| Foto de Luca Prioli |
1.8.11
Ignição electrónica numa Sprinter
Jovem! Queres meter ignição electrónica na tua Sprinter ou derivados? A SIP ajuda-te com uma nova cambota da Mazzucchelli que encaixa na Sprinter/ Super/ GTR/ VBA/ VBB/ GL e outras.
Até agora quem quisesse dizer adeus aos platinados tinha que optar ou por peças Bajaj ou pelo caro Vespatronic. A nova solução é uma cambota tipo Sprint, em tudo idêntica à original, excepto pelo espigão direito que toma o formato do da moderna PX, permitindo montar a ignição electrónica comprovada e acessível desta última. É necessário usar um espaçador para evitar ter que fazer modificações no prato de bobinas. O preço aproximado é €133.
Até agora quem quisesse dizer adeus aos platinados tinha que optar ou por peças Bajaj ou pelo caro Vespatronic. A nova solução é uma cambota tipo Sprint, em tudo idêntica à original, excepto pelo espigão direito que toma o formato do da moderna PX, permitindo montar a ignição electrónica comprovada e acessível desta última. É necessário usar um espaçador para evitar ter que fazer modificações no prato de bobinas. O preço aproximado é €133.
| Foto de SIP Scootershop |
Jovem! Não te apetece abrir o motor para poderes atravessar os portões dourados para a terra da ignição electrónica? A ScootRS também tem algo que te interessa, um kit de conversão electrónico de 12 volt com um volante do tipo PX e um CDI Ducati comum. 100% completo, sem necessidade de adquirir peças extra, este kit serve em qualquer scooter do tipo VBB/Super/Sprinter (incluindo VLA e 125's semelhantes). O preço aproximado é 219 dólares.
| Foto de ScootRS |
29.7.11
28.7.11
27.7.11
Vídeo musical com classe
Um telescópio não é algo de extraordinariamente interessante certo quero dizer tem sempre alguma piada poder ver objectos estupidamente distantes mas a coisa fica por aí ou talvez não ora tomemos por exemplo o Sol situado a 8 minutos-luz da Terra isso significa que a luz da nossa estrela demora 8 minutos até chegar a nós uma consequência engraçada disto é que quando olhamos para o Sol cuidado perigo de cegueira não estamos a ver o Sol como ele é agora mas sim como ele era há 8 minutos atrás e é aqui que as coisas começam a ficar interessantes provavelmente estamos todos familiarizados com o conceito da máquina do tempo já H. G. Wells escreveu sobre este aparelho de ficção no fim do século XIX e nem foi o primeiro e decerto que também concordamos que é coisa que não existe na realidade nem existirá durante muitos anos ou talvez não é aí que entram os telescópios quanto maiores forem mais longe conseguem ver se construirmos um telescópio que consiga ver a um milhão de anos-luz de distância então como a luz demorou esse tempo todo até chegar a nós teremos uma imagem de como era esse pedaço de Universo há um milhão de anos atrás os telescópios são máquinas do tempo autênticas máquinas do tempo não podemos viajar ao passado mas podemos tirar-lhe uma foto impressionante ou quê os telescópios mais potentes conseguem ver objectos a 13 biliões de anos-luz o que se aproxima bastante da idade estimada do Universo e por isso aqui fica um vídeo com gajas e Apes.
26.7.11
Tudo sobre a Lambretta LN
Bem, tudo não. Aí uns 2 ou 3 parágrafos.
Lambretta Originale from LifeLongariLoman on Vimeo.
A apresentação oficial da nova Lambretta LN decorreu há poucos dias e as reacções começam a chegar ao super-computador da Horta que agora as digeriu e regurgitou numa dose pequena de fácil digestão. (todas as apreciações desta posta são de validade duvidosa já que eu nem sequer vi o bicho ao vivo)
Aquela que pode ser considerada como a primeira Lambretta nova em 40 anos foi concebida e desenhada por Italianos, mas ao nível do design eu estava à espera de muito mais: a traseira até se safa mas a frente tem um aspecto tristemente plástico e asiático. A LS (versão de 50cc ainda não lançada) parece mais bonita. (Update: a LS terá versões de 125 e 150cc, também)
Aquela que pode ser considerada como a primeira Lambretta nova em 40 anos foi concebida e desenhada por Italianos, mas ao nível do design eu estava à espera de muito mais: a traseira até se safa mas a frente tem um aspecto tristemente plástico e asiático. A LS (versão de 50cc ainda não lançada) parece mais bonita. (Update: a LS terá versões de 125 e 150cc, também)
A construção é Taiwanesa, cortesia da SYM e da base da bem conhecida Fiddle 125, o que augura qualidade e fiabilidade razoáveis. Há painéis metálicos (surpresa!) nos balons e na dianteira, mas o quadro continua a ser tubular e o plástico abunda. O motor é um comum oitavo-de-litro a 4 tempos arrefecido a ar, e haverá uma versão 150.
Com inspiração clara nos vetustos modelos LI e SX, a LN estará disponível em cinco combinações de cores: verde, azul, amarelo, vermelho e salmão. O farolim e os piscas são de LEDs (os piscas traseiros salientes parecem muito expostos aos obstáculos) e o equipamento é normal. Não há conta-rotações mas há um botão de abertura do selim no guiador. Por baixo do selim não há espaço suficiente para meter um capacete tipo jet!
Pontos positivos: linhas retro (para quem as achar agradáveis), base SYM comprovada, conforto, comportamento na cidade, rodas de 12 polegadas, gancho de bagagem e chão plano. Pontos negativos: preço elevado, comportamento a alta velocidade, velocidade máxima de 90 à hora, espaço por baixo do selim diminuto, comportamento da forqueta, iluminação fraca. Resumo: parece ser uma scooter apenas para cidade, e ainda por cima carota - o preço no estrangeiro ronda os €3799. Podem ver um teste em vídeo aqui. E já não falo mais em aceleras durante o resto do ano.
Com inspiração clara nos vetustos modelos LI e SX, a LN estará disponível em cinco combinações de cores: verde, azul, amarelo, vermelho e salmão. O farolim e os piscas são de LEDs (os piscas traseiros salientes parecem muito expostos aos obstáculos) e o equipamento é normal. Não há conta-rotações mas há um botão de abertura do selim no guiador. Por baixo do selim não há espaço suficiente para meter um capacete tipo jet!
Pontos positivos: linhas retro (para quem as achar agradáveis), base SYM comprovada, conforto, comportamento na cidade, rodas de 12 polegadas, gancho de bagagem e chão plano. Pontos negativos: preço elevado, comportamento a alta velocidade, velocidade máxima de 90 à hora, espaço por baixo do selim diminuto, comportamento da forqueta, iluminação fraca. Resumo: parece ser uma scooter apenas para cidade, e ainda por cima carota - o preço no estrangeiro ronda os €3799. Podem ver um teste em vídeo aqui. E já não falo mais em aceleras durante o resto do ano.
| Foto do fabricante |
Cilindrada: 52,4 x 57,8
Motor: 4 tempos, 1 cilindro, 2 válvulas
Potência: 8,8 cavalos -8000 rpm
Torque máx.: 8,6 Nm - 6500 rpm
Arrefecimento: ar
Arranque: eléctrico
Alimentação: por carburador
Transmissão: automática
Suspensão fr.: forqueta telescópica hidráulica, ø33, 107 mm de curso
Suspensão tr.: 1 amortecedor de mola
Travão fr.: 2 pistões, ø 190mm
Travão tr.: tambor, ø 130mm
Roda fr.: Tubeless 110/70-12"
Roda tr.: Tubeless 120/70-12"
Peso: 114 Kg
Capacidade depósito: 6 litros
Autonomia: 160 Km
Consumo médio: 3,8 l/100 km
Quadro: aço tubular
Comprimento: 1962mm
Altura selim: 784mm
Velocidade máx.: 90 km/h
25.7.11
Lambrettas em viagem
As Segundas-feiras são complicadas - já disse isso, certo? (vídeos via BRM)
San Francisco to Portland from Arne Gerhard on Vimeo.
22.7.11
Links de Sexta-feira
- Vespa sport porn (inclui tombo)
- O dia mais longo do Projecto, parte 1 no Kes
- As Lambrettas oficiais dos Jogos Olímpicos de Roma (1960)
- Kit Vespa 1:1, com a mesma classe que aquela escultura da Vespa explodida
- O que é que NÃO se pode aparafusar à dianteira duma Lambegreta?
- Mais sobre a Lambretta LN (em Francês)
21.7.11
25 anos de T5
A derradeira evolução da gloriosa linhagem desportiva da Vespa clássica, a emblemática T5, está a celebrar 25 anos de idade. Para comemorar esta efeméride, a Horta apresenta uma secção duma brochura publicitária nacional da época com uma foto de estúdio e as características básicas da "PX125 T5". O consumo indicado afigura-se-me como criminosamente optimista. :-)
A Scooter Center fez um vídeozito comemorativo onde também mostram algumas das peças que têm disponíveis para este modelo, caso um restauro esteja nos vossos planos.
20.7.11
Uma peça de cada vez
A "nova" PX/ PX de 2011/ E3/ M741/ ZÁPMer pode ter uma quantidade assustadoramente grande de designações alternativas, mas o seu preço não lhe fica atrás; depois de pagarmos a documentação toda e o capacetezinho da marca e os pneus de faixa branca, talvez recebamos troco de 4000 euros. Sou assim obrigado a constatar que a substituição da minha própria Vespa PX não é provável.
A não ser que eu transforme a minha PX de 1987 numa PX completamente nova, trocando uma peça de cada vez. De génio! Comecei pelo perno da alavancazinha do travão de trás que bem precisava. Já sinto a diferença na suavidade de condução e tudo.
A operação foi relativamente indolor graças a uns zip-ties reciclados habilmente posicionados.
E, para o meu próximo truque, vou desmontar e limpar o filtro de ar em andamento.
19.7.11
Problemas de parafusos
O parafuso não quer girar. E agora?
A primeira coisa a fazer é não fazer nada. Evitar piorar a situação. Fume-se um cigarro/ beba-se um café/ veja-se um episódio do Dragon Ball e retome-se o problema de mente limpa e descontraída. Limpe-se bem o parafuso, pegue-se na chave de melhor qualidade disponível e tente-se de novo. Umas pancadinhas no parafuso podem ajudá-lo a soltar-se, e empurram as rebarbas criadas pelo escorregar da ferramenta de volta ao sítio, "apertando" a fenda/cruz onde a chave encaixa. Umas pancadinhas na chave de fendas/de cruz para a encaixar bem também não fazem mal.
Para evitar que uma chave de fendas derrape deve-se usar a maior chave possível, e com faces paralelas. Para evitar que uma chave em cruz (Philips) derrape, devemos aplicar força no sentido do parafuso, apoiando todo o nosso peso no cabo; a chave pode então ser girada com um alicate ou um roquete (se a chave tiver essa aplicação). Se se tratar de um parafuso de cabeça hexagonal e a chave de bocas tiver folga excessiva na cabeça, pode-se tentar eliminar essa folga com uma lasca de metal fino o que diminuirá a probabilidade da chave saltar por cima das arestas.
A primeira coisa a fazer é não fazer nada. Evitar piorar a situação. Fume-se um cigarro/ beba-se um café/ veja-se um episódio do Dragon Ball e retome-se o problema de mente limpa e descontraída. Limpe-se bem o parafuso, pegue-se na chave de melhor qualidade disponível e tente-se de novo. Umas pancadinhas no parafuso podem ajudá-lo a soltar-se, e empurram as rebarbas criadas pelo escorregar da ferramenta de volta ao sítio, "apertando" a fenda/cruz onde a chave encaixa. Umas pancadinhas na chave de fendas/de cruz para a encaixar bem também não fazem mal.
Para evitar que uma chave de fendas derrape deve-se usar a maior chave possível, e com faces paralelas. Para evitar que uma chave em cruz (Philips) derrape, devemos aplicar força no sentido do parafuso, apoiando todo o nosso peso no cabo; a chave pode então ser girada com um alicate ou um roquete (se a chave tiver essa aplicação). Se se tratar de um parafuso de cabeça hexagonal e a chave de bocas tiver folga excessiva na cabeça, pode-se tentar eliminar essa folga com uma lasca de metal fino o que diminuirá a probabilidade da chave saltar por cima das arestas.
| A chave de pancada funciona à pancada, literalmente |
E se mesmo assim o parafuso de fenda/cruz não girar? Utilize-se uma chave de pancada ("impact driver"). É uma peça pesada e sólida que contém um mecanismo em espiral no seu interior. Ao darmos uma martelada na sua extremidade, a outra ponta irá rodar um oitavo de volta. A combinação da força do martelo no sentido do parafuso e o movimento de desaperto (ou aperto, pode-se seleccionar) simultâneo consegue rodar parafusos aparentemente imóveis para toda a eternidade.
O calor ajuda. Aquecer as roscas à volta do parafuso preso, especialmente se forem de alumínio, dilata-as e ajuda o processo. Podem-se aplicar vários ciclos de calor e frio para ajudar a "descolar" um parrafuso que sofra de corrosão ou soldadura galvânica. Óleo penetrante durante alguns dias também é terapêutico.
Cabeça moída/arredondada? A primeira solução é preventiva: usar uma ferramenta de qualidade e em bom estado que se ajuste perfeitamente à cabeça, e não a deixar escorregar. As restantes soluções são algo mais destrutivas: agarrar no bicho com um alicate de pressão, ou cortar uma ranhura na cabeça com uma Dremel para utilizar uma chave de fendas, ou bater com um ponteiro numa extremidade da cabeça para a tentar fazer girar, ou fazê-la desaparecer por completo (cortando-a ou furando-a com um berbequim).
O calor ajuda. Aquecer as roscas à volta do parafuso preso, especialmente se forem de alumínio, dilata-as e ajuda o processo. Podem-se aplicar vários ciclos de calor e frio para ajudar a "descolar" um parrafuso que sofra de corrosão ou soldadura galvânica. Óleo penetrante durante alguns dias também é terapêutico.
Cabeça moída/arredondada? A primeira solução é preventiva: usar uma ferramenta de qualidade e em bom estado que se ajuste perfeitamente à cabeça, e não a deixar escorregar. As restantes soluções são algo mais destrutivas: agarrar no bicho com um alicate de pressão, ou cortar uma ranhura na cabeça com uma Dremel para utilizar uma chave de fendas, ou bater com um ponteiro numa extremidade da cabeça para a tentar fazer girar, ou fazê-la desaparecer por completo (cortando-a ou furando-a com um berbequim).
| Não são machos mas são ferramenta de macho |
No caso de a cabeça partir ou se a decidirmos cortar entra em cena outra ferramenta especializada, o extractor de parafusos. Parece-se com um conjunto de machos de fazer rosca mas a diferença reside numa espiral pronunciada no sentido inverso ao normal. Para o usarmos, deve-se fazer um furo no centro do corpo do parafuso. O extractor encaixa no furo e, ao ser apertado no sentido anti-horário, faz girar o parafuso também. O truque é fazer um furo alinhado com o veio do parafuso, que não "saia fora" do parafuso e danifique as roscas. Usar brocas de qualidade novas, fazer uma marca inicial com um ponteiro, utilizar uma broca mais fina inicialmente e ir alargando o furo, sem pressa e com o berbequim perfeitamente alinhado são excelentes ideias.
Se tudo falhar, aquele torneiro habilidoso que o não-sei-quantos conhece consegue resolver o problema.
Se tudo falhar, aquele torneiro habilidoso que o não-sei-quantos conhece consegue resolver o problema.
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