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29.5.09

Dominação mundial: 3 em 5

Graças a um par de comentários bastante tarmáques (vocês NÃO SÃO as vossas Vespas!) fui obrigado a mandar três postas perfeitamente normais de rajada para alinhar uns carretos soltos. Há dúvidas? Não. Não, o quê? Não, senhor. Parece que anda muito disto por aí já que os meus irmãos de sangue da Garage Ink também tiveram problemas; a sua resposta aos elementos provocadores é bastante mais contundente que a minha e deveras satisfatória de um modo medieval.


Retomando a metáfora dos fungos celebrizada ao lado da maior frase de toda a Existência Humana, Bob conseguiu estender a sua acção irritante e purulenta a mais um dedo do pé da imprensa especializada nacional no campo das duas rodas como um fungo micótico altamente comichoso. A vítima mais recente foi a DaMotoClássica que publicou uma pequena foto minha do aniversário do LCP, conquista humilde mas suficiente para a transmissão de anti-corpos Hortículas. Aqui fica um gráfico actualizado do estado presente da Dominação Mundial:



Reparem que dois dedos ainda se encontram livres, flutuando despreocupadamente num fundo levemente azul-cueca. O quarto dedo deverá ser infectado em breve na conclusão do Projecto Yankee pondo a minha colecção a um dedo grande do full-house. Ou full-foot. As consequências para a Humanidade do preenchimento dos cinco dedos e da plenitude da Dominação Mundial não são claras mas adivinham-se bombásticas.

Acham que a minha conversa cheira mal? Esperem até cheirar o meu pé micótico da Dominação Mundial...

13.10.08

Carina nas revistas

Hoje fechamos um trio de postas dedicadas às aparições recentes de scooters clássicas nas revistas, com incidência na máquina nacional Carina. A revista DaMotoClássica nº 5 dedicou uma ficha de características à S170, e a revista DaMoto nº13 apresentou o modelo e a sua história.



Novidades interessantes:
  • A designação original do modelo era S170. As funcionárias da Casal, que entretanto desenvolveram afecto pelo produto que fabricavam, começaram a tratá-la por "Carina", expressão que significa "querida" na região de Aveiro;
  • As cores existentes indicadas são o branco, azul, verde e vermelho. Ora a antiga lista de factos da Carina indica o branco, cinzento e azul. Está assim adicionado o vermelho, um tom bastante raro. Acho que ainda só vi uma única Carina, a do Tiago Admin, nessa cor.
Os colegas da DaMoto escrevem que a Horta é "[u]m dos principais centros de informação deste tipo de moto nos dias de hoje". Ei, se está escrito numa revista é porque deve ser verdade! Todos sabemos que os jornalistas nunca se enganam, certo? De qualquer maneira, já tenho uma colecção de imagens e manuais jeitosa. [EDIT: todo o material Casal está agora aqui]

Também se podem apreciar dois anúncios de época, a meu ver inéditos. Notem a salina como pano de fundo, típica da região Aveirense. Acho que o executivo responsável pela publicidade da Metalurgia Casal tinha algum fetiche com loiras de cabelo comprido...


Para finalizar, a obrigatória tatuagem simulada que usarei para projectar o meu hardcorismo e para me salientar entre as moles intermináveis de scooteristas com Carinas recuperadas que vão invadir as ruas depois de terem lido nas revistas da especialidade que a Carina está "in".

4.9.08

DaMotoClassica nº5

Já nas bancas a edição de Agosto! O artigo principal é dedicado à Vespa GS, como é facilmente deduzido pela foto da capa onde duas adolescentes tentam dobrar o descanso da GS150 de Carmona Rodrigues.

Uma das fichas informativas é dedicada à Casal Carina, e possui informação que eu desconhecia e que partilharei convosco brevemente. Positivo! Infelizmente, no artigo da GS, aparece este cartaz do artista Glenn Reid com a legenda "A publicidade desportiva da GS150". Negativo!



29.3.08

DaMotoClassica





Da mesma organização que nos trouxe a revista DaMoto, eis que surge a DaMotoClassica, a "primeira revista portuguesa da motocicleta antiga" ou a "revista portuguesa de motos clássicas", segundo a capa ou o site. O grande Pedro Pinto é o seu director, o que augura um desejável futuro risonho a esta publicação mensal. O site respectivo já parece estar a funcionar.

Três euros e meio é algo excessivo para 30 páginas e o grafismo não me conquistou, mas os artigos principais são muito interessantes e conto que o próximo número ainda seja melhor. Como vocês irão provavelmente passar o fim de semana enfiados dentro dum centro comercial, aproveitem para comprar o número 1 de Abril. A Horta recomenda. Não, a Horta ordena!

Estou de partida para a Resistência, até Segunda!