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11.5.09

Sem-fim ó-quei!

Por mais que goste e aprecie a mecânica caseira e o desenrascanço DIY, por vezes não há substituto possível para ajuda profissional experiente e equipada. Assim, depois do recente fiasco do meu último sem-fim que só durou 30 quilómetros, decidi visitar o amigável especialista Vespa da vizinhança de seu nome Ciclo-Foz.

A minha PX já não subia a um cavalete de oficina desde o período Jurássico e, depois do upgrade de motor que se avizinha (cof cof), não se repetirá essa situação durante muitos mais anos- dedos cruzados! Assim, observem o raríssimo espectáculo da Bobér-PêXizer em cima dum lifter de stander.


Removida a roda da frente, um suspeito foi rapidamente identificado: a engrenagem em espiral que actua o sem-fim está mais gasta que pneu traseiro de pica. Compro: cubo dianteiro de PX avariado (ou de T5, parece que a engrenagem é idêntica), só lhe quero sacar a engrenagem. Os colegas da Ciclo-Foz montaram-me um sem-fim novo, desta vez um cinzento- verificação de diferenças reais entre o cinzento e o vermelho não foram comprovadas- e a coisa está-se a aguentar bem há já um molho de semanas.


Agora que as minhas chatices crónicas com os malfadados sem-fins parecem ter entrado na recessão quinquenal do costume, encontro-me finalmente em posição para actualizar os meus sinais exteriores de indicação de status scooterista. Como "Five busted speedo drives, I haz them" é longo demais para fazer uma tatuagem nos dedos, decidi fazer um colar. Bob's busted bling, bitches!


9.3.09

Granda frustra

É oficial, o meu sem-fim morreu após apenas 30 quilómetros. A minha previsão falhou por um factor de 1000 o que representa, digamo-lo com frontalidade, um falhanço fenomenal e estrondoso.

Fazendo as contas ao preço do sem-fim, obtemos um custo de 6 cêntimos de euro por quilómetro. Com mil raios, gasto menos em gasolina!

5.3.09

Mau...

Apenas 20 quilómetros depois, o ponteiro do velocímetro começa a exibir frustrantes e violentos espamos epilépticos...

3.3.09

Conta quê-émes já conta

Só precisei de cinco meses para pôr o conta-quilómetros a funcionar de novo...

(tenho que arranjar tempo para ir à loja, é hoje que vou à loja, bom dia quero uma bicha fáxabor não há, encomenda-se e está cá para a semana, uma semana depois não chegou, ok então vou passando por aí, pois sim, finalmente já chegou, umas semaninhas parada na secretária para repousar, vamos lá à garagem montar isto é hoje carago, vamos lá entra eu já fiz isto antes tem que entrar, mas que porra não funciona?, nem penses que fico aqui ajoelhado no cimento a mexer nisto, acho que tenho que cortar a bicha como da outra vez, fosga-se é hoje que vou meter isto a bulir, então e agora carago raios, bem é hoje fogo!, essa agora e porque é que não sais sempre saíste antes, foi da chuva filha da mãe, é desta carago ah estás ver como sais?, então e agora boa outro sem-fim para o caraças, afinal já não preciso de cortar a bicha, montes de massa e tudo novo tens que funcionar, ah agora sim maravilha)

E nem me façam falar do raio do parafusinho que fixa a chapa de entrada da bicha! Desenhado por Satã em pessoa. De qualquer maneira o meu ponteiro está ali teso como granito- cof cof- pronto para mais uma porrada de quilómetros. Quantos mais? Adivinhem! Horta-quizz bizarro! A reparação foi feita aos 122167 (indicados, ponham mais 10K em cima). Eu prevejo que o sistema avarie de novo aos 150001 (indicados, ponham mais 10K em cima). Qual é a vossa previsão? Já tive problemas passados três anos, e já tive problemas passados 50 quilómetros. Registem o vosso palpite nos comentários e, quando finalmente avariar, descobriremos o vencedor. Este concurso não é aprovado pelo Governo Civil.



8.10.08

Vários

1- Não foi o meu sem-fim que deu o berro, mas o miolo da bicha. Já devia ter uns 5 anos sem lubrificação, por isso não estou chateado. É claro que só descobri o facto depois de ter comprado um sem-fim novo, que agora irá servir de suplente até ao próximo atrofiamento de sem-fim, altura em que o suplente revelará estar perdido. Enfim...

2- O PortuguesesAoVolante mandou uma posta com uns Ape tuga-xuning, vão lá ver. Excelente captura, a da foto do PE:


3- Como eu sou um scooterista montes de hardcore, devo certificar-me que todos o sabem senão não tem piada. Ora existem duas maneiras tradicionais de projectar essa superioridade sobre os restantes elementos da comunidade scooterista:
  • rolar com scooters em cores pastilha-elástica e montes de cromados
  • rolar com scooters raras e desejáveis
A primeira opção vem logo depois de ser enterrado vivo junto com uma matilha de cães raivosos e um CD do Toy na minha lista de preferências; a segunda opção também se revela impraticável, visto a minha extensa frota de GSs, SSs e Lambegretas 200s estar imobilizada por prazo indeterminado com um caso grave do caruncho. Assim, só me resta uma saída drástica para este problema de projecção de hardcorismo: a tatuagem dos dedos.



Também posso fazer esta, estou um bocado indeciso. (ok, já não dou mais porrada no Mauro... até à próxima jaguncice palhacenta eheheheheh)



22.9.08

Outra vez?!...

O meu integrador de V (sim, só os incultos lhe chamam conta-quilómetros :p) deixou de funcionar. O sem-fim deve ter ido outra vez à vida.

Entretanto, com a aparição das primeiras chuvas, é só entalados a espetarem-se nos rails. Por favor tenham cuidado lá fora que está a escorregar muito.

6.6.08

Manutenção adiada II

A seguir, troquei o sem-fim. De novo.

À vinda da Vespaniada, o sem-fim morreu ao fim duns 18 meses de bom serviço, e eu lá o troquei antes de ir à Automobilia. Depois de apenas 50 kms, esse sem-fim substituto deu o peido- acho que a culpa foi minha por ter rodado a roda sem a peça cilíndrica no topo do sem-fim que o segura em alinhamento.

Lá gastei mais 1 euro e 80, e instalei um substituto do substituto, desta vez apenas com óleo grosso. Já tive montes de stresses com sem-fins e bichas, e é por isso que adiciono sempre um "mas tem quase mais 10.000 kms em cima" quando a conversa recai sobre a quilometragem indicada da PX. De qualquer maneira, parece estar tudo a funcionar. A agulha do velocímetro oscila um pouco mas não treme- creio serem boas notícias.


Podem ver, da esquerda para a direita, o sem-fim que durou 18 meses, o que durou 50 kms, e o que lá está agora. O cinzento da direita é uma variação que me dizem também ser usado em certas PXizéres. Tem os mesmos 12 dentes, mas é ligeiramente mais largo. Não encaixou na minha scoota.

A seguir tirei a tampa do guiador (estava mal encaixada desde a Vespaniada) e aproveitei para pôr os meus máximos a funcionar. Tenho uma lâmpada XPTO e, não sei porquê, os contactos ao "rabo" da lâmpada deixam de passar corrente, mesmo que estejam encostados. Tenho que os raspar e limpar, mas mesmo assim o problema volta. Lá consegui pôr os máximos a funcionar, mas os médios desapareceram durante a operação. O fio castanho pura e simplesmente deixou de ter corrente...

Chegou a altura de confessar e partilhar um problema crónico, até hoje secreto, que a minha PX possui. As luzes passam-se. Vou a andar, geralmente à noite numa estrada sem qualquer iluminação e a 200 kms de casa, e a luz dianteira "morre". Fico só com os mínimos. No entanto, descobri que se der um toquezinho no travão (frente ou trás, tanto faz) os médios regressam. Ao largar o travão, os médios podem "morrer" de novo, não "fixando". O truque é dar repetidos toques no travão até aos médios voltarem e ficarem ligados de vez. Desligar e ligar as luzes no comutador geral também funciona ocasionalmente. Instalação eléctrica marada?

Imaginem uma Vespa, numa estrada solitária e deserta, a meio da noite. O farol perde intensidade. A luz de travão acende e o farol reganha a intensidade. O stop desliga-se e o farol morre de novo. As luzes desligam-se todas e renascem passado um segundo. De novo, o farol perde intensidade. O ciclo repete-se umas cinco ou seis vezes. Tenho a certeza absoluta de já ter entretido vários surpreendidos motoristas com a minha imitação nocturna rolante de árvore de Natal.