| Foto de SIP Scootershop |
22.7.11
Links de Sexta-feira
- Vespa sport porn (inclui tombo)
- O dia mais longo do Projecto, parte 1 no Kes
- As Lambrettas oficiais dos Jogos Olímpicos de Roma (1960)
- Kit Vespa 1:1, com a mesma classe que aquela escultura da Vespa explodida
- O que é que NÃO se pode aparafusar à dianteira duma Lambegreta?
- Mais sobre a Lambretta LN (em Francês)
21.7.11
25 anos de T5
A derradeira evolução da gloriosa linhagem desportiva da Vespa clássica, a emblemática T5, está a celebrar 25 anos de idade. Para comemorar esta efeméride, a Horta apresenta uma secção duma brochura publicitária nacional da época com uma foto de estúdio e as características básicas da "PX125 T5". O consumo indicado afigura-se-me como criminosamente optimista. :-)
A Scooter Center fez um vídeozito comemorativo onde também mostram algumas das peças que têm disponíveis para este modelo, caso um restauro esteja nos vossos planos.
20.7.11
Uma peça de cada vez
A "nova" PX/ PX de 2011/ E3/ M741/ ZÁPMer pode ter uma quantidade assustadoramente grande de designações alternativas, mas o seu preço não lhe fica atrás; depois de pagarmos a documentação toda e o capacetezinho da marca e os pneus de faixa branca, talvez recebamos troco de 4000 euros. Sou assim obrigado a constatar que a substituição da minha própria Vespa PX não é provável.
A não ser que eu transforme a minha PX de 1987 numa PX completamente nova, trocando uma peça de cada vez. De génio! Comecei pelo perno da alavancazinha do travão de trás que bem precisava. Já sinto a diferença na suavidade de condução e tudo.
A operação foi relativamente indolor graças a uns zip-ties reciclados habilmente posicionados.
E, para o meu próximo truque, vou desmontar e limpar o filtro de ar em andamento.
19.7.11
Problemas de parafusos
O parafuso não quer girar. E agora?
A primeira coisa a fazer é não fazer nada. Evitar piorar a situação. Fume-se um cigarro/ beba-se um café/ veja-se um episódio do Dragon Ball e retome-se o problema de mente limpa e descontraída. Limpe-se bem o parafuso, pegue-se na chave de melhor qualidade disponível e tente-se de novo. Umas pancadinhas no parafuso podem ajudá-lo a soltar-se, e empurram as rebarbas criadas pelo escorregar da ferramenta de volta ao sítio, "apertando" a fenda/cruz onde a chave encaixa. Umas pancadinhas na chave de fendas/de cruz para a encaixar bem também não fazem mal.
Para evitar que uma chave de fendas derrape deve-se usar a maior chave possível, e com faces paralelas. Para evitar que uma chave em cruz (Philips) derrape, devemos aplicar força no sentido do parafuso, apoiando todo o nosso peso no cabo; a chave pode então ser girada com um alicate ou um roquete (se a chave tiver essa aplicação). Se se tratar de um parafuso de cabeça hexagonal e a chave de bocas tiver folga excessiva na cabeça, pode-se tentar eliminar essa folga com uma lasca de metal fino o que diminuirá a probabilidade da chave saltar por cima das arestas.
A primeira coisa a fazer é não fazer nada. Evitar piorar a situação. Fume-se um cigarro/ beba-se um café/ veja-se um episódio do Dragon Ball e retome-se o problema de mente limpa e descontraída. Limpe-se bem o parafuso, pegue-se na chave de melhor qualidade disponível e tente-se de novo. Umas pancadinhas no parafuso podem ajudá-lo a soltar-se, e empurram as rebarbas criadas pelo escorregar da ferramenta de volta ao sítio, "apertando" a fenda/cruz onde a chave encaixa. Umas pancadinhas na chave de fendas/de cruz para a encaixar bem também não fazem mal.
Para evitar que uma chave de fendas derrape deve-se usar a maior chave possível, e com faces paralelas. Para evitar que uma chave em cruz (Philips) derrape, devemos aplicar força no sentido do parafuso, apoiando todo o nosso peso no cabo; a chave pode então ser girada com um alicate ou um roquete (se a chave tiver essa aplicação). Se se tratar de um parafuso de cabeça hexagonal e a chave de bocas tiver folga excessiva na cabeça, pode-se tentar eliminar essa folga com uma lasca de metal fino o que diminuirá a probabilidade da chave saltar por cima das arestas.
| A chave de pancada funciona à pancada, literalmente |
E se mesmo assim o parafuso de fenda/cruz não girar? Utilize-se uma chave de pancada ("impact driver"). É uma peça pesada e sólida que contém um mecanismo em espiral no seu interior. Ao darmos uma martelada na sua extremidade, a outra ponta irá rodar um oitavo de volta. A combinação da força do martelo no sentido do parafuso e o movimento de desaperto (ou aperto, pode-se seleccionar) simultâneo consegue rodar parafusos aparentemente imóveis para toda a eternidade.
O calor ajuda. Aquecer as roscas à volta do parafuso preso, especialmente se forem de alumínio, dilata-as e ajuda o processo. Podem-se aplicar vários ciclos de calor e frio para ajudar a "descolar" um parrafuso que sofra de corrosão ou soldadura galvânica. Óleo penetrante durante alguns dias também é terapêutico.
Cabeça moída/arredondada? A primeira solução é preventiva: usar uma ferramenta de qualidade e em bom estado que se ajuste perfeitamente à cabeça, e não a deixar escorregar. As restantes soluções são algo mais destrutivas: agarrar no bicho com um alicate de pressão, ou cortar uma ranhura na cabeça com uma Dremel para utilizar uma chave de fendas, ou bater com um ponteiro numa extremidade da cabeça para a tentar fazer girar, ou fazê-la desaparecer por completo (cortando-a ou furando-a com um berbequim).
O calor ajuda. Aquecer as roscas à volta do parafuso preso, especialmente se forem de alumínio, dilata-as e ajuda o processo. Podem-se aplicar vários ciclos de calor e frio para ajudar a "descolar" um parrafuso que sofra de corrosão ou soldadura galvânica. Óleo penetrante durante alguns dias também é terapêutico.
Cabeça moída/arredondada? A primeira solução é preventiva: usar uma ferramenta de qualidade e em bom estado que se ajuste perfeitamente à cabeça, e não a deixar escorregar. As restantes soluções são algo mais destrutivas: agarrar no bicho com um alicate de pressão, ou cortar uma ranhura na cabeça com uma Dremel para utilizar uma chave de fendas, ou bater com um ponteiro numa extremidade da cabeça para a tentar fazer girar, ou fazê-la desaparecer por completo (cortando-a ou furando-a com um berbequim).
| Não são machos mas são ferramenta de macho |
No caso de a cabeça partir ou se a decidirmos cortar entra em cena outra ferramenta especializada, o extractor de parafusos. Parece-se com um conjunto de machos de fazer rosca mas a diferença reside numa espiral pronunciada no sentido inverso ao normal. Para o usarmos, deve-se fazer um furo no centro do corpo do parafuso. O extractor encaixa no furo e, ao ser apertado no sentido anti-horário, faz girar o parafuso também. O truque é fazer um furo alinhado com o veio do parafuso, que não "saia fora" do parafuso e danifique as roscas. Usar brocas de qualidade novas, fazer uma marca inicial com um ponteiro, utilizar uma broca mais fina inicialmente e ir alargando o furo, sem pressa e com o berbequim perfeitamente alinhado são excelentes ideias.
Se tudo falhar, aquele torneiro habilidoso que o não-sei-quantos conhece consegue resolver o problema.
Se tudo falhar, aquele torneiro habilidoso que o não-sei-quantos conhece consegue resolver o problema.
18.7.11
Novo kit Polini para motores 200
O velho Polini 207 em ferro foi amado por muitos mas podia ser levado aos seus limites térmicos com facilidade, se não se tivesse cuidado. Pois o preparador transalpino lançou agora uma versão não ferrosa da mesma fórmula mas implementada em alumínio de alta qualidade, para obter boa dissipação de calor.
A marca alega uma temperatura de funcionamento mais baixa graças ao tipo de alumínio e ao desenho das alhetas, e o seu pistão de 2 segmentos de 68.5mm aparenta ser uma boa peça para touring, ou até kitanços de corrida. Os possuidores de motores de PX200 ou Rally 200 podem ficar com uma ideia do preço Italiano que é €298 mais o IVA deles.
| Foto de Polini |
A marca alega uma temperatura de funcionamento mais baixa graças ao tipo de alumínio e ao desenho das alhetas, e o seu pistão de 2 segmentos de 68.5mm aparenta ser uma boa peça para touring, ou até kitanços de corrida. Os possuidores de motores de PX200 ou Rally 200 podem ficar com uma ideia do preço Italiano que é €298 mais o IVA deles.
15.7.11
As mais recentes tendências mundiais
A mais recente tendência da Cena Scooterista Clássica Nacional (C.S.C.N.) parece ser a inexistência de tendências recentes. Desconfio que está toda a gente a guardar os porta-couves laterais cromados em dourado para o Ibero, para ganharem pontos-extra de surpresa.
A escassez depiadas informação séria e pertinente obriga-me, deste modo, a alargar novamente o meu círculo de análise, que passa a cobrir as mais recentes tendências da Cena Scooterista Clássica Mundial (W.M.X.R.P.P.Q.). A nova "Lambretta" LN já está dentro de contentores num barco a caminho das Europas...
...a scooter da BMW já rola em formato eléctrico...
...os bifes meteram um motor de 700cc numa Lambegreta...
...os Correios Espanhóis receberam secadores a pilhas (o que preconiza um fornecimento instável de balons amarelos e forquetas com travão de disco)...
...e a LML de roda 12 afinal existe. É um mundo estranho e assustador este em que vivemos.
A escassez de
| Foto de arpem.com |
| Foto de bmwblog.com |
...os bifes meteram um motor de 700cc numa Lambegreta...
...os Correios Espanhóis receberam secadores a pilhas (o que preconiza um fornecimento instável de balons amarelos e forquetas com travão de disco)...
| Foto de e-max-scooter.com |
...e a LML de roda 12 afinal existe. É um mundo estranho e assustador este em que vivemos.
| Foto de Vivo Scooters |
14.7.11
13.7.11
6º Caramulo Motor Festival
Tento não encher a Horta com notícias de concentrações e passeios, mas o Caramulo Motor Festival é um dos que tem piada. Em Setembro é a próxima edição, desta vez com um destaque especial às duas rodas: Vespas, Harleys, biclas antigas... Vejam como foi o ano passado aqui.
Nos dias 2, 3 e 4 de Setembro, o Caramulo recebe a 6ª edição do Caramulo Motorfestival - Festival Internacional de Veículos Clássicos e Desportivos. Este ano, os veículos de duas rodas vão ser os convidados especiais deste evento, que é de entrada livre e com actividades para toda a família. Estão programadas as seguintes actividades com motas e bicicletas:
-Presença da HM Racing Team: A HM Racing Team, equipa que disputa o actual Campeonato Motosport de Velocidade de motociclos, vai estar presente no Motorfestival. Os quatro pilotos da equipa, Tiago Dias, José Leite, José Silva e Nuno Caetano, participarão na rampa em motos Suzuki GSX-R1000, de forma lúdica.-Vespa Caramulo: Depois do grande sucesso desta iniciativa em 2010, as míticas vespas voltam a juntar-se para desfilarem na “Grande Parada”, no dia 4 de Setembro. São esperadas mais de 100 motas. Os interessados podem juntar-se à iniciativa, desde que façam um pré-registo, contactando o Museu do Caramulo.-Raiada do Caramulo (novidade): Pela primeira vez, o Motorfestival vai ter uma concentração de bicicletas antigas, organizada pelo Museu do Caramulo em parceria com a Men in Bike. No dia 3, Sábado, vão juntar-se algumas dezenas de bicicletas antigas em concentração, e numa descida da Rampa.-Passeio Harley-Davidson (novidade): Mais de 150 motos da lendária marca norte-americana vão chegar ao Caramulo no sábado, dia 3, subindo depois a rampa em parada.-Decorrerão ainda algumas demonstrações de outros modelos e marcas a subirem a Rampa do Caramulo ao longo do evento, desde as KTM SMR 450 de 2010 até motos clássicas.
Para além destas iniciativas, o Caramulo Motorfestival tem ainda quatro provas de competição: Rampa do Caramulo (Campeonato de Portugal de Montanha), Rampa Histórica do Caramulo, Rampa do Caramulo Super Seven by Kia e Rally Histórico Luso-Caramulo. Será também a oportunidade para visitar a Feira de automobília, Concentrações de Clubes e outras actividades já agendadas, que poderão ser consultadas no site www.caramulo-motorfestival.com.
O Caramulo Motorfestival tem crescido todos os anos em número de participantes. Em 2010, a afluência de público ultrapassou a marca das 27 mil pessoas, que ao longo dos 3 dias de evento puderam ver de perto os mais de 500 veículos participantes. O Caramulo Motorfestival é uma organização do Museu do Caramulo que conta com o apoio da Câmara Municipal de Tondela, Nutroton, Estradas de Portugal, Banco BPI, Turismo Centro de Portugal, Ford – Garagem Lopes e Lusitânia Seguros.
Mais informação em: www.caramulo-motorfestival.com // www.facebook.com/museudocaramuloSofia Lages Fernandes | sofia.fernandes@porternovelli.pt – 21 313 61 12 – 93 33 62 131
Clara Silva | clara.silva@porternovelli.pt – 21 313 61 0
12.7.11
Jovem, GS160-ifica a tua PX ou LML!
A Cena Scooterista Clássica Nacional (C.S.C.N.) está a ser inundada com PêXizers e LMLs fresquinhas, acabadas de sair dos standers. O problema é que são todas muito iguais e estou convencido que os seus donos rapidamente sentirão uma vontade irrestível de customização.
Osbifes (update: Escoceses) da Vivo Scooters têm uma solução para o problema que, creio eu, é perfeita para a C.S.C.N.: um body-kit GS160-ificador, sem furar ou cortar!
O kit que vêem aqui custa 650 libras, e inclui balons em metal, guarda-lamas em metal, nariz da buzina em plástico, piscas dianteiros que tapam as aberturas rectangulares no avental, pára-choques traseiro em plástico que prolonga as linhas do quadro, suporte de matrícula em plástico com piscas traseiros incorporados, farolim traseiro estilo SS180, tampa de guiador em plástico para velocímetro pequeno (?) e compatível com travão de disco, e amortecedor dianteiro mais baixo.
Parece ser tudo de montagem fácil, com apenas um ajuste a fazer nas fixações do guarda-lamas e amortecedor na forqueta. O farolim monta nos furos já existentes mas ficará com melhor aspecto se se fizerem furos novos um pouco mais abaixo.
Existem ainda mais acessórios para quem desejar aprofundar a transformação, como um velocímetro retro, um porta-luvas estilo GS160 em metal, distintivos retro, e bacalhau e unhas do chão à anos 60. Todas estas peças são vendidas individualmente, em primário ou pintado, à vontade do freguês.
Os
| Fotos de Vivo Scooters |
O kit que vêem aqui custa 650 libras, e inclui balons em metal, guarda-lamas em metal, nariz da buzina em plástico, piscas dianteiros que tapam as aberturas rectangulares no avental, pára-choques traseiro em plástico que prolonga as linhas do quadro, suporte de matrícula em plástico com piscas traseiros incorporados, farolim traseiro estilo SS180, tampa de guiador em plástico para velocímetro pequeno (?) e compatível com travão de disco, e amortecedor dianteiro mais baixo.
Parece ser tudo de montagem fácil, com apenas um ajuste a fazer nas fixações do guarda-lamas e amortecedor na forqueta. O farolim monta nos furos já existentes mas ficará com melhor aspecto se se fizerem furos novos um pouco mais abaixo.
Existem ainda mais acessórios para quem desejar aprofundar a transformação, como um velocímetro retro, um porta-luvas estilo GS160 em metal, distintivos retro, e bacalhau e unhas do chão à anos 60. Todas estas peças são vendidas individualmente, em primário ou pintado, à vontade do freguês.
11.7.11
PX Made in Taiwan
Com apenas 75mm de comprimento, mau estado geral e um farol vermelho, esta PX amarelada não está legal para andar na via pública. Suspeito que tenha um passado de competição por causa das suas rodas de raios em liga leve, porta-luvas selado e suspensão traseira radicalmente rebaixada.
Os dizeres "made in taiwan" que se encontram em alto relevo no balon esquerdo provavelmente indicam um antigo patrocínio de competição; o velocímetro parece estar encravado nos 70 à hora, alguém sabe onde posso comprar outro? (não encontrei speedos de 6mm no site da SIP...)
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