugal

A resposta comprida é que já arruinei a minha vida em 2008 e já, e além disso será bom treino para um test-drive super-mega-hiper-especial que vou fazer a médio prazo, se tudo correr como planeado. A Honda PCX tem feito ondas no charco das aceleras 125 graças à sua aparência moderna, motor de consumo frugal e preço extremamente simpático. É a candidata ideal para avaliar as forças do inimigo continuamente variável.

Honda PCX125 test-drive
Os motores a 4 tempos precisam de rodagem?...

Assim, não foi sem uma pequena dose de trepidação que ontem me desloquei à Mototur em Gaia e assentei o meu firme e escultural rabo numa Honda PCX125 com apenas 23.2 kms no mostrador, e me fiz à estrada. com uma máquina fotográfica sem cartão de memória e duas baterias descarregadas (duh!). O que aconteceu a seguir poderão lê-lo na Segunda-feira.
    

19.1.11

Colecção Vespa by anabanana

anabanana

À procura de alguns objectos de design com o tema Vespa para decorar a casa? Permitam-me sugerir a Colecção Vespa da anabanana, uma marca nacional, made in Portugal e socialmente responsável. Os mais atentos poderão lembrar-se de os ver no Vespa Wold Days.

Os artigos oferecidos incluem sacos, almofadas, bolsas, sacos do pão e individuais de mesa. Podem espreitá-los aqui ou apalpá-los no espaço Muuda, distribuidor em exclusivo no Porto, e na Galeria Iznogud. (meu, já não tinha uma posta assim tão chique há muuuito tempo)
     

13.1.11

GoPro Hero

Resolução de Ano Novo: usar mais a minha câmara GoPro. Uma das poucas vezes em que foi usada aqui (cliquem na opção 480p para mais qualidade).

P1230971

22.12.10

Casaco Armadillo Travis B M65

Se não conhecem o nome Armadillo, permitam-me rectificar essa falha. A Armadillo Scooterwear é uma companhia jovem e estilosa que se dedica exclusivamente a produzir roupa e acessórios para andarmos de scooter confortáveis, protegidos, e sem parecermos um Power Ranger.

A nova colecção para o Inverno de 2010/11 já rola e uma das apostas fortes é o casaco Travis B M65, novidade fresquinha. Este casaco recebe o seu nome da personagem de Robert De Niro no filme Taxi Driver, Travis Bickle, e inspira-se no casaco militar Norte-americano M65 muito usado durante a guerra do Vietname.

O site da Armadillo não parece ainda ter sido actualizado mas deixo-vos os pontos altos (mais pormenores aqui): construção exterior de nylon, impermeável e respirável, quatro bolsos exteriores, inserções reflectoras 3M discretas, ajuste de cintura, bolso para leitor de MP3, e protecções removíveis nos cotovelos e ombros (também há um bolso para uma protecção de costas, se assim o desejarmos). Estas protecções são em espuma "d3o" que eu já conheço das bicicletas; no seu estado normal são moles e confortáveis mas, quando sujeitas à pressão de uma pancada, ficam instantaneamente rígidas e borrachosas absorvendo a pancada. Hi-tec!

armadillo-scooterwear-travis-b-m65-jacket-bzoom

O casaco Travis B tem ainda outro truque na manga (piada seca, peço desculpa): o quente forro pode ser removido e usado como um casaco separado! Temos, assim, uma peça de vestuário versátil que a marca classifica como apropriada para usar o ano inteiro, qualquer que seja a meteorologia. Em Portugal só encontrarão este casaco na OldScooter, a um preço de 179€. Podem ver as restantes novidades da Armadillo neste vídeo, onde o Travis B aparece logo no início.