13.3.13

Nunca mais é 1995

O ano corrente de 1994 já começa a chatear. O futuro é que interessa. Sendo assim, troquei um conto de réis em moedas de 20 escudos e comecei a enfiá-las na ranhura do super-computador da Horta o mais depressa que as minhas unhas compridas me permitiam, e gastei todos os créditos a correr uma simulação de como será o Vespismo nacional daqui a 20 anos, em 2014. Este foi o resultado:

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Basicamente será um grupo de palhaços a andar em scutras pintadas em cores que não combinam enquanto Vespas asiáticas invadem a nação.

Não liguem, estou só triste por não poder ir à Serra da Estrela com o VCL no próximo fim-de-semana. Talvez possa contratar o Moço de Recados para ir por mim e tirar fotos... Entretanto, do outro lado do Atlântico, os Americanos têm gasolina a 3 cêntimos por galão e podem dar-se ao luxo de comprar um autocarro para irem ao AmericanoVespa:



Aqui na terrinha, o Scooterismo Clássico permanece embrionário e sub-desenvolvido, e continua a ser possível ver muitas Sprintérs a serem usadas como veículos de uso diário pelos seus rústicos e campestres donos, como esta.

Foto de Miguel e/ou Sérgio

Belo capacete futurista, mas não dou mais de 20 contos por tudo.
   

1 comentário:

Rui Tavares disse...

Essa do não poderes ir é que não está com nada.
Afinal sou o único da Invicta a ir.
Belos companheiros de estrada que arranjei.
Humpf!