No interior do garageiro, identifiquei o cavalheiro proprietário de tão distinto veículo. Fui informado que a SX não se encontrava à venda, já que o proprietário se considerava um coleccionador, possuindo ainda mais tipos de Lambrettas: 200, 175, 150, LIs, LDs, e outra que seria "a única em Portugal". No decurso da breve conversa não consegui descortinar a personalidade do meu interlocutor: arrogante exibicionista que gosta de ter só para mostrar, verdadeiro apaixonado com amor à marca, ou curioso casual com sorte nos achados. Pude, isso sim, confirmar que elas verdadeiramente andam aí, e a apenas 10 minutos de casa.
15.10.07
Elas andam aí
No interior do garageiro, identifiquei o cavalheiro proprietário de tão distinto veículo. Fui informado que a SX não se encontrava à venda, já que o proprietário se considerava um coleccionador, possuindo ainda mais tipos de Lambrettas: 200, 175, 150, LIs, LDs, e outra que seria "a única em Portugal". No decurso da breve conversa não consegui descortinar a personalidade do meu interlocutor: arrogante exibicionista que gosta de ter só para mostrar, verdadeiro apaixonado com amor à marca, ou curioso casual com sorte nos achados. Pude, isso sim, confirmar que elas verdadeiramente andam aí, e a apenas 10 minutos de casa.
14.10.07
12.10.07
um cara chamado Horta
Aparentemente, há um cara que se chama Horta que tem uns projectos bem Hardcores, já que na Europa rola umas corridas de vespinhas bem envenenadas. Ah, e uma análise mais cuidada do link para a Horta revelará fortes evidências que esta abandonou a nacionalidade Espanhola e passou a ser Brasileira. Valeu, galera! Quebrô meu galho!
11.10.07
Estranjas ignorantes dum raio
Pois apanhei um site qualquer BikeLinks que lista a Horta como um "Spanish site". Os gajos julgam que eu sou Espanhol? Mas por que carga de água?!... Ai é? Vocês para mim também parecem todos Canadianos, tomem lá! Bem, pelos menos puseram a Horta à frente da ET4 e da Liberty. Senão, tínhamos problemas...
10.10.07
Update do medidor de compressão
Também medi a compressão na VBB e deu-me 70 psi a quente e 80 psi a frio. São valores muito baixos, testemunhos quantitativos da maturidade mecânica da velha senhora. Posso, assim, concluir que a compressão a frio é uns 13% maior que a compressão a quente, e estabelecer comparações no futuro quando apenas um dos valores estiver disponível. Também passo a dispôr de uma chave para jogar no Euromilhões desta semana.
9.10.07
O Gafanhoto versão Sport 8
O fecho de tensão oferece a possibilidade de ser bloqueado com uma golpilha, para segurança dinâmica, e/ou com um pequeno aloquete, para segurança estática. Para finalizar, nota-se ainda a presença de speed holes nas abas laterais. Este é um pequeno pormenor que se revelará de crucial importância, desmoralizando a competição ainda antes da prova começar com uma estocada psicológica fatal de 12mm de diâmetro.
O protótipo Racer 8 deverá ser zincado no futuro próximo. Relembramos que este artigo exclusivo não se encontra à venda nas lojas.
8.10.07
1ª Prova de Regularidade Guimarães-Lisboa
A prova em si foi bastante básica e sub-organizada mas ninguém ligou a isso pois a viagem e o convívio ofuscaram qualquer falha. Correu tudo sem dificuldades a nível de dormidas e comidas, o que não deve ter sido fácil de organizar. Uma das coisas que gostei mais foi chegar aos postos de controlo e estar lá o pessoal do Vespa Clube correspondente com um sorriso, contentes por participar e ajudar. Havia sempre um pin de lembrança, ou um refresco. Muito bom. A meteorologia suplantou os meus requisitos mínimos de satisfação.
Também gostei daquela estradinha de Sábado à noite, que serpenteava ao lado da água. No escuro da noite, seguíamos a Vespa à nossa frente a um ritmo relaxante, com uma longa série de pontos luminosos perfeitamente alinhados no retrovisor, e as manchas de luz dos faróis lambiam as copas das árvores por cima de nós em sucessão psicadélica. As paragens nos postos de controlo davam tempo mais que suficiente para se conversar, e podíamos partir sem pressa nenhuma, tornando a experiência agradável e stress-free. Outra boa ideia foi a distribuição dos coletes reflectores, uma coisa simples mas que funcionou muito bem.
Houve um senhor que caiu e mandou a sua GT p'rós verdes, mas felizmente não foi grave. Um par de calças novo e siga. No fim, entrámos em caravana na capital, sempre uma experiência memorável. Um almoço simples mas eficaz na sede do VCL proporcionou mais convívio com todo o pessoal que lá se reuniu para assistir ao desenrolar desta prova inédita no passado recente. Poderei sempre dizer com orgulho que estive presente na primeira, e espero poder afirmar o mesmo da segunda.
Ao fim da tarde de Domingo, depois de uma visita rápida ao novo membro da família Admin, tomou-se o inevitável rumo Norte. Fiquei deveras contente com a viagem, pois não tive problemas de sono nem de costas. Os pontos altos do regresso foram a decoração dos sinais de trânsito à frente da ExpoBatalha com uma escultura de cerâmica representativa de parte emblemática da anatomia masculina, e a observação duma Via Láctea cristalina na escuridão silenciosa da A17. Agora, alguém me ajuda a descolar o raio do autocolante do número do balon?!!
Artigo na Scooting
A vossa personalidade cibernauta preferida, Ranger Bob, ele mesmo, teve o prazer de escrever um pequeno artigo para a revista Scooting sobre o primeiro Camping do ScooterPT. É apenas mais um passo em direcção à dominação mundial.
(nota: este artigo representa a primeira ocasião em que a expressão "comunidade Vespista hard-core" aparece numa publicação regular de língua Portuguesa, desde o início dos tempos)
4.10.07
AutoClássico 2007
Passeio de bicicletas alternativas
Vão à garagem, à arrecadação, ao sótão, ao quintal, e desenterrem aquela pasteleira antiga, ou a BMX que tinham quando eram putos. Dêem-lhe uma mangueirada e encham os pneus, e juntem-se à revolução. Choppers, cruisers, muscle-bikes, máquinas antigas/ vintage/ retro, home-made, urbanas, recumbentes, uniciclos, um passo à frente!
3.10.07
Regularidade Guimarães-Lisboa, preparativos de
Também dei um toque aos meus amigos da Patocycles, uma loja de bicicletas altamente recomendável aqui no Porto, e eles patrocinaram-me com alguns autocolantes e o empréstimo de um GPS. É um Geko 201, um modelo básico e ultra-compacto, mas que faz praticamente tudo o que fazem os grandes. A grande diferença é a ausência de mapas de estradas.
Comprei uma capa de telemóvel do estilo antigo por um par de
euros, e roubei um cordão elástico com fecho a um casaco velho. Voilá! Suporte de GPS instantâneo! Configurei um dos écrans para apresentar velocidade, velocidade média, odómetro e cronómetro. Tenho assim toda a infomação essencial para uma prova de regularidade. Também tenho mais um ou dois truques de navegação e backup debaixo da manga, no entanto. Vai ser um fim de semana para recordar!(amanhã é dia de AutoClássico na Exponor)
2.10.07
Primeiras chuvas
Brinquedo novo
A PX foi a cobaia, e o resultado foi 125 psi a quente. Para um motor de origem saudável, a compressão deverá ser da ordem dos 120-130 psi. O meu pistão com 60.000 kms em cima alimentado a óleo do Continente surpreendeu-me! Há já algum tempo que noto uma falta de frescura e de vitalidade na auto-estrada que começam a irritar-me. Afinal não deve ser do grupo térmico (alerta de expressão técnico-arrogante!), talvez seja do escape... 60.000 kms de carvão de óleo do Continente... Hhhmmmm... [pensativo]
Qualquer valor abaixo dos 100 psi é preocupante. Abaixo dos 80 psi e morremos nas subidas. Abaixo dos 60 psi a mota provavelmente nem pegará. Agora tenho que aplicar este teste a toda a minha frota. O problema é que costuma ser realizado com o motor quente e a maior parte dos meus trambolhos nem sequer funciona. Hhhmmm... [extremamente pensativo]. Terei que tirar as minhas conclusões à temperatura ambiente.
1.10.07
Códigos MaxMeyer desvendados - update
Há algum tempo atrás tive o prazer de relatar a quebra dos códigos MaxMeyer, e de partilhar a tradução desses códigos de cores originais para códigos PPG mais recentes. Entretanto, foram descobertos mais alguns pormenores que, mesmo não tendo relevância na escolha duma cor, publico aqui em nome da meticulosidade.O grupo de três algarismos que se pensou ser um código de lote ou de produção (já que era idêntico para todos os modelos num dado período de tempo), refere-se afinal ao fabricante da tinta. 268 significa Maxi-car e 298 significa Bi-lux.
Pintem com confiança e alegria, meus filhos.
30.9.07
Em busca de Horta
Entretanto, quero partilhar algo com os leitores. A Horta, na sua inocente humildade, já consegue criar um tráfego de visitantes apreciável (quem me quer patrocinar? Alguma fábrica de chocolate?). Desde o início que uso um contador de visitas que me indica como é que os visitantes vêm ter à Horta, quais os sites onde clicam e por que palavras é que procuram. Uma ferramenta imprescindível para qualquer um com aspirações ao domínio mundial.
Como usei a palavra "tuning" na descrição original da Horta, calham-me muitos tipos da fibra de vidro e das ponteiras cromadas. É divertido ver todas as variações ortográficas da palavra "tuning" que eles conseguem inventar. Que imaginação! (ah, e alguém procurou por "piagiu").
Recentemente, no entanto, apareceram-me duas pérolas. Alguém caiu na Horta googlando a expressão "me dê um resumo de ilustração de uma horta". Este cibernauta, provavelmente de ascendência brasileira, pediu, educada mas firmemente, por um resumo de ilustração de uma horta. Não sei bem o que ele queria, mas todos concordarão em que o Google errou ao sugerir um site vocacionado para as bricolagens de scooters clássicas.
Finalmente, a minha preferida: um de vocês googlou "como pôr a traseira de uma zundapp mais alta". O Google esteve bem porque eu menciono a Zundapp na secção Carina, mas se alguém já tivesse implementado um filtro de bom gosto, de certeza que o teclado do cibernauta em questão teria explodido.
Temo bem que ele estaria em busca de instruções pormenorizadas para inclinar a rabeira do seu veículo num ângulo ridiculamente exagerado, como vejo os picas fazerem às suas DTs. Certamente que a matrícula e a iluminação traseira seriam baixas inocentes mas inevitáveis neste massacre. Não só o conceito de desfigurar um veículo para que o operador se torne mais atraente ao sexo oposto e suba na hierarquia do seu gang de aceleras do bairro é patético em si, mas o facto desta pobre alma possuir apenas uma mera Zundapp onde possa expressar os seus impulsos criativos xunings reveste-se duma aura tragicómica deprimente. Alguém arranje uma japuna ao homem e lhe mostre como pôr a rabeira a apontar para cima. A Horta, custa-me dizê-lo, falhou neste ponto.
29.9.07
Piaggios na Vandoma
Costumam estar sempre lá parados estes espécimes da Piaggio: um Ape abundantemente reflectorizado (e com dois projectores na dianteira) que já figurou no Portugueses ao Volante, outro Ape vetusto de rara variante com barras de tejadilho muito gueto, e uma Sprint com montes de tralha em cima incluindo a afamada estrelinha teutónica.
28.9.07
Ranger Bob, o vosso mestre e senhor
O humano Bob continuará a assistir-me em certas tarefas manuais de importância menor. Rapidamente todos vocês serão reduzidos à condição de míseros escravos, como ele. Ah, e as vossas scooters são feias.
Após um falhanço catastrófico dum disco duro, perderam-se informações vitais que custarão a ser recuperadas: uma viagem a LX e ao VCL; fotos de Casal Carina; textos, gráficos, imagens e ideias; mapas dos campos de minas Klingons. Todos vocês pagarão o preço em sofrimento e dor, a começar hoje com actualizações semi-diárias! Mua-ah-ah-ah-ah! Mua-ah-ah-ah-ah!
1º ScooterPT Camping
Só consegui sair do Porto no Sábado às 19 e pouco, e passei pelo Sérgio Sousa num semáforo, até consegui sentir a inveja e o ódio ahah!
Siga a rolar por aí abaixo, sempre a 80/90 e a 300º. Rapidamente ficou noite. Ali para os lados da Figueira, na A17 creio, a única luz era a do meu farol. Uma estrada completamente recta e vazia a desenrolar-se à minha frente, dos lados apenas umas ténues silhuetas de árvores, e no meu retrovisor um círculo de preto total. Só eu, a Vespa, e a estrada. É assim uma coisa zen meio surreal, potenciada pelo facto que a minha luz da frente passa só para os mínimos quando lhe apetece. Um gajo fica logo contente por poder esticar as pernas à bicha.
Cheguei ao Tamanco já no rescaldo do jantar, meio preocupado com a logística gastronómica, mas rapidamente se dissiparam todas as dúvidas. Mal pousei o capacete, puseram-me logo um pão com febras e um copo de sumo nas mãos, 5 estrelas, fully sorted!!! Quem tratou do churrasco e dos comes e bebes vai passar a receber um postal de Natal meu todos os anos, excelente!
Rever os velhos amigos e fazer novos, contar histórias à mesa, beber umas jolas, dizer mal das scooters dos outros, haverá algo melhor? Mais uma vez o LTB e a Kait forneceram-me uma cama para eu usar, e até expulsaram o cão antes ehehehe. Quando é o próximo? Admin rules!
"Tenho uma fortuna incalculável! Tenho milhares de chinelos em casa."
"Eu sou apenas um rapaz que se esforça."
"Estou a ficar rico com o scooterpt."
"NÃO! Essas fotos são falsas, eu não faço isso!"
"Isso foi uma fase, já passou."
"Não digam a ninguém, mas o XXXXXXXXX sou eu."
"Quem é que quer descarregar fotografias?"
"Bob filho, tenho tantas saudades tuas!"
"Olha... Não sabia que faziam a recolha de lixo ao Domingo..."
"170kms? É uma horita."
"Cuidado que isso não trava nada atrás."
"É o Lambretta na Valetta!!! ROFL"
"Vieste sozinho?"
"67.000 pessoas não podem estar enganadas."
29.5.07
Circuito da Boavista 2007
Códigos MaxMeyer desvendados?
"A publicação dos livros Vespa Tecnica foi recebida como o capítulo final da história daquela marca famosa, que estava em falta. Infelizmente, à medida que os livros eram fornecidos a conta-gotas aos fãs da Vespa, a realidade da situação revelou ser diferente. Alguns dos produtos da fábrica Piaggio tinham sido deliberadamente- ou assim parecia- ignorados, e existiam notas técnicas que levantavam mais problemas. Entre estes destacavam-se, sem dúvida nenhuma, as notas sobre as cores de pintura usadas. Estas cores indicadas no fim de cada secção de modelo eram listadas como `Max Meyer colour code: XXXX' e estes códigos tornaram-se notórios em virtude do simples facto de nenhum fornecedor de tinta os conseguir converter nalgum código de cor significativo.
Recentemente, o véu de obscuridade poderia ter sido levantado com a firma Max Meyer a ser absorvida pelo gigante americano PPG (N.T.: O site www.maxmeyer.com salta para o site da PPG). Assumia-se que a nova companhia iria estandardizar os códigos de cores e que tudo seria revelado... Infelizmente, de novo, tal não aconteceu... Os códigos de cores Vespa Tecnica não tinham significado algum para os fornecedores de tinta PPG! (N.T.: Existem revendedores MaxMeyer em Portugal, pelo menos em Coimbra e Aveiro, onde me informaram que poderiam fornecer tinta segundo os códigos originais. Nunca experimentei, no entanto). Entra em cena Colin Judd, mestre da oficina de pintura e, agora, detective da pistola de tinta! Colin dedicou a sua vida ao restauro de pinturas em carros clássicos e tem um forte interesse no género das scooters. Quando lhe mostraram os livros Tecnica e estando um bocado baralhado acerca dos códigos de cores, Colin usou um processo lógico para revelar o enigma dos códigos...
Pegando na Vespa SS180 como um exemplo, esta saía da fábrica em três cores que eram indicadas no livro Tecnica da seguinte maneira:
• Branco Hawthorne - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 1715.
• Vermelho - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 5847.
• Azul Pavão (Peacock Blue) - Max Meyer Colour Code: 1. 298. 7220.
O Colin conseguiu ver um padrão óbvio na partilha do `1' e nos três dígitos seguintes em cada código. Após folhear os livros Tecnica, tornou-se também óbvio que o primeiro dígito, `1', era às vezes `2', mas neste caso, apenas para tons metalizados. Por exemplo, a Rally 200 tinha uma cor indicada como:
• Branco Lua Metálico (Mettalic Moon White) - Max Meyer Colour Code: 2. 268. 0108.
Isto fez vibrar uma corda em Colin, já que ele sabia que um acabamento metalizado necessitava de duas camadas, e não apenas a camada única de um acabamento não-metalizado. A verificação de outros códigos metálicos nos livros deu a entender que o primeiro dígito - `2' - referia-se ao número de camadas necessárias para obter aquela tonalidade de cor em particular.
Os três dígitos seguintes eram sempre os mesmos na sequência de números para cada um dos modelos, num dado período temporal. Foram assim vistos como sendo códigos de produto ou de lotes indicando uma determinada série de produção (N.T.: Acho que ele quer dizer que estes dígitos apenas se referem ao ano de criação/ produção da tinta, não tendo nada a ver com a cor propriamente dita).
Isto deixou Colin com os últimos quatro dígitos... Ele tinha o grosso catálogo de cores da PPG à frente dele mas, infelizmente, cada código de cor na secção Piaggio tinha apenas três dígitos. Após algumas consultas com os seus contactos na PPG e algum coçar de cabeça... Fez-se luz!... Ignore-se o primeiro dígito do grupo de quatro e o código combina perfeitamente com o catálogo PPG...Uau!! Como exemplo, o pouco usual Azul Pavão com o seu código Max Meyer 1. 298. 7220 aparece no catálogo PPG com o código 220, sendo tranquilizadoramente descrito como Blu Pavone (Azul Pavão).
Colin tinha descoberto o código das cores!"
Adorei esta história e gostaria de pagar um Sumol ao Colin. É prova luminosa que não há nenhum problema que não possa ser resolvido, nem nenhuma desculpa para se cortarem cantos. Basta querer e usar a cabeça.
E já agora, a frase da semana: "O sr. Santos da Casa das Luvas deu-me esse Fiat 1500. Deu-me o carro e dois sacos de laranjas."
[Edit: vejam o update!]
20.5.07
Automobilia 2007 em Aveiro
Por lá se viu um senhor que tinha comprado uma 50ss por 200 euros, pensando que era uma Vespa normalíssima, bem como um vendedor que garantia a pés juntos que um prato de bobines funcionava, porque o tinha tirado deste motor (apontando para um motor de smallframe) e que o podia provar: "monto já neste [outro motor de smallframe] e garanto que o motor funciona!". Punch line: o prato era de uma Rally 200 electrónica.
11.5.07
Bunker/ Fauna
O meu sonho sempre foi ter uma garagem com sofá e mesa de ping-pong. Os dardos são um passo na direcção certa, e um colega até me ofereceu um sofá usado, e o uso da sua carrinha para o ir levar. Infelizmente, o
problema das inundações invernais coloca um entrave em tão onírica oferta. Um dia...O Coriscada enviou-me uma foto de mais um excelente exemplar de Scooterium Ruralis Lusitaniae (ver outros exemplares), avistado nesse magnífico viveiro/ reserva natural que é a região de Aveiro. Está lá tudo, mesmo o penico vintage. E até acredito que aquela seja a pintura de origem...
GuetoForming... not
Hoje de manhã cedo comecei entusiasticamente a aquecer plástico. Rapidamente, notei que algo não estava bem. O plástico não ficava mole como deveria. Mais calor. Mais tempo. Continua duro. Começa a ficar branco. Hmmmm, espero que seja normal, deve voltar ao transparente quando arrefecer. Mais calor. Nada. Fracasso total.
Já iniciei diligências para localizar placas XL de plástico "do bom" para Guetoformar umas peças à homem. Dedos cruzados. Entretanto, se alguém precisar de plástico transparente de 1mm, apitem- tenho 2 metros quadrados disso para despachar.
6.5.07
Feira de Espinho
Como vocês gostaram tanto do símbolo da Ultramarina Seguros, aqui vai outro da Imperial Seguros, que está na minha LD. Na feira estava lá o mesmo escudo refeito. Aparentemente, há uma pessoa a refazê-los/ reproduzi-los, não consegui perceber bem.
4.5.07
Blog Rodas de Viriato
A gente simpática do blog Rodas de Viriato destacou a Horta e a sua secção Casal Carina na actualização de ontem. Obrigado!
Recomendo visitas regulares a este blog único. Todos os dias uma nova actualização desvenda mais um veículo nacional, desde motorizadas até UMMs, passando por bicicletas e vagões de caminhos-de-ferro. Um trabalho nobre.
GuetoFormer v1.0 is online
O Guetoforming foi desenvolvido por uma seita tibetana de monges budistas eremitas no século III antes de Cristo. Passada secretamente de geração em geração, esta tecnologia mística não é acessível ao comum mortal. Passei 7 anos a vaguear as montanhas geladas do Tibete, vestindo apenas umas cuecas desconfortáveis de couro de iaque, e comendo apenas piolhos e ténias de iaque até os monges aceitarem partilhar o seu segredo comigo. Finalmente, o meu sonho tornou-se realidade.
Durante a construção consegui martelar o polegar esquerdo, fazendo uma bonita bolha de sangue. Doh! Mas toda a dor física valeu a pena, quando vi as peças a formarem-se magicamente perante os meus olhos incrédulos, pela acção das Forças Primordiais
Chama-se Guetoforming e vocês viram-no aqui primeiro. Não o podem comprar no eBay, nem encomendar na SIP. Outro magnífico exclusivo da Horta, brevemente numa Vespa perto de si. O transparente é o cromado do século XXI. Pimpin' it Horta style, bitches!
28.4.07
Um dia em cheio
À noite, rumei à Tertúlia Castelense para uma noite de música "comme il faut". "The Poppers", potenciados por um sistema audio de qualidade e o
