24.10.18

Passeata ao Douro

"Vai haver um passeio de fim-de-semana para a malta antiga se reunir, vens? Destino: Paredes da Beira." A resposta foi afirmativa.

A lista de participantes consistia de doze nomes e a hora de saída estava marcada para as 9 da manhã. Consequentemente, saímos quatro pessoas ao meio dia.



Quatro personalidades eminentes do scooterismo nacional do início do século saíram ao meio dia e à uma já estavam avariadas. Mas foi ao lado de um restaurante por isso não houve problema. Mais à frente avariámos novamente na Régua mas foi em frente de um café com finos por isso não houve problema. #assistênciaemviagem

 
O Zé foi na sua pré-clássica que fez Londres-Lisboa em séculos idos e que conseguiu redescobrir e adicionar ao estábulo. Já se pode restaurar ETs??


Era a época das vindimas e descolámos uma visita VIP fora de horas à Quinta do Pessegueiro.


Um lugar paradisíaco para quem gosta de álcool, e impressionante até para mim. #sumol4life


Pernoitámos numa mansão antiga repleta de carácter e praticamente intocada pela passagem do tempo. #notairbnb


Fotos foram tiradas. #tagme


Difícil tirar fotos feias no Douro.


A EN222 do lado esquerdo, a EN108 do lado direito. Ambas deslumbrantes e transbordantes de curvas.


Gostei. Obrigado, Nuno.
   

3.9.18

Bob tenta pôr a sua Lambretta a andar, parte I

Há muito tempo, numa terra distante, comprei uma Lambretta (ou cinco, mas vamos falar desta). Consegui pô-la a andar mas o motor estava muito gasto. O depauperado propulsor foi ao Neca e sofreu uma reconstrução total. Trouxe-o para casa, montei-o no sítio, mas a torneira não deitava gasolina que se visse e isso bloqueou as actividades. Até ao fim-de-semana passado, quando peguei numa torneira nova de substituição (só demorei dois anos a encomendá-la...) e desci à garagem.

 
A torneira duma Lambegreta desmonta-se muito mais facilmente que numa Vespa, basta uma chave 19 pelo lado de fora. Ora não sei porque razão eu parti do princípio que o depósito estaria vazio ou quase, mas rapidamente verifiquei que tal não era o caso quando me vi obrigado a lidar inesperadamente com dois litros de combustível em fluxo gravítico, a metade dos quais não jorrou directamente para o chão. #cérebroempontomorto


Quando digo "combustível" estou a ser generoso. Era um líquido de origem fóssil, verdade, mas estava de tal modo fermentado e podre que duvido seriamente ser capaz de qualquer tipo de combustão. A cor era laranja e o cheiro picante entrava pelo nariz e continuava a subir até fazer arder os olhos pelo lado de dentro. Só aguentei mais meia hora na garagem.


Não sou especialista em Lambrettas mas creio que o depósito não deveria estar cheio de terra?!... Parece terr... ah porra não é terra, é ferrugem. Quantidades indescritíveis de ferrugem. Comecei a perceber porque é que a minha torneira antiga não funcionava... Bem, acho que o depósito vai ter que sair para ser limpo. E eu a pensar que era só uma horita até ter o bicho a roncar, duh. Toca a desmontar, não é hoje que a Lambretta faz fumo.
 

Vocês não estão bem a ver o lodo de óxido de ferro que saiu do depósito. Parecia bolo de chocolate, daquele molhadinho.


Ando a estudar electrólises e banhos de vinagre e chocalhamento de gravilha/parafusos/corrente de mota, mas sem conclusões sólidas até ao presente. Por acaso alguém tem um depósito de Lambegreta barato? Sem bolo de chocolate dentro? Não preciso da torneira, obrigado, mas tenho uma levemente usada para vender, é só passar um paninho.


Bem, a parte II aparecerá aqui. Ainda este ano seria fixe.
    

25.5.18

Distintivo Vespa mega custom

Gosto de construir coisas com as mãos mas as novas tecnologias de fabricação digital revelam-se cada vez mais incontornáveis. Tal como a impressão 3D. A resolução de impressão aqui é baixa (#protótipo #experiência #teste) mas reparem que é a duas cores. Tem um aspecto top a partir dos 70 km/h. Ide rolar, meus filhos.