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16.2.11

Inundografia

Já aqui mencionei várias vezes a tendência que o Bunker tem para inundar, especialmente por alturas Invernais. Apesar da apresentação de relatos pormenorizados e simulações gráficas, temo não ter conseguido transmitir verdadeiramente a dimensão e violência destas inudações repentinas.

Cobrando uns favores que a NASA me deve (não é o Bruce Willis que salva o planeta mas sim o Ranger Bob), obtive esta fotografia de satélite dos arruamentos imediatamente à frente e por cima da minha oficina subterrânea. A inundação é tão extensa que aposto que dava para fazer aproveitamento hidroeléctrico.

flood
    

25.11.10

Bunker report

Duas inundações no espaço de uma semana. É positivamente surreal ver a água a brotar de uma tampa, escorrer para a sala adjacente, e desaparecer por outra tampa exactamente ao mesmo nível da primeira. Eu tirei uma foto mas não sei onde a pus. Bah.

20.10.09

Bah!

O Bunker inundou de novo. Eu já nem liguei - limitei-me a patinhar por cima da lama e do lixo como se fosse natural.

E nunca mais limpo um motor de Lambretta. São grandes como o raio que o parta!

2.2.09

Mau tempo III

O Bunker inundou de novo. Como acontece na esmagadora maioria destas situações aquáticas eu não estive envolvido directamente com água; o chão aparece cheio de terra, com algumas folhas de árvore e lixo espalhados aqui e ali a anunciar o acontecimento. Recorrendo a potentes computadores foi possível criar uma simulação gráfica do Bunker inundado:


Talvez eu deva arranjar um sistema como o deste colega... (avistado nos classificados virtuais- como é que ele as sobe e desce?, deve ser mais fácil legalizar um quadro em madeira...)

6.12.07

Instalações deficientes

É altura de estilhaçar a aura de felicidade e harmonia criada pelo lançamento do meu primeiro vídeo, e lidar com a realidade fria e agreste das instalações da Horta. O Bunker, centro de operações e suporte logístico essencial, inundou outra vez. À primeira chuvada forte, pimba! Fica o chão todo coberto de terra e lixo arrastados da rua. Felizmente desta vez os esgotos não foram envolvidos no assunto. Uma varridela rápida reuniu com facilidade meia dúzia de pazadas de terra, como ilustra a primeira foto.


Na segunda foto podemos testemunhar a preocupante degradação estrutural da minha base de operações avançada. Rachas horizontais atravessam as paredes de uma ponta à outra. É como se o raio do edifício estivesse a afundar pelo chão adentro. Algum aspirante a engenheiro civil bebeu de mais na noite anterior e faltou à aula sobre estabilidade de solos às 8 da manhã. Enfim, um gajo trabalha com o que tem. Lá se vai conseguindo fazer alguma coisa com piada.

11.4.07

Escape da GTS250

Aparentemente, há uma junta qualquer no escape da GTS (GT?) 250 que nalguns casos poderá falhar/ falhou prematuramente. Também é uma peça que deverá ser usada apenas uma vez. Se reutilizada indevidamente, poderá libertar gases quentes que causarão todo o tipo de danos horrorosos nos interiores da máquina. Muitos mecânicos caseiros ou até profissionais poderão não estar cientes da importância do uso de uma junta nova sempre que se desmonta o escape (para trocar de pneu, por exemplo) o que, aliado ao seu preço não convidativo de 30 dólares, poderá dar molho.

A Piaggio não tem sido entusiástica a avisar os seus clientes deste ponto sensível, segundo variadas fontes (net). Mas nada temam, pois a Horta desenvolveu uma técnica para desarmar esta situação escaldante, exemplarmente ilustrada por uma amiga do Maia e apresentada em exclusivo mundial e até nacional, aqui e agora, na Horta.

28.1.07

Dia 10 - um balde de água fria

O dia 10 prometia ser um bom dia. O plano era lavar os meus carters imundos e Master Blasterizá-los para um nível de elegância e atracção sexual nunca antes imaginado na cena scooterista nacional e, quiçá, ibérica.



Estava eu embrenhado em tão imunda tarefa, apunhalando a grossa e estaladiça crosta de terra e óleo endurecida por anos de cozimento lento, que nem reparei na chuvada diluviana que entretanto se abatia sobre a Invicta. Ora o meu local de trabalho, afectuosamente conhecido pelo Bunker, é a cave do meu tio. E a dita cave tem historial de inundações. Que acontecem no Inverno. Durante chuvadas como aquela. Já estão a ver que isto vai meter água, né?

De repente, uma das tampas de saneamento faz um gorgolejar premonitório muito marado, estilo grrrrógl-glrrrrógrgl-rrrrrgl-órrrgl, que me chamou a atenção. Espreitei lá para dentro a tempo de ver a água a subir com vontade pela abertura e a espalhar-se calmamente pelo chão limpo de cimento que tanto me custou a varrer. Inundação total. Corri pelas escadas acima a gritar como uma menina: "Tio! Tio! A cave está a inundar!". Já se tinham chamado os serviços municipalizados, mas mais 300 pessoas também tiveram a mesma ideia, por isso aquilo ficou com um palmo de água durante 2 ou 3 dias. Felizmente eu tinha previsto a situação e não tinha nada pousado no chão, tudo em prateleiras. "Tio, eu julgava que o tio me tinha dito que a cave já não inundava..." - "Pois, a última vez que ela inundou foi... Deixa ver... No Inverno passado." - "Aaahhhh... Ok...". E assim ficaram suspensas as operações durante alguns dias.