Gosto de construir coisas com as mãos mas as novas tecnologias de fabricação digital revelam-se cada vez mais incontornáveis. Tal como a impressão 3D. A resolução de impressão aqui é baixa (#protótipo #experiência #teste) mas reparem que é a duas cores. Tem um aspecto top a partir dos 70 km/h. Ide rolar, meus filhos.
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25.5.18
30.11.11
14.11.11
19.10.11
28.3.11
PX éle-éme-elizada e o Apocalipse
Eu já aqui mencionei de passagem a minha profecia do fim do Vespismo Nacional (F.V.N.) que, segundo o super-computador da Horta (S.C.H.), terá lugar no dia 21 de Dezembro de 2012 (2.D.2.).
Os sinais do Apocalipse têm-se sucedido de modo regular e consistente, para os que têm prestado atenção: o conta-quilómetros com o vidro ao contrário, a invasão Vietbodge, malta a restaurar Hondas CN, holofotes em porta-couves como cogumelos numa carcaça de mamífero de porte médio em clima tropical, a minha SprintER a regressar do chapeiro... A lista é longa e assustadora.
Mais um sinal do Apocalipse se nos apresenta: já todos vimos LMLs disfarçadas de PX, mas esta é a primeira PX disfarçada de LML do planeta. "Os oceanos transformar-se-ão em sangue, os primogénitos definharão com a peste e as scooters Italianas de mudanças manuais serão adornadas com as marcas dos falsos Deuses" - é uma passagem bíblica, creio.
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| Foto do Tunes (notem também a ausência de holofotes montados no porta-couves o que, só por si, é aberrante e antinatural |
22.11.10
Distintivo de banco de Carina
Na minha visita recente à exposição Autoclássico, pude apreciar uma Carina da primeira série em exposição num dos corredores com um restauro aparentemente irrepreensível. O banco apresentava um distintivo muito interessante na traseira, que reproduzo para referência dos interessados. Tenho uma lembrança vaga de alguém me ter dito que os planos/moldes do banco original da Carina - produzidos numa empresa local, claro - ainda existiam. Ou será que sonhei?...
(mais distintivos reproduzidos de Carina aqui)
(mais distintivos reproduzidos de Carina aqui)
11.5.10
As plaquinhas Simotal
Conta a lenda que, há muito tempo atrás, as Heinkels eram importadas pela Simotal. Não faço ideia porque é que a senhora se chamava Simotal (acho que deve ser um nome Chileno ou Peruano ou algo do género), e muito menos porque é que insistia em marcar as Heinkels que vendia com uma plaquinha com o seu nome, geralmente na área adjacente ao guiador.
A malta das Heinkels adora estas plaquinhas e espumam-se todos com elas, de tal maneira que até as reproduzem para as adicionar aos seus restauros. No entanto, gostava de os ver a reproduzir esta! Ahah! Já não é tão fácil, pois não? Talvez se ligarem para o 776319 eles ainda tenham algumas plaquinhas NOS...
4.11.09
Trocar os distintivos a uma LML
Já é um fenómeno estabelecido na CSCN a troca dos distintivos das scooters LML por distintivos Piaggio. Isto é algo que eu não consegui compreender inicialmente. Porquê "disfarçar" uma LML de algo que não é? Haverá aqui um sentimento de inferioridade mecânica latente? Existirão alguns motivos obscuros e reprováveis por trás desta transformação?
Decidi investigar o assunto entrevistando dois proprietários de scooters LML que realizaram a mencionada transformação. "LML1" é um jovem jornalista com uma LML há 400kms, e "LML2" é um jovem paginador com uma LML há 1500 kms. Aos colegas do Scooterlog agradeço a ajuda imprescindível na realização deste importante estudo científico.
Horta: Há quanto tempo tens uma LML?
LML1: Há 6 meses.
LML2: -- sem resposta --
H: O que é que te levou a comprar uma LML?
LML1: O gosto pela filosofia e estética da famosa PX!
LML2: -- sem resposta --
H: Quanto tempo demoraste a decidir trocar os distintivos pelos da Vespa?
LML1: 1 minuto depois de chegar a casa no primeiro dia em que a tive.
LML2: -- sem resposta --
H: De onde é que tiraste a ideia de trocar os distintivos?
LML1: Na original vespa deram-me a dica, enquanto ainda decidia se comprava uma ou não.
LML2: -- sem resposta --
H: Quais foram as razões que te levaram a fazer essa alteração?
LML1: O logótipo da LML é feio, e para todos os efeitos é uma piaggio.
LML2: -- sem resposta --
H: Achas que a tua LML foi beneficiada ou melhorada por isso?
LML1: De que maneira? Melhorada, anda mais 2kms por hora, à conta disso.
LML2: -- sem resposta --
H: Achas que existe algo fundamentalmente errado com a LML por ser um clone ou de origem indiana? Elabora.
LML1: Nada! A única coisa errada é que está sempre afogada e depois deita muito fumo branco durante kms e kms. É pouco verde esta motita.
LML2: -- sem resposta --
H: Preferias ter uma Vespa PX em vez duma LML?
LML1: É a mesma coisa, mas as LML são um pouco mais modernas. Disco e arranque eléctrico.
LML2: -- sem resposta --
H: Qual é que achas que é a percentagem de pessoas que vê a tua scooter e que presta atenção aos distintivos?
LML1: 100% se dissesse LML. 20% por dizer vespa, que é o que é esperado.
LML2: -- sem resposta --
H: Qual é que achas que é a percentagem de pessoas que vê a tua scoter e que julga que está a ver uma PX e não uma LML?
LML1: Espero que 100%, pois o logo hexagonal custou-me 50 cêntimos! Upa upa puxadote.
LML2: -- sem resposta --
H: O que achas que pensarão as pessoas que conseguem reconhecer uma LML alterada da tua scooter e dos teus motivos?
LML1: Deverão pensar: “olha, este gajo gosta tanto da moto que logo lhe tirou os logo da LML, fez bem!!”
LML2: -- sem resposta --
H: Achas que este questionário é parvo?
LML1: Não! Acho que de facto a questão “irmãs gémeas” e “será um LML uma PX” é pertinente.
LML2: SIM
Cheguei à conclusão, depois de estudar atentamente os dados recolhidos nesta extensa amostragem de dois sujeitos, que a resposta à minha dúvida sobre os motivos é muito simples: para ficar mais bonita. O pessoal das LML gosta de ter uma scooter bonita, como qualquer outro scooterista que se preze. Força colegas, customizem à vontade!
27.5.09
Distintivos perfeitamente normais
Não há nada de errado em colocar um distintivo traseiro na frente duma Vespa, mesmo que sejam de modelos diferentes. É um look bastante criativo que refresca as linhas monótonas e cansadas das Sprints antigas.
2.4.09
150... ... ... Sprint.
Julgava eu que a era dos mecânicos cegos a colocarem distintivos com luvas de boxe durante terramotos já tinha acabado... Aparentemente estava enganado, como me acontece amiúde, porque a malta continua a espremer toda a latitude e nuances espaciais possíveis duma tarefa simples como colocar os distintivos certos na posição certa, que é única, exacta e imutável. Ou não. Aparentemente este cavalheiro aproveitou (alguma da?) a furação já existente o que pode ter parecido uma boa ideia na altura mas que, digamo-lo com frontalidade, gerou resultados desastrosos.
6.2.09
Ílhavo 14054
Os mais observadores entre vós poderão ter notado uma pequena excrescência metálica no guarda-lamas desta Carina (a de baixo) imortalizada em publicidade de época. Tal adição não é mais que o equivalente Lusitano, há muito desaparecido, do célebre "tax disc". Têm uma na vossa cinquentinha restaurada, têm? Não!? Então não está "à época"! Muahahahaha!
O meu avô foi cozinheiro na fábrica de cerâmica Vista Alegre em Ílhavo, a poucos quilómetros das antigas instalações da Metalurgia Casal e mesmo no meio do Triângulo Carina. Suponho que a S170 do meu avô deve ter feito a estrada para a Vista Alegre inúmeras vezes, convenientemente adornada com uma chapinha de licença camarária igual a esta. Que formato magnífico!
O meu avô foi cozinheiro na fábrica de cerâmica Vista Alegre em Ílhavo, a poucos quilómetros das antigas instalações da Metalurgia Casal e mesmo no meio do Triângulo Carina. Suponho que a S170 do meu avô deve ter feito a estrada para a Vista Alegre inúmeras vezes, convenientemente adornada com uma chapinha de licença camarária igual a esta. Que formato magnífico!
2.11.07
Importação Motovespa
Apresento-vos outro pequeno achado da Feira da Vandoma, um distintivo de pano Motovespa por 50 cêntimos. Nem as várias vozes que ouço na minha cabeça foram capazes de teorizar uma explicação, por mais mirabolante e implausível que fosse, para a presença de um distintivo da marca Espanhola Motovespa na Feira da Vandoma, no Porto, cidade de Portugal.
Mesmo assim, ele lá estava. Escondido entre os bibelôs e as tomadas eléctricas. Mas não o suficiente.
6.5.07
Feira de Espinho
Como vocês gostaram tanto do símbolo da Ultramarina Seguros, aqui vai outro da Imperial Seguros, que está na minha LD. Na feira estava lá o mesmo escudo refeito. Aparentemente, há uma pessoa a refazê-los/ reproduzi-los, não consegui perceber bem.
10.3.07
Saturday Scootering II + VBBob
Repetiu-se o encontro informal de scooteristas do Norte aqui no Porto. De novo, o pessoal reuniu-se Sábado às 14.30 na rotunda da anémona, ao pé do edifício transparente. De novo esteve bom tempo e todos se divertiram. O número de participantes diminuiu mas, sendo apenas a segunda edição da "cafezada", 'tá-se bem. A malta há-de ganhar o hábito. Vai haver outro dia 7, apareçam.
Não tirei muitas fotos (apenas a esta ponteira de escape peculiar) e já não me lembro bem de quem foi, mas sei que foi a estreia pública da minha VBB. Depois de longos anos em armazenagem à espera do desencravamento dos documentos, a coisa lá se resolveu e mais um par de pneus roda 8 acariciam o asfalto nacional (e o paralelo, e a terra, e a bosta de cão, e os trilhos dos eléctricos, e o raio do buraco que já lá está há 3 anos, ande soi óne, ande soi óne.
Fotos do estado inicial em baixo. Reparem nas buzinas de ar (duas!!) atrás do avental, no retrovisor rectangular XL, e na abraçadeira disforme que agarra na base do guiador. O escape montado apresentava um design artesanal de secção oval, e foi habilmente construído em aço inox. O fusível foi soldado para aumentar a sua durabilidade (ainda bem, não sei porque não os fazem mais resistentes [irónico]). As letras LT da matrícula são feitas em madeira!! Estão tão perfeitas que só me apercebi disso recentemente, e porque a tinta está a estalar. Letras em madeira, uau...

Fotos do estado inicial em baixo. Reparem nas buzinas de ar (duas!!) atrás do avental, no retrovisor rectangular XL, e na abraçadeira disforme que agarra na base do guiador. O escape montado apresentava um design artesanal de secção oval, e foi habilmente construído em aço inox. O fusível foi soldado para aumentar a sua durabilidade (ainda bem, não sei porque não os fazem mais resistentes [irónico]). As letras LT da matrícula são feitas em madeira!! Estão tão perfeitas que só me apercebi disso recentemente, e porque a tinta está a estalar. Letras em madeira, uau...
Não vos mostro uma foto da face inferior do estrado porque está bastante podre, ainda ficavam com pesadelos. Também há corrosão grave nas laterais do túnel, no sítio do pousa-pés. A minha Rally também trazia pousa-pés e também está muito maltratada exactamente no mesmo sítio, entre o pousa-pés e o túnel. Será que há relação causa-efeito entre os dois?
Já com os documentos em ordem, seguiu-se uma limpeza completa e verificação mecânica. Pneus novos, cabos novos, óleo novo, verificar travões e luzes, o básico. A pintura foi polida e ficou com um tom e uma patine adoráveis, se bem que a cor já não seja a original. Tirei o suporte de pneu suplente que "corta" muito as belas linhas da traseira da VBB e fabriquei um estilo GS, entre as pernas. Saiu bastante bem, estou contente- "já são muitos anos a virar frangos!". Não sou grande apreciador de palas nas Vespas, mas decidi deixar ficar os dois exemplares que dizem "Vespa" na minha VBB. Dão-lhe uma certa elegância e são testemunho do seu passado em ambientes rurais.
Outro pormenor absolutamente delicioso são as riscas "à la electronique" nos balons, estando o lado esquerdo ornamentado com os dizeres VESPA numa fonte bastante moderna para a época. Mais 5 kmh de velocidade de ponta. Apesar da sua extrema maturidade mecânica, este exemplar de um dos mais perfeitos modelos da nossa marca italiana preferida pega e acelera com uma vontade e gosto surpreendentes para a sua idade. Adoro a minha bêbêbê.
23.1.07
Até choras
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