29.5.07
Circuito da Boavista 2007
Códigos MaxMeyer desvendados?
Tradução liberal de um post de Dave Dry no grupo Yahoo Vespa-Sports:
"A publicação dos livros Vespa Tecnica foi recebida como o capítulo final da história daquela marca famosa, que estava em falta. Infelizmente, à medida que os livros eram fornecidos a conta-gotas aos fãs da Vespa, a realidade da situação revelou ser diferente. Alguns dos produtos da fábrica Piaggio tinham sido deliberadamente- ou assim parecia- ignorados, e existiam notas técnicas que levantavam mais problemas. Entre estes destacavam-se, sem dúvida nenhuma, as notas sobre as cores de pintura usadas. Estas cores indicadas no fim de cada secção de modelo eram listadas como `Max Meyer colour code: XXXX' e estes códigos tornaram-se notórios em virtude do simples facto de nenhum fornecedor de tinta os conseguir converter nalgum código de cor significativo.
Recentemente, o véu de obscuridade poderia ter sido levantado com a firma Max Meyer a ser absorvida pelo gigante americano PPG (N.T.: O site www.maxmeyer.com salta para o site da PPG). Assumia-se que a nova companhia iria estandardizar os códigos de cores e que tudo seria revelado... Infelizmente, de novo, tal não aconteceu... Os códigos de cores Vespa Tecnica não tinham significado algum para os fornecedores de tinta PPG! (N.T.: Existem revendedores MaxMeyer em Portugal, pelo menos em Coimbra e Aveiro, onde me informaram que poderiam fornecer tinta segundo os códigos originais. Nunca experimentei, no entanto). Entra em cena Colin Judd, mestre da oficina de pintura e, agora, detective da pistola de tinta! Colin dedicou a sua vida ao restauro de pinturas em carros clássicos e tem um forte interesse no género das scooters. Quando lhe mostraram os livros Tecnica e estando um bocado baralhado acerca dos códigos de cores, Colin usou um processo lógico para revelar o enigma dos códigos...
Pegando na Vespa SS180 como um exemplo, esta saía da fábrica em três cores que eram indicadas no livro Tecnica da seguinte maneira:
• Branco Hawthorne - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 1715.
• Vermelho - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 5847.
• Azul Pavão (Peacock Blue) - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 7220.
O Colin conseguiu ver um padrão óbvio na partilha do `1' e nos três dígitos seguintes em cada código. Após folhear os livros Tecnica, tornou-se também óbvio que o primeiro dígito, `1', era às vezes `2', mas neste caso, apenas para tons metalizados. Por exemplo, a Rally 200 tinha uma cor indicada como:
• Branco Lua Metálico (Mettalic Moon White) - Max Meyer Colour Code: 2. 268. 0108.
Isto fez vibrar uma corda em Colin, já que ele sabia que um acabamento metalizado necessitava de duas camadas, e não apenas a camada única de um acabamento não-metalizado. A verificação de outros códigos metálicos nos livros deu a entender que o primeiro dígito - `2' - referia-se ao número de camadas necessárias para obter aquela tonalidade de cor em particular.
Os três dígitos seguintes eram sempre os mesmos na sequência de números para cada um dos modelos, num dado período temporal. Foram assim vistos como sendo códigos de produto ou de lotes indicando uma determinada série de produção (N.T.: Acho que ele quer dizer que estes dígitos apenas se referem ao ano de criação/ produção da tinta, não tendo nada a ver com a cor propriamente dita).
Isto deixou Colin com os últimos quatro dígitos... Ele tinha o grosso catálogo de cores da PPG à frente dele mas, infelizmente, cada código de cor na secção Piaggio tinha apenas três dígitos. Após algumas consultas com os seus contactos na PPG e algum coçar de cabeça... Fez-se luz!... Ignore-se o primeiro dígito do grupo de quatro e o código combina perfeitamente com o catálogo PPG...Uau!! Como exemplo, o pouco usual Azul Pavão com o seu código Max Meyer 1. 298. 7220 aparece no catálogo PPG com o código 220, sendo tranquilizadoramente descrito como Blu Pavone (Azul Pavão).
Colin tinha descoberto o código das cores!"
Adorei esta história e gostaria de pagar um Sumol ao Colin. É prova luminosa que não há nenhum problema que não possa ser resolvido, nem nenhuma desculpa para se cortarem cantos. Basta querer e usar a cabeça.
E já agora, a frase da semana: "O sr. Santos da Casa das Luvas deu-me esse Fiat 1500. Deu-me o carro e dois sacos de laranjas."
[Edit: vejam o update!]
"A publicação dos livros Vespa Tecnica foi recebida como o capítulo final da história daquela marca famosa, que estava em falta. Infelizmente, à medida que os livros eram fornecidos a conta-gotas aos fãs da Vespa, a realidade da situação revelou ser diferente. Alguns dos produtos da fábrica Piaggio tinham sido deliberadamente- ou assim parecia- ignorados, e existiam notas técnicas que levantavam mais problemas. Entre estes destacavam-se, sem dúvida nenhuma, as notas sobre as cores de pintura usadas. Estas cores indicadas no fim de cada secção de modelo eram listadas como `Max Meyer colour code: XXXX' e estes códigos tornaram-se notórios em virtude do simples facto de nenhum fornecedor de tinta os conseguir converter nalgum código de cor significativo.
Recentemente, o véu de obscuridade poderia ter sido levantado com a firma Max Meyer a ser absorvida pelo gigante americano PPG (N.T.: O site www.maxmeyer.com salta para o site da PPG). Assumia-se que a nova companhia iria estandardizar os códigos de cores e que tudo seria revelado... Infelizmente, de novo, tal não aconteceu... Os códigos de cores Vespa Tecnica não tinham significado algum para os fornecedores de tinta PPG! (N.T.: Existem revendedores MaxMeyer em Portugal, pelo menos em Coimbra e Aveiro, onde me informaram que poderiam fornecer tinta segundo os códigos originais. Nunca experimentei, no entanto). Entra em cena Colin Judd, mestre da oficina de pintura e, agora, detective da pistola de tinta! Colin dedicou a sua vida ao restauro de pinturas em carros clássicos e tem um forte interesse no género das scooters. Quando lhe mostraram os livros Tecnica e estando um bocado baralhado acerca dos códigos de cores, Colin usou um processo lógico para revelar o enigma dos códigos...
Pegando na Vespa SS180 como um exemplo, esta saía da fábrica em três cores que eram indicadas no livro Tecnica da seguinte maneira:
• Branco Hawthorne - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 1715.
• Vermelho - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 5847.
• Azul Pavão (Peacock Blue) - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 7220.
O Colin conseguiu ver um padrão óbvio na partilha do `1' e nos três dígitos seguintes em cada código. Após folhear os livros Tecnica, tornou-se também óbvio que o primeiro dígito, `1', era às vezes `2', mas neste caso, apenas para tons metalizados. Por exemplo, a Rally 200 tinha uma cor indicada como:
• Branco Lua Metálico (Mettalic Moon White) - Max Meyer Colour Code: 2. 268. 0108.
Isto fez vibrar uma corda em Colin, já que ele sabia que um acabamento metalizado necessitava de duas camadas, e não apenas a camada única de um acabamento não-metalizado. A verificação de outros códigos metálicos nos livros deu a entender que o primeiro dígito - `2' - referia-se ao número de camadas necessárias para obter aquela tonalidade de cor em particular.
Os três dígitos seguintes eram sempre os mesmos na sequência de números para cada um dos modelos, num dado período temporal. Foram assim vistos como sendo códigos de produto ou de lotes indicando uma determinada série de produção (N.T.: Acho que ele quer dizer que estes dígitos apenas se referem ao ano de criação/ produção da tinta, não tendo nada a ver com a cor propriamente dita).
Isto deixou Colin com os últimos quatro dígitos... Ele tinha o grosso catálogo de cores da PPG à frente dele mas, infelizmente, cada código de cor na secção Piaggio tinha apenas três dígitos. Após algumas consultas com os seus contactos na PPG e algum coçar de cabeça... Fez-se luz!... Ignore-se o primeiro dígito do grupo de quatro e o código combina perfeitamente com o catálogo PPG...Uau!! Como exemplo, o pouco usual Azul Pavão com o seu código Max Meyer 1. 298. 7220 aparece no catálogo PPG com o código 220, sendo tranquilizadoramente descrito como Blu Pavone (Azul Pavão).
Colin tinha descoberto o código das cores!"
Adorei esta história e gostaria de pagar um Sumol ao Colin. É prova luminosa que não há nenhum problema que não possa ser resolvido, nem nenhuma desculpa para se cortarem cantos. Basta querer e usar a cabeça.
E já agora, a frase da semana: "O sr. Santos da Casa das Luvas deu-me esse Fiat 1500. Deu-me o carro e dois sacos de laranjas."
[Edit: vejam o update!]
20.5.07
Automobilia 2007 em Aveiro
Por lá se viu um senhor que tinha comprado uma 50ss por 200 euros, pensando que era uma Vespa normalíssima, bem como um vendedor que garantia a pés juntos que um prato de bobines funcionava, porque o tinha tirado deste motor (apontando para um motor de smallframe) e que o podia provar: "monto já neste [outro motor de smallframe] e garanto que o motor funciona!". Punch line: o prato era de uma Rally 200 electrónica.
11.5.07
Bunker/ Fauna
O meu sonho sempre foi ter uma garagem com sofá e mesa de ping-pong. Os dardos são um passo na direcção certa, e um colega até me ofereceu um sofá usado, e o uso da sua carrinha para o ir levar. Infelizmente, o
problema das inundações invernais coloca um entrave em tão onírica oferta. Um dia...O Coriscada enviou-me uma foto de mais um excelente exemplar de Scooterium Ruralis Lusitaniae (ver outros exemplares), avistado nesse magnífico viveiro/ reserva natural que é a região de Aveiro. Está lá tudo, mesmo o penico vintage. E até acredito que aquela seja a pintura de origem...
GuetoForming... not
Ontem comprei uma folha grande de plástico transparente de 1mm, com 2x1.25m, para a execução de uns sérios testes de Guetoformação. O pequeno tamanho das folhas de plástico que arranjei na loja de modelismo estava a limitar seriamente o número de alvos onde aplicar o meu novo brinquedo.
Hoje de manhã cedo comecei entusiasticamente a aquecer plástico. Rapidamente, notei que algo não estava bem. O plástico não ficava mole como deveria. Mais calor. Mais tempo. Continua duro. Começa a ficar branco. Hmmmm, espero que seja normal, deve voltar ao transparente quando arrefecer. Mais calor. Nada. Fracasso total.
Já iniciei diligências para localizar placas XL de plástico "do bom" para Guetoformar umas peças à homem. Dedos cruzados. Entretanto, se alguém precisar de plástico transparente de 1mm, apitem- tenho 2 metros quadrados disso para despachar.
Hoje de manhã cedo comecei entusiasticamente a aquecer plástico. Rapidamente, notei que algo não estava bem. O plástico não ficava mole como deveria. Mais calor. Mais tempo. Continua duro. Começa a ficar branco. Hmmmm, espero que seja normal, deve voltar ao transparente quando arrefecer. Mais calor. Nada. Fracasso total.
Já iniciei diligências para localizar placas XL de plástico "do bom" para Guetoformar umas peças à homem. Dedos cruzados. Entretanto, se alguém precisar de plástico transparente de 1mm, apitem- tenho 2 metros quadrados disso para despachar.
6.5.07
Feira de Espinho
Como vocês gostaram tanto do símbolo da Ultramarina Seguros, aqui vai outro da Imperial Seguros, que está na minha LD. Na feira estava lá o mesmo escudo refeito. Aparentemente, há uma pessoa a refazê-los/ reproduzi-los, não consegui perceber bem.
4.5.07
Blog Rodas de Viriato
A gente simpática do blog Rodas de Viriato destacou a Horta e a sua secção Casal Carina na actualização de ontem. Obrigado!
Recomendo visitas regulares a este blog único. Todos os dias uma nova actualização desvenda mais um veículo nacional, desde motorizadas até UMMs, passando por bicicletas e vagões de caminhos-de-ferro. Um trabalho nobre.
GuetoFormer v1.0 is online
O Guetoforming foi desenvolvido por uma seita tibetana de monges budistas eremitas no século III antes de Cristo. Passada secretamente de geração em geração, esta tecnologia mística não é acessível ao comum mortal. Passei 7 anos a vaguear as montanhas geladas do Tibete, vestindo apenas umas cuecas desconfortáveis de couro de iaque, e comendo apenas piolhos e ténias de iaque até os monges aceitarem partilhar o seu segredo comigo. Finalmente, o meu sonho tornou-se realidade.
Durante a construção consegui martelar o polegar esquerdo, fazendo uma bonita bolha de sangue. Doh! Mas toda a dor física valeu a pena, quando vi as peças a formarem-se magicamente perante os meus olhos incrédulos, pela acção das Forças Primordiais
Chama-se Guetoforming e vocês viram-no aqui primeiro. Não o podem comprar no eBay, nem encomendar na SIP. Outro magnífico exclusivo da Horta, brevemente numa Vespa perto de si. O transparente é o cromado do século XXI. Pimpin' it Horta style, bitches!
28.4.07
Um dia em cheio
À noite, rumei à Tertúlia Castelense para uma noite de música "comme il faut". "The Poppers", potenciados por um sistema audio de qualidade e o
O Professor X a seguir carregou nos botõezinhos certos e "tocou aquela", uma atrás da outra, sem falhar.
Os meus pontos altos da noite foram a versão vintage de "Tainted Love", e uma visita à faixa sonora de um dos meus filmes favoritérrimos, "The Commitments", com "In the midnight hour". Posso dizer com segurança que a noite cumpriu os meus padrões mínimos de satisfação. Mais 250kms já cá cantam.
27.4.07
Mais fotos variadas
Aqui vai a última fornada de fotos variadas retiradas da Rede Mundial: Vespa leva sete, clone chinês de PX, acidente com camião, e letras custom à maneira. E ainda um graffiti muito tuning descoberto quando eu e o Mexe fomos dar um passeiozito até Vila do Conde.

26.4.07
GuetoFormer v0.0
Terminei pesquisa para novo projecto daqueles de trás da orelha, amanhã inicio construção. Se bem sucedido, fará o Master Blaster 3000 parecer uma porcaria qualquer comprada na loja dos 300. O centro do universo scooterista vai mudar de Landsberg para a Ramada Alta quem passa pelo quartel vira à esquerda, e eu serei o imperador Bob I, O Maravilhoso. Preparem-se para ajoelhar, reles camponeses, pois a hora G aproxima-se: o Guetoformer está a chegar...
Casalmania!
Finalmente renovei a secção Carina que estava abandonada, na Horta antiga. Agora está muito mais composta com factos e fotos que tenho vindo a acumular lentamente. Ainda falta fazer uma apresentação fotográfica decente do bicho em si. Também fiz o upload de uns esquemas de peças e brochuras interessantes para quem gosta destas motorizadas antigas. Quase nada de Carina, infelizmente. Mas tem moto-ceifeiras! :-)
"Carina: a Heinkel tuga." ihihihihih
"Carina: a Heinkel tuga." ihihihihih
As novidades e as fotos da praxe
Horta é fixe! Pelo menos é o que acha o Professor X do VespaGang. Ele escreve: "O Vespa Gang recomenda leitura atenta. A Horta é um verdadeiro laboratório. Tudo se transforma e recicla. A experimentação aliada aos ensinamentos da velha escolha fazem deste espaço o caldeirão de poção mágica que nos dá estranhos poderes. O druída chama-se Bob.". Obrigadinho meu, o cheque já está no correio. Aqueles adoráveis tele-tubbies do preto-fosco que se intitulam Amigos da Vespa de Alcabideche conseguiram, para deleite supremo da minha pessoa, ressuscitar o site deles e recomendar a Horta na secção de links: "o adorável Mundo Vespa do fantástico Bob". Ena! Fantástico, eu? Vou já imprimir para mostrar à mamã!
Para quem gosta a SÉRIO do motor de combustão interno, aqui fica um link a ler com atenção. Será que um velhote indiano consegue, com alguns rasgos num pistão, mudar radicalmente a eficiência de um motor? Será este o Santo Gral tecnológico do século XXI? E se realmente funciona, o facto de se manter ignorado não provará uma maléfica conspiração das companhias de petróleo que tiranizam a economia global? Alguém tem um pistão velho para experimentar? Mandem fotos!
A nova Lambretta sempre vai para a frente. Depois de ter sido apresentada em 2005 e a coisa ter morrido em 2006, parece que aquilo lá pegou de empurrão. Não a podem chamar de Lambretta senão têm os advogados à perna. Se quiserem fotos, procurem por l-series, sou preguiçoso. Até nem é muito feia, mas deve custar um MP3 e meio. Não obrigado, eu compro-as em Espinho baratas :-). Ok, agora espero um pouco enquanto vocês fazem piadas acerca do motor Piaggio...
"E motas!? Você gosta de motas!?". Se não perceberam a piada, então devem ter menos de 25 anos de idade. As motas que me agradam são uma ínfima percentagem das que já foram fabricadas, mas esta está lá no topo (aviso: o site tem um par de imagens totalmente despropositadas de meninas com pouca roupa, poderá não ser adequado para visualizar no emprego). Chama-se Isto Omega, lembrem-se porque vão querer tatuar esse nome. É preciso inovar, pensar do lado de fora da caixa, esticar o envelope, quebrar os limites, radical horizontal Morangos com Açúcar esplanada na Foz uau! O gajo é um génio e não é preciso dizer mais nada. LIN - DA !!! Vou já comprar uma casaca preta e uma cartola. (não se esqueceram de ir à página 2, pois não?)
Segundo o meu blog favorito, a DGV morreu. Finito, kaput, "no mas". Eu gostava da dêgêvê, rolava bem da língua... A ver a cagada que vai sair daqui... Haja saudinha.
Para quem gosta a SÉRIO do motor de combustão interno, aqui fica um link a ler com atenção. Será que um velhote indiano consegue, com alguns rasgos num pistão, mudar radicalmente a eficiência de um motor? Será este o Santo Gral tecnológico do século XXI? E se realmente funciona, o facto de se manter ignorado não provará uma maléfica conspiração das companhias de petróleo que tiranizam a economia global? Alguém tem um pistão velho para experimentar? Mandem fotos!
A nova Lambretta sempre vai para a frente. Depois de ter sido apresentada em 2005 e a coisa ter morrido em 2006, parece que aquilo lá pegou de empurrão. Não a podem chamar de Lambretta senão têm os advogados à perna. Se quiserem fotos, procurem por l-series, sou preguiçoso. Até nem é muito feia, mas deve custar um MP3 e meio. Não obrigado, eu compro-as em Espinho baratas :-). Ok, agora espero um pouco enquanto vocês fazem piadas acerca do motor Piaggio...
"E motas!? Você gosta de motas!?". Se não perceberam a piada, então devem ter menos de 25 anos de idade. As motas que me agradam são uma ínfima percentagem das que já foram fabricadas, mas esta está lá no topo (aviso: o site tem um par de imagens totalmente despropositadas de meninas com pouca roupa, poderá não ser adequado para visualizar no emprego). Chama-se Isto Omega, lembrem-se porque vão querer tatuar esse nome. É preciso inovar, pensar do lado de fora da caixa, esticar o envelope, quebrar os limites, radical horizontal Morangos com Açúcar esplanada na Foz uau! O gajo é um génio e não é preciso dizer mais nada. LIN - DA !!! Vou já comprar uma casaca preta e uma cartola. (não se esqueceram de ir à página 2, pois não?)
Segundo o meu blog favorito, a DGV morreu. Finito, kaput, "no mas". Eu gostava da dêgêvê, rolava bem da língua... A ver a cagada que vai sair daqui... Haja saudinha.
15.4.07
14.4.07
Bobagens II
Não há muitas coisa que me irritem muito. O Mickael ou lá como o gajo se chama Carreira é uma delas. Mas há muitas coisas que me irritam um pouco. O comportamento das pessoas nas escadas rolantes, sem dúvida.
Porque é que as pessoas ficam paradas nas escadas rolantes? Há alguma regra de segurança que eu não conheça que obrigue à imobilização total e completa dos utilizadores das ditas escadas? E se assim fosse, não seria de esperar que uma significativa percentagem dos portuguesinhos médios desrespeitasse tal regra e se mexesse desafiadoramente nas escadas rolantes, algo que qualquer visita casual ao shopping se encarregará de desprovar categoricamente?
São apenas escadas, podeis subi-las ou descê-las como qualquer escada normal. A sério, experimentem. Se o raio da escada acelerasse bruscamente para logo a seguir desacelerar com violência, compreenderia a reticência observada em levantar um pé e pousá-lo no degrau seguinte, mas o raio da coisa viaja a uma velocidade constante, vejam lá o golpe de génio que acometeu os fabricantes da coisa. É Física básica do liceu, gente. Se não há aceleração, não há força de inércia a querer mandar-nos ao chão. A sério, confiem em mim.
Foi a passagem para a posição bípede que forneceu aos hominídeos o incentivo necessário para o desenvolvimento da massa cerebral e das capacidades de equilíbrio e locomoção. Assim sendo, seria de esperar que um ser humano típico, beneficiando de milhares de anos de evolução, conseguisse atingir a conclusão que todos os degraus que se encontram por baixo dele se deslocam a uma velocidade constante em relação a um qualquer referencial conveniente, e que todos apresentam uma velocidade relativa nula entre si, exactamente como numa escada típica e imóvel, tornando a movimentação ambulatória nas supra-citadas passadeiras escalonadas no mesmo, idêntico, fácil, perfeitamente identificado, sobejamente conhecido, totalmente dominado problema dinâmico de subir ou descer um degrau. Mas não, têm que ficar parados.
E são estas as mesmas pessoas que, quando viajam de avião, apesar do pedido difundido em três línguas diferentes, apesar de estarem fechadas num tubo metálico de 100 toneladas com alguns milhares de litros de carburante em cada asa, apesar de o maior acidente da aviação comercial da história ter ocorrido na pista de um aeroporto e não no ar, são elas mesmas que abrem o cinto e se levantam à menor oportunidade, e dispendem grandes quantidades de energia a retomarem posse da bagagem de mão e a arrastá-la com a maior celeridade possível até à porta do avião. Aí já não ficam quietas.
E mesmo que não queiram subir ou descer o raio da escada porque os degraus 10% mais altos que o normal fazem confusão ao vosso cérebro mirrado por incontáveis fins-de-semana passados no shopping a respirar humidade corporal reciclada pelo ar condicionado, cheguem-se ao lado! Cheguem-se à direita, se a conseguirem distinguir, e deixem-me passar, pois eu possuo esta estranha e bizarra habilidade de conseguir deslocar-me pelos meus próprios meios numa escada rolante. Vocês gastam 30 segundos da minha vida ao ficarem parados a masturbar o telemóvel, ou com a mãozinha no bolso de trás das calças de marca do(a) vosso(a) namorado(a). Como dizia o Henry Rollins: " Podem tirar-me a vida apunhalando-me; se desperdiçarem 30 segundos da minha vida, é o mesmo que me apunhalarem com uma faca muito pequenina". Saiam da minha frente, estáticos!
Porque é que as pessoas ficam paradas nas escadas rolantes? Há alguma regra de segurança que eu não conheça que obrigue à imobilização total e completa dos utilizadores das ditas escadas? E se assim fosse, não seria de esperar que uma significativa percentagem dos portuguesinhos médios desrespeitasse tal regra e se mexesse desafiadoramente nas escadas rolantes, algo que qualquer visita casual ao shopping se encarregará de desprovar categoricamente?
São apenas escadas, podeis subi-las ou descê-las como qualquer escada normal. A sério, experimentem. Se o raio da escada acelerasse bruscamente para logo a seguir desacelerar com violência, compreenderia a reticência observada em levantar um pé e pousá-lo no degrau seguinte, mas o raio da coisa viaja a uma velocidade constante, vejam lá o golpe de génio que acometeu os fabricantes da coisa. É Física básica do liceu, gente. Se não há aceleração, não há força de inércia a querer mandar-nos ao chão. A sério, confiem em mim.
Foi a passagem para a posição bípede que forneceu aos hominídeos o incentivo necessário para o desenvolvimento da massa cerebral e das capacidades de equilíbrio e locomoção. Assim sendo, seria de esperar que um ser humano típico, beneficiando de milhares de anos de evolução, conseguisse atingir a conclusão que todos os degraus que se encontram por baixo dele se deslocam a uma velocidade constante em relação a um qualquer referencial conveniente, e que todos apresentam uma velocidade relativa nula entre si, exactamente como numa escada típica e imóvel, tornando a movimentação ambulatória nas supra-citadas passadeiras escalonadas no mesmo, idêntico, fácil, perfeitamente identificado, sobejamente conhecido, totalmente dominado problema dinâmico de subir ou descer um degrau. Mas não, têm que ficar parados.
E são estas as mesmas pessoas que, quando viajam de avião, apesar do pedido difundido em três línguas diferentes, apesar de estarem fechadas num tubo metálico de 100 toneladas com alguns milhares de litros de carburante em cada asa, apesar de o maior acidente da aviação comercial da história ter ocorrido na pista de um aeroporto e não no ar, são elas mesmas que abrem o cinto e se levantam à menor oportunidade, e dispendem grandes quantidades de energia a retomarem posse da bagagem de mão e a arrastá-la com a maior celeridade possível até à porta do avião. Aí já não ficam quietas.
E mesmo que não queiram subir ou descer o raio da escada porque os degraus 10% mais altos que o normal fazem confusão ao vosso cérebro mirrado por incontáveis fins-de-semana passados no shopping a respirar humidade corporal reciclada pelo ar condicionado, cheguem-se ao lado! Cheguem-se à direita, se a conseguirem distinguir, e deixem-me passar, pois eu possuo esta estranha e bizarra habilidade de conseguir deslocar-me pelos meus próprios meios numa escada rolante. Vocês gastam 30 segundos da minha vida ao ficarem parados a masturbar o telemóvel, ou com a mãozinha no bolso de trás das calças de marca do(a) vosso(a) namorado(a). Como dizia o Henry Rollins: " Podem tirar-me a vida apunhalando-me; se desperdiçarem 30 segundos da minha vida, é o mesmo que me apunhalarem com uma faca muito pequenina". Saiam da minha frente, estáticos!
13.4.07
RIP EuroVespa
As minhas fontes duvidosas informam-me que a Piaggio vai acabar com o EuroVespa. Em sua vez, vamos ter "World Vespa Days", organizados pelo "Vespa World Club".
Aparentemente, esta organização é apenas uma fachada comercial da Piaggio e não terá ideia nenhuma sobre o que é o verdadeiro movimento Vespista, estando apenas preocupada em vender mais algumas automáticas como acessórios de estilo de vida. O que mais poderá fazer a Piaggio para alienar os Vespistas tradicionais?
Aparentemente, esta organização é apenas uma fachada comercial da Piaggio e não terá ideia nenhuma sobre o que é o verdadeiro movimento Vespista, estando apenas preocupada em vender mais algumas automáticas como acessórios de estilo de vida. O que mais poderá fazer a Piaggio para alienar os Vespistas tradicionais?
Pimp my Vespa
Confesso que sou grande apreciador da série Pimp my Ride, da MTV. Apesar de nem sempre concordar com os resultados, divirto-me a ver aquilo. Pois a MTV italiana tem uma versão 2 rodas, e até já fizeram algumas Vespas. Podem ver aqui. Calma com os cromados, miúdos.
11.4.07
Escape da GTS250
Aparentemente, há uma junta qualquer no escape da GTS (GT?) 250 que nalguns casos poderá falhar/ falhou prematuramente. Também é uma peça que deverá ser usada apenas uma vez. Se reutilizada indevidamente, poderá libertar gases quentes que causarão todo o tipo de danos horrorosos nos interiores da máquina. Muitos mecânicos caseiros ou até profissionais poderão não estar cientes da importância doA Piaggio não tem sido entusiástica a avisar os seus clientes deste ponto sensível, segundo variadas fontes (net). Mas nada temam, pois a Horta desenvolveu uma técnica para desarmar esta situação escaldante, exemplarmente ilustrada por uma amiga do Maia e apresentada em exclusivo mundial e até nacional, aqui e agora, na Horta.
Fotos variadas II
Algumas fotos variadas... Uma Rally restaurada com um interruptor de travão por cima do motor (para avisar que o balon caiu na auto-estrada!!??), uma cruzeta desfeita (aauuuuu!), e um restauro asiático daqueles em que se dão ao trabalho de soldar 3 bocados de quadro para fazer um e cobrir tudo com massa e betume, mas não encurtar o descanso para roda 10 porque é complicado. E já que a malta também curte os clássicos de 4 rodas, apanhei esta 4-éle "papa-móvel" pintada de fresco num delicioso verde-bronze, como os primeiros Séries. Yum-yum! Para finalizar, mais uma sucatice da minha VBB, uns encostos dos calços de travão "engrossados". Quando os calços se gastam, uma visita ao Ti Manel das Favas que tem um maçarico é muito mais simples que comprar uns calços novos. Engenharia Mecânica Agrícola Aplicada nacional no seu melhor.
10.4.07
A minha Rally verde-escarro
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