12.9.08

Bob na Motojornal

Tal como um fungo micótico altamente comichoso, consegui estender a minha acção irritante e purulenta a mais um dedo do pé da imprensa especializada nacional no campo das duas rodas, a Madre Superiora de todos os pasquins de motas no nosso pobrezinho país, a eminente Motojornal. Aqui e aqui.

Mais um passo para a dominação mundial e tudo isso. O acontecimento mereceu o investimento de 2.20 euros numa cópia da dita publicação, para mais tarde colocar no Museu da Dominação Mundial de Ranger Bob. Folheando eu os artigos dos meus colegas da Motojornal, deparei-me de maneira totalmente inesperada com a maior frase de toda a Existência Humana. Tentem lê-la em voz alta.
A unidade testada vinha equipada com uns estradistas Michelin Pilot Power 2CT, correctos numa utilização normal, mas algo limitados face à qualidade geral da ciclística e especialmente ao preço da moto, de modo que umas borrachas mais desportivas (a própria Michelin possui outras propostas) teriam permitido explorar de forma ainda mais veemente tudo o que a HP2 tem para dar, como por exemplo ao nível da travagem, onde o conjunto montado é um exemplo de potência e consistência, correspondendo com uma desaceleração brutal à mínima pressão sobre a manete, embora não se tenha revelado tão incisivo e brusco como em outras produções, pelo que a exploração desta faceta acaba por não ser assim tão exigente, ainda para mais sabendo-se que o trem dianteiro conta com o enorme apoio proporcionado pelo sistema Telelever, sem esquecer que a presença do ABS impede maiores sustos, até porque esta é uma versão adaptada para as exigências da condução desportiva, sendo possível de desligar e incluindo um sensor de pressão que mede a carga sobre o eixo traseiro e ajusta a resposta do sistema anti-bloqueio quando este aligeira e tende a perder aderência.
Meu, chamam-se pontos finais. São gratuitos.