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2.5.17

Há 15 anos: passeio a Baltar

Este não foi um passeio organizado, apenas um grupo de amigos a aproveitar um feriado. A minha PX tinha uma pintura recente e as Sprint do Pimenta e do Mexe também tinham acabado de sair do restauro. Ó pra elas todas brilhantes.


O Pardal juntou-se a nós para os lados de Valongo, numa Rally 200 castanha.


Que ainda tinha a chave original.


Apesar da quantidade abundante de pinturas frescas, decidimos ir fazer todo-o-terreno. #hardcore



O trilho acabou por ficar agreste em demasia e voltámos para trás.




Rally e Sprint, topam?

               

16.11.14

Veículo Oficial do Apocalipse 2.0 - errata

A corrida para o título de Veículo Oficial do Apocalipse Scooterista 2.0 (V.O.A.S.2) acabou de ganhar uma classe completamente nova de concorrentes com a notícia da entrada da Piaggio no mercado das bicicletas eléctricas.
 

Em exclusivo mundial, a Horta obteve imagens chocantes do primeiro protótipo da dita máquina.

É claro que a grande pergunta que se coloca no seguimento destes desenvolvimentos velocipédicos inusitados é: em que cores estará disponível a bicicleta eléctrica da Piaggio? Pessoalmente aposto na cor forte da estação Outono-Inverno, o Azul Saint-Tropez.


"O azul Saint-Tropez é o novo azul-cueca" - Bob

E fica bem com estofos cor-de-rosa, à confiança.

 Pusheen FTW

E já que falamos em cenas eléctricas, gosto desta, é bastante apocalíptica. Precisa de mais cromados, no entanto, e talvez um par de pedais.


Recentemente teve lugar uma reunião do LICET (Lambretta Invicta Club Extreme Team) - algo que já não acontecia há quatro anos e meio, facto que só por si é bastante apocalíptico - e eu fui levemente relembrado que a Cor Oficial do Apocalipse 2.0 já tinha sido escolhida, e era o Laranja Crise de Meia Idade (L.C.M.I.). No entanto, creio que o amarelo continua a ameaçar a liderança.

Vídeo de AutoMotoTube - a banda sonora está mal, devia ser o "I gotta feeling"

Entretanto, recebi uma comunicação radiotelegráfica digital a avisar-me da tendência tendencial ascendente das PX200 na Comunidade Scooterista Nacional (C.S.N.):


Sim, o meu telemóvel é de 1987, como a minha PX. Até aqui há atrasado as PX200 não eram populares devido ao seu elevado consumo de extracto de dinossauro. No entanto, como recentemente tive a feliz surpresa de atestar o xibombo a uns comedidos 1.399€ por litro, declaro afastado este impedimento e aberta a caça às PX200 pós-2001. Despachem-se antes que subam os preços.

Se o vosso gosto no campo de veículos para o Apocalipse tende para algo mais clássico, por outro lado, então nada melhor que uma Super Paperinizada. (dica do Luca)

Autor Vietnamita desconhecido

O preço deve rondar os 8000 euros, o que será comparável ao preço das PX200 pós-2001 daqui a uma semanita. Acho que vale a pena, nem que seja só pela Tatuagem Indicadora de Status Scooterista (T.I.S.S.) sem espinhas.

Sim, Comic Sans. Deal with it.

Ou esta também funciona bem.


Finalmente, apresento-vos uma simulação computorizada do Apocalipse o edit final da Scooter Parade no Porto. O embedding foi desligado por isso têm que clicar aqui :\. Filmar scooters com uma GoPro é tão 2012, o que está a dar agora é filmar com drones.
    

27.3.14

Posta obrigatória sobre a nova Vespa Sprint

Uma nova Sprint? Mas ainda nem disse mal da última novidade, a Primavera! Bem, aqui está uma foto do novo modelo:


Ai não, espera, essa é a Vespa GTS. É esta:


Ai não, espera, essa é a Vespa LX. É esta:


Ai não, espera, essa é a Vespa Primavera. É esta:


Ai não, espera, essa é a Vespa S. É esta:


Especificações técnicas: tem roda 12 (copiado da LML) e anda a gasolina. Hhhhunnnn... e há em vermelho.

Consigo distinguir uma GL duma Sprint duma Super Sport por uma janela suja num celeiro escuro atulhado de maquinaria agrícola, mas não consigo distinguir as Vespas novas. Parecem-me todas iguais :\. Talvez deva mudar o URL para hortadasvespasantigas.com... E acabar a minha Sprint (a original)...

Já toda a gente calculou que o próximo nome de modelo clássico a ser reciclado como acessório de estilo de vida elegante de mobilidade urbana alternativa de elegância e classe intemporais será o da Rally. Assim, sondei os meus contactos secretos em Pontedera e obtive, em exclusivo mundial do planeta Terra, as primeiras imagens da nova Vespa Rally em testes de pré-produção. De nada.


     

13.3.13

Nunca mais é 1995

O ano corrente de 1994 já começa a chatear. O futuro é que interessa. Sendo assim, troquei um conto de réis em moedas de 20 escudos e comecei a enfiá-las na ranhura do super-computador da Horta o mais depressa que as minhas unhas compridas me permitiam, e gastei todos os créditos a correr uma simulação de como será o Vespismo nacional daqui a 20 anos, em 2014. Este foi o resultado:

P3064664

Basicamente será um grupo de palhaços a andar em scutras pintadas em cores que não combinam enquanto Vespas asiáticas invadem a nação.

Não liguem, estou só triste por não poder ir à Serra da Estrela com o VCL no próximo fim-de-semana. Talvez possa contratar o Moço de Recados para ir por mim e tirar fotos... Entretanto, do outro lado do Atlântico, os Americanos têm gasolina a 3 cêntimos por galão e podem dar-se ao luxo de comprar um autocarro para irem ao AmericanoVespa:



Aqui na terrinha, o Scooterismo Clássico permanece embrionário e sub-desenvolvido, e continua a ser possível ver muitas Sprintérs a serem usadas como veículos de uso diário pelos seus rústicos e campestres donos, como esta.

Foto de Miguel e/ou Sérgio

Belo capacete futurista, mas não dou mais de 20 contos por tudo.
   

27.4.12

Posta Sem Conteúdo Original

Aviso: P.S.C.O.! (Posta Sem Conteúdo Original)

Autor desconhecido

O Morrissey dos saudosos The Smiths, numa Sprint da 1ª série (a melhor), a fotografar com o que parece ser uma Rolleiflex TLR. Classe.
    

1.8.11

Ignição electrónica numa Sprinter

Jovem! Queres meter ignição electrónica na tua Sprinter ou derivados? A SIP ajuda-te com uma nova cambota da Mazzucchelli que encaixa na Sprinter/ Super/ GTR/ VBA/ VBB/ GL e outras.

Até agora quem quisesse dizer adeus aos platinados tinha que optar ou por peças Bajaj ou pelo caro Vespatronic. A nova solução é uma cambota tipo Sprint, em tudo idêntica à original, excepto pelo espigão direito que toma o formato do da moderna PX, permitindo montar a ignição electrónica comprovada e acessível desta última. É necessário usar um espaçador para evitar ter que fazer modificações no prato de bobinas. O preço aproximado é €133.

Foto de SIP Scootershop

Jovem! Não te apetece abrir o motor para poderes atravessar os portões dourados para a terra da ignição electrónica? A ScootRS também tem algo que te interessa, um kit de conversão electrónico de 12 volt com um volante do tipo PX e um CDI Ducati comum. 100% completo, sem necessidade de adquirir peças extra, este kit serve em qualquer scooter do tipo VBB/Super/Sprinter (incluindo VLA e 125's semelhantes). O preço aproximado é 219 dólares.
Foto de ScootRS
    

31.5.11

"x encontrado."


O som de fitas métricas a desenrolarem-se ecoou pelo reino fora, de horizonte a horizonte, por montanhas e campos, da cidade grande ao vilarejo isolado, e as vossas medições do quadro de Sprint começaram a chegar:
365mm
370mm (VBB)
370mm
378mm
370mm
366mm
e, finalmente, 8 medições "entre 370 e 375mm".
Comparando estes novos dados com os da posta anterior, chego à ténue conclusão que um valor médio e "correcto" será 370mm, com 5 mm de tolerância para cada lado. Como a minha medida cai no meio desse intervalo, é menos uma cena para me preocupar.

No entanto, tenho uma PX nova com zero quilómetros de 2004 que marca apenas 350mm. Será que ainda está em garantia?...

P5143905
    

20.4.11

"Encontre x."

Os problemas dos testes de matemática tinham uma propensão para terminarem com essas funestas palavras: "encontre x". Mas como eu não tenho medo de matemática e possuo quantidade ampla de amigos, estou certo que x será localizado.

P3262875

A minha Sprint regressou do chapeiro após quatro (!) anos de ausência e, como levou um chão novo, estou um pouco apreensivo acerca da distância entre o "bico" do assento e a coluna de direcção. O tal x.


Neste momento meço uns 369mm e precisava de mais alguns pontos de referência para saber se são necessários (ou qual a grandeza de) ajustes finais de geometria. O ideal era metê-la num gabarito original como este, mas onde é que há disso em Portugal?...

Medi uma Sprint "sobrevivente", em princípio não batida, que me deu 361mm mas tinha massas esquisitas no túnel; obtive um relato de 365mm vindo duma fonte fiável; duas anotações antigas no meu caderninho negro dizem-me 364 e 373mm. Assim, peço-vos para medirem as vossas SprintERs e semelhantes com a maior precisão que conseguirem para  ficarmos com uma ideia mais nítida da posição correcta do topo da coluna,  informação útil para muitos restauros vindouros (e mantenhamos os dedos cruzados em relação à posição do fundo da coluna).
     

24.9.10

Projectos que quero ver acabados

O Bolt Project @ Glass Garage...

The Bolt Project
(foto do Marrazes)

... a Vespa SPX 177 aka HotRoD...

SPX 177 a.k.a. HotRoD Project
(foto do Billy)

...e a minha Sprint, no chapeiro desde o Mesozóico Superior. :-\

Vespa Sprint bodywork progress

3.3.10

Chegou uma caixa grande...

... com a frente duma Sprint que estava completamente podre e que ia para a sucata. Graças ao ScooterPT.com, a uma boa dose de karma e principalmente ao Valter, tenho agora um nariz novo para poder tratar do meu. Obrigado, Valter!

30.11.09

Sprint update III

Mais de um ano se passou desde o último update sobre o estado da chapa da minha Sprint. Finalmente houve progresso!



O podre chato por baixo do bacalhau foi reparado usando apenas chapa ("não tem aqui poliéster nenhum") e parece bastante razoável, com as costuras bem definidas.



O chão novo já está alinhavado à frente; ainda falta soldar ao túnel e atrás, e finalizar os acabamentos.


Outros pequenos problemas já desapareceram por completo; sobra o lábio por baixo da buzina que está bastante deformado. Vou tentar uma combinação de moldes e fotos para educar o chapeiro sobre o fomato correcto deste lábio. Nenhum de vocês tem uma coluna de buzina de Sprint solta que me queira emprestar, pois não? Talvez seja melhor levar um quadro inteiro...

12.11.09

12 volts na minha Sprint

Por acaso até deveria ser "12 volt": as grandezas físicas devem ser sempre mencionadas no singular. Sim, eu fiquei na fila da frente em Física do 9º ano (Edit: investiguei esta afirmação e não é totalmente correcta; acho que a minha prófe de Física do 9º ano me mentiu :-\). Mas voltando ao assunto do dia, alguns de vocês poderão estar lembrados que eu tenho um projecto de Sprint parado no chapeiro desde os anos 60. Pois recentemente subiram umas pequenas bolhas de ar à superfície deste projecto, por quaisquer outros critérios, completamente afundado e perdido: um prato de bobinas de 12 volt.



Acho que foi em meados dos anos 70 que saquei um prato de bobines com bom aspecto do caixote de peças e o enviei para a Capital, via MaiaExpresso, para tentar capitalizar sobre os rumores da existência de um cavalheiro habilidoso que conseguia rebobinar pratos de Vespas antigas para darem a supracitada dúzia de unidades de potencial eléctrico. Foi isto que recebi: um prato limpinho e refeito, com condensador e platinados novos marca Effe, e uma bobina de ignição inalterada (a de cima). As bobinas de baixo, no entanto, as das "luzes", foram modificadas no número de espiras e no calibre do condutor para proporcionarem um potencial eléctrico de valores modernos. W00t!

Talvez eu esteja a cometer algum erro básico e flagrante e isto nunca funcionará; por outro lado, talvez eu tenha encontrado o velhote que conhece um tipo cujo tetravô inventou a pólvora. Só há uma maneira de descobrir... De qualquer modo fica pelo menos estabelecido que ainda há vida no meu projecto Sprint. É um restauro zombie que é impossível matar!

(Agradecimentos ao Nuno por tornar este sonho possível. E não me perguntem quem é o velhote que eu não sei; os colegas do VCL talvez saibam)

9.9.09

Amarelo e preto significa perigo

A Horta está a passar por uma mini-hibernação causada por uma necessidade de pagar as contas. Enquanto as rotações não sobem, fica aqui esta fotografia duma Vespa que costuma estar à beira da estrada numa pequena localidade aqui na região do Porto. Obrigado ao Pedro que a enviou! A isto se chama "colaboração dos leitores" e não mata ninguém... wink



Presumivelmente esta Sprint é propriedade de algum cavalheiro mais idoso que a customizou e adornou ao seu gosto, de modo bastatnte inocente e naif. Eu acho que as riscas têm pinta e até curto a fita adesiva amarela e preta a demarcar as extremidades mais salientes e perigosas do veículo. As buzinas já me fazem festas no sentido errado mas, no geral, é uma Vespa bem disposta e, até, discreta considerando as recentes tendências estéticas. Gostei. Bem jogado, caro Cavalheiro Mais Idoso. Dê-lhe forte com a fita adesiva.

27.5.09

Distintivos perfeitamente normais


Não há nada de errado em colocar um distintivo traseiro na frente duma Vespa, mesmo que sejam de modelos diferentes. É um look bastante criativo que refresca as linhas monótonas e cansadas das Sprints antigas.

2.4.09

150... ... ... Sprint.

Julgava eu que a era dos mecânicos cegos a colocarem distintivos com luvas de boxe durante terramotos já tinha acabado... Aparentemente estava enganado, como me acontece amiúde, porque a malta continua a espremer toda a latitude e nuances espaciais possíveis duma tarefa simples como colocar os distintivos certos na posição certa, que é única, exacta e imutável. Ou não. Aparentemente este cavalheiro aproveitou (alguma da?) a furação já existente o que pode ter parecido uma boa ideia na altura mas que, digamo-lo com frontalidade, gerou resultados desastrosos.



7.1.09

Vespa Sprinter

Uma olhadela rápida aos classificados virtuais revelará a existência duma quantidade significativa de exemplares da rara e furtiva Vespa Sprinter 150 no mercado. Depois de décadas de obscuridade, eis que finalmente chegou o momento de afirmação deste fascinante modelo de Vespa clássica, desconhecido do grande público até hoje.


A sua história é bizarra e invulgar, e estará para sempre rodeada por um véu de mistério. Os rumores falam duma partida do turno da noite da fábrica de Pontedera depois de lhes ter sido negada a pausa do chá, da tentativa de criação duma classe de Scooters GT nas 24 Horas de LeMans, de planos de conversão da Sprint básica desenhados nas costas dum envelope, de peças especiais como giglers abertos à mão e molas de embraiagem de titânio, e uma conspiração da família Piaggio para esconder as 970 Sprinters fabricadas (7 das quais em cilindrada 125) numa mina de carvão desactivada.

Seja qual for a verdadeira história, este modelo que nunca existiu oficialmente encontra-se agora no meio de nós, com a sua raridade e contexto a justificar plenamente os elevados preços de venda.

16.10.08

Sprint update II

Passaram-se nove meses desde o último update do restauro da Sprint, e dezoito meses desde que visitei o chapeiro pela última vez. O meu restauro, previsto metódico, regular e organizado, transformou-se num impasse caótico e anárquico.

Cerrei os dentes e empurrei a carroça para diante: liguei ao chapeiro e fui visitá-lo. O homem é simpático e comprometeu-se a avançar com o meu quadro, depois das duas desgraças que o afligiram: casou-se, e partiu a clavícula. O meu quadro, se ainda não o viram, está muito direito, sem grandes pancadas ou mossas. O suporte do amortecedor está impecável. Os dois grandes problemas são um podre na costura em T que fica por baixo do bacalhau...




...e um chão picotado de ferrugem que terá que ser substituído.


Este era o chapeiro do Vasco e, por isso, tem resmas de experiência a realizar trabalhos complicados em Vespas de todo o tipo. Estou optimista acerca do resultado final, e de como este cumprirá os meus elevados e irreais parâmetros de qualidade, a um preço não exorbitante. Escusam de me pedir o contacto deste chapeiro pois ele já me anunciou que esta será a última Vespa em que trabalhará. "É um serviço muito miudinho que não paga as horas gastas", informou. Mais à frente acrescentou que talvez trabalhe em mais Vespas, mas "sem prazo e sem orçamento". Se vocês tiverem um chapeiro bom e barato, ofereçam-lhe uma garafa de pinga e lavem-lhe o carro, já!

Outra coisa interessante: o MC (Meu Chapeiro) queixou-se que a metalização/zincagem tornava a soldadura bastante mais difícil- "não deixa agarrar". Nunca tinha ouvido essa antes e talvez até faça sentido. Se dão valor ao vosso chapeiro, perguntem-lhe, de antemão, se o incomoda a metalização. Ele ficará sensibilizado.

Se tudo correr bem, talvez eu tenha um quadro no Natal.