Os navios têm pinta. São os maiores objectos móveis construídos pelo Homem. São uma cidade em ponto pequeno completamente estanque e independente. Nesta zona de Aveiro, carregam com a enorme herança da história da pesca do bacalhau que se estende por muitas gerações. E mantêm sempre uma pose altiva e orgulhosa, mesmo quando maltratados e abandonados. Quando ganhar o Euromilhões, compro uma zona industrial abandonada- está decidido. E se incluir um porto, ainda melhor.
21.10.07
Zona Portuária de Aveiro
Os navios têm pinta. São os maiores objectos móveis construídos pelo Homem. São uma cidade em ponto pequeno completamente estanque e independente. Nesta zona de Aveiro, carregam com a enorme herança da história da pesca do bacalhau que se estende por muitas gerações. E mantêm sempre uma pose altiva e orgulhosa, mesmo quando maltratados e abandonados. Quando ganhar o Euromilhões, compro uma zona industrial abandonada- está decidido. E se incluir um porto, ainda melhor.
20.10.07
Canecada no Norte
Hoje teve lugar mais uma [rebaptizada] Canecada, com um número recorde de 13 participantes rolantes, com um décimo quarto a estacionar por breves instantes. Também se bateu um recorde de marcas presentes, graças à Heinkel do Rui e à Carina do Chef.
Se os meus maltratados neurónios não me falham, os transeuntes foram deliciados com três 50s, duas PX, uma VBB, uma Heinkel, uma Carina, duas FL2, uma PK, duas GranTurismo, e uma Sprint que carregou com dois desde Albergaria. Desde exóticas restauradas ao "prumenor" até às cinquentinhas extra-maduras, passando pelas automáticas modernas, estava lá uma de cada. Ok, estou a exagerar. Mas foi fixe.
19.10.07
Preços loucos
Já se tornou comum ver Sprints, Supers e GTRs "recuperadas" anunciadas a 3000 euros, e não são novidade valores na casa dos 4 milhares de euros. Recentemente deparei-me com uma 150 Sprint anunciada a -engole em seco- 4950 euros. Eu repito: 4950 euros. O link para o anúncio não estava a funcionar, e este desapareceu pouco tempo depois. No entanto, o recorde foi estabelecido. Se esse anúncio tivesse um contacto, juro-vos que faria todos os possíveis para ir ver o veículo com os meus olhos e entrevistar o vendedor acerca dos seus critérios de valorização. Estou certo que os resultados seriam interessantíssimos, numa perspectiva mórbida e deprimente.
A barra subiu. Quem dá mais? Espero, trepidante, pelo primeiro anúncio duma Sprint de 5000 euros. Quanto tempo demorará?
18.10.07
Cafezada no Norte, e em LX
No próximo Sábado, nova edição da Cafezada no Norte. Todos os scooteristas do Porto e arredores estão convidados para bater um papo e dar um giro. O ponto de encontro é na Rotunda da Anémona (rede de pesca), ao lado do Edifício Transparente, entre as 14:30h e as 15:00h."Mas eu tenho o azar de morar na Capital", ouço lá do fundo. Não faz mal pois os mouros copiaram a ideia e vão-se reunir no mesmo dia 20 no bar "À Margem", à vista da Torre de Belém, pelas 14 horas. Apareçam!
17.10.07
Nova loja da Ascari
Quem gosta de scooters, também gosta de livros sobre scooters. E que melhor sítio para os adquirir que na Ascari? Fui visitar a nova loja e fiquei agradavelmente surpreendido. O espaço é mais prático e a localização é central (topo da Rua da Constituição).
16.10.07
Carta de condução - novas regras
As exigências do exame prático de condução de motociclos também se afastaram dos tradicionais "oitos" para incluirem coisas como "ajustar o equipamento de protecção", "manobra evitando um obstáculo à velocidade mínima de 50 km/h", "travagem de emergência à velocidade mínima de 50 km/h", e "proceder a verificações aleatórias sobre o estado de [vários sistemas do motociclo]...", incluindo algo denominado de "catadióptricos". Tive que procurar tal expressão no dicionário: são os reflectores.
E aí está, o dinheiro dos nossos impostos a trabalhar. Quando se aproximarem das 50 Primaveras, ajustem o vosso equipamento de protecção e verifiquem aleatoriamente os vossos catadióptricos, porque é hora de revalidar a carta.
15.10.07
Elas andam aí
Elas andam aí. Um conceito que exige fé, e não provas. Existirão raras ocasiões, no entanto, em que a porta do cofre ficará ligeiramente entreaberta e poderemos vislumbrar com os nossos próprios olhos máquinas magníficas de que apenas ouvimos falar em conversas reservadas nalgum encontro ou passeio obscuro. Estas autênticas cápsulas do tempo que se cruzam connosco têm o poder de nos transportar a uma época passada, onde as roupas, a música, a comunicação, os veículos eram diferentes.
Há uns dias estava eu em Matosinhos, a uns meros 10 minutos de minha casa, quando passo à frente de um garageirozeco minúsculo que nunca me despertou interesse. Estacionada à porta encontrava-se uma Lambretta SX150, num estado muito aceitável de conservação. Já tinha levado uma banhoca de tinta e revelava um ou dois pormenores manhosos, mas parecia pronta para levar com uma palete de quilómetros em cima. É claro que se seguiu enérgica e ruidosa travagem, com desrespeito total pelas regras que governam a utilização dos sinais indicadores de mudança de direcção.
No interior do garageiro, identifiquei o cavalheiro proprietário de tão distinto veículo. Fui informado que a SX não se encontrava à venda, já que o proprietário se considerava um coleccionador, possuindo ainda mais tipos de Lambrettas: 200, 175, 150, LIs, LDs, e outra que seria "a única em Portugal". No decurso da breve conversa não consegui descortinar a personalidade do meu interlocutor: arrogante exibicionista que gosta de ter só para mostrar, verdadeiro apaixonado com amor à marca, ou curioso casual com sorte nos achados. Pude, isso sim, confirmar que elas verdadeiramente andam aí, e a apenas 10 minutos de casa.
No interior do garageiro, identifiquei o cavalheiro proprietário de tão distinto veículo. Fui informado que a SX não se encontrava à venda, já que o proprietário se considerava um coleccionador, possuindo ainda mais tipos de Lambrettas: 200, 175, 150, LIs, LDs, e outra que seria "a única em Portugal". No decurso da breve conversa não consegui descortinar a personalidade do meu interlocutor: arrogante exibicionista que gosta de ter só para mostrar, verdadeiro apaixonado com amor à marca, ou curioso casual com sorte nos achados. Pude, isso sim, confirmar que elas verdadeiramente andam aí, e a apenas 10 minutos de casa.
14.10.07
12.10.07
um cara chamado Horta
Aparentemente, há um cara que se chama Horta que tem uns projectos bem Hardcores, já que na Europa rola umas corridas de vespinhas bem envenenadas. Ah, e uma análise mais cuidada do link para a Horta revelará fortes evidências que esta abandonou a nacionalidade Espanhola e passou a ser Brasileira. Valeu, galera! Quebrô meu galho!
11.10.07
Estranjas ignorantes dum raio
Pois apanhei um site qualquer BikeLinks que lista a Horta como um "Spanish site". Os gajos julgam que eu sou Espanhol? Mas por que carga de água?!... Ai é? Vocês para mim também parecem todos Canadianos, tomem lá! Bem, pelos menos puseram a Horta à frente da ET4 e da Liberty. Senão, tínhamos problemas...
10.10.07
Update do medidor de compressão
Ora pois então a PX deu-me 125 psi de compressão a quente, como já leram. Medi a quente pois era o que diziam as instruções. Alguns de vós consideraram que a medição também deveria ser feita ou só deveria ser feita a frio. Assim, fiz uma medição a frio e deu 140 psi.
Também medi a compressão na VBB e deu-me 70 psi a quente e 80 psi a frio. São valores muito baixos, testemunhos quantitativos da maturidade mecânica da velha senhora. Posso, assim, concluir que a compressão a frio é uns 13% maior que a compressão a quente, e estabelecer comparações no futuro quando apenas um dos valores estiver disponível. Também passo a dispôr de uma chave para jogar no Euromilhões desta semana.
Também medi a compressão na VBB e deu-me 70 psi a quente e 80 psi a frio. São valores muito baixos, testemunhos quantitativos da maturidade mecânica da velha senhora. Posso, assim, concluir que a compressão a frio é uns 13% maior que a compressão a quente, e estabelecer comparações no futuro quando apenas um dos valores estiver disponível. Também passo a dispôr de uma chave para jogar no Euromilhões desta semana.
9.10.07
O Gafanhoto versão Sport 8
Lembram-se do suporte central de pneu suplente que fabriquei para a minha VBB? (podem vê-lo aqui.) Na literatura especializada poderão encontrá-lo sob a denominação "Gafanhoto Classique 8". Algum tempo depois do seu lançamento, fui abordado pelo Conselho de Administração do Museu do Automóvel Clássico de Montachique com vista ao desenvolvimento de uma variante do Gafanhoto, adequada aos rigores e solicitações do Campeonato Nacional de Velocidade. Surge, assim, uma nova versão do Gafanhoto, a Sport 8.
As primeiras imagens do protótipo, já em testes na zona ribeirinha da Invicta, mostram claramente um ponto de fixação adicional no parafuso dianteiro do selim, proporcionando uma rigidez lateral impressionante. A tira de couro com fivela cromada, na realidade uma coleira de cão nº6, traz uma elegância retro ao conjunto, para além de adicionar segurança na fixação do elemento pneumático circulante.
O fecho de tensão oferece a possibilidade de ser bloqueado com uma golpilha, para segurança dinâmica, e/ou com um pequeno aloquete, para segurança estática. Para finalizar, nota-se ainda a presença de speed holes nas abas laterais. Este é um pequeno pormenor que se revelará de crucial importância, desmoralizando a competição ainda antes da prova começar com uma estocada psicológica fatal de 12mm de diâmetro.
O protótipo Racer 8 deverá ser zincado no futuro próximo. Relembramos que este artigo exclusivo não se encontra à venda nas lojas.
O fecho de tensão oferece a possibilidade de ser bloqueado com uma golpilha, para segurança dinâmica, e/ou com um pequeno aloquete, para segurança estática. Para finalizar, nota-se ainda a presença de speed holes nas abas laterais. Este é um pequeno pormenor que se revelará de crucial importância, desmoralizando a competição ainda antes da prova começar com uma estocada psicológica fatal de 12mm de diâmetro.
O protótipo Racer 8 deverá ser zincado no futuro próximo. Relembramos que este artigo exclusivo não se encontra à venda nas lojas.
8.10.07
1ª Prova de Regularidade Guimarães-Lisboa
A prova foi um sucesso e pôs toda a gente feliz. A "Patocycles/ Horta das Vespas/ Bob rules Mexe sucks Team" até conseguiu o segundo lugar. O prémio, uma garrafa de espumante, foi imediatamente transferido para a guarda do bar do VCL a fim de ser consumido em ocasião merecedora. Também tínhamos o nome mais fixe.

A prova em si foi bastante básica e sub-organizada mas ninguém ligou a isso pois a viagem e o convívio ofuscaram qualquer falha. Correu tudo sem dificuldades a nível de dormidas e comidas, o que não deve ter sido fácil de organizar. Uma das coisas que gostei mais foi chegar aos postos de controlo e estar lá o pessoal do Vespa Clube correspondente com um sorriso, contentes por participar e ajudar. Havia sempre um pin de lembrança, ou um refresco. Muito bom. A meteorologia suplantou os meus requisitos mínimos de satisfação.
Também gostei daquela estradinha de Sábado à noite, que serpenteava ao lado da água. No escuro da noite, seguíamos a Vespa à nossa frente a um ritmo relaxante, com uma longa série de pontos luminosos perfeitamente alinhados no retrovisor, e as manchas de luz dos faróis lambiam as copas das árvores por cima de nós em sucessão psicadélica. As paragens nos postos de controlo davam tempo mais que suficiente para se conversar, e podíamos partir sem pressa nenhuma, tornando a experiência agradável e stress-free. Outra boa ideia foi a distribuição dos coletes reflectores, uma coisa simples mas que funcionou muito bem.
Houve um senhor que caiu e mandou a sua GT p'rós verdes, mas felizmente não foi grave. Um par de calças novo e siga. No fim, entrámos em caravana na capital, sempre uma experiência memorável. Um almoço simples mas eficaz na sede do VCL proporcionou mais convívio com todo o pessoal que lá se reuniu para assistir ao desenrolar desta prova inédita no passado recente. Poderei sempre dizer com orgulho que estive presente na primeira, e espero poder afirmar o mesmo da segunda.

Ao fim da tarde de Domingo, depois de uma visita rápida ao novo membro da família Admin, tomou-se o inevitável rumo Norte. Fiquei deveras contente com a viagem, pois não tive problemas de sono nem de costas. Os pontos altos do regresso foram a decoração dos sinais de trânsito à frente da ExpoBatalha com uma escultura de cerâmica representativa de parte emblemática da anatomia masculina, e a observação duma Via Láctea cristalina na escuridão silenciosa da A17. Agora, alguém me ajuda a descolar o raio do autocolante do número do balon?!!
A prova em si foi bastante básica e sub-organizada mas ninguém ligou a isso pois a viagem e o convívio ofuscaram qualquer falha. Correu tudo sem dificuldades a nível de dormidas e comidas, o que não deve ter sido fácil de organizar. Uma das coisas que gostei mais foi chegar aos postos de controlo e estar lá o pessoal do Vespa Clube correspondente com um sorriso, contentes por participar e ajudar. Havia sempre um pin de lembrança, ou um refresco. Muito bom. A meteorologia suplantou os meus requisitos mínimos de satisfação.
Também gostei daquela estradinha de Sábado à noite, que serpenteava ao lado da água. No escuro da noite, seguíamos a Vespa à nossa frente a um ritmo relaxante, com uma longa série de pontos luminosos perfeitamente alinhados no retrovisor, e as manchas de luz dos faróis lambiam as copas das árvores por cima de nós em sucessão psicadélica. As paragens nos postos de controlo davam tempo mais que suficiente para se conversar, e podíamos partir sem pressa nenhuma, tornando a experiência agradável e stress-free. Outra boa ideia foi a distribuição dos coletes reflectores, uma coisa simples mas que funcionou muito bem.
Houve um senhor que caiu e mandou a sua GT p'rós verdes, mas felizmente não foi grave. Um par de calças novo e siga. No fim, entrámos em caravana na capital, sempre uma experiência memorável. Um almoço simples mas eficaz na sede do VCL proporcionou mais convívio com todo o pessoal que lá se reuniu para assistir ao desenrolar desta prova inédita no passado recente. Poderei sempre dizer com orgulho que estive presente na primeira, e espero poder afirmar o mesmo da segunda.
Ao fim da tarde de Domingo, depois de uma visita rápida ao novo membro da família Admin, tomou-se o inevitável rumo Norte. Fiquei deveras contente com a viagem, pois não tive problemas de sono nem de costas. Os pontos altos do regresso foram a decoração dos sinais de trânsito à frente da ExpoBatalha com uma escultura de cerâmica representativa de parte emblemática da anatomia masculina, e a observação duma Via Láctea cristalina na escuridão silenciosa da A17. Agora, alguém me ajuda a descolar o raio do autocolante do número do balon?!!
Artigo na Scooting
A vossa personalidade cibernauta preferida, Ranger Bob, ele mesmo, teve o prazer de escrever um pequeno artigo para a revista Scooting sobre o primeiro Camping do ScooterPT. É apenas mais um passo em direcção à dominação mundial.
(nota: este artigo representa a primeira ocasião em que a expressão "comunidade Vespista hard-core" aparece numa publicação regular de língua Portuguesa, desde o início dos tempos)
4.10.07
AutoClássico 2007
O V Salão Internacional do Automóvel e Motociclo Clássico e de Época tem muito Automóvel mas pouco Motociclo. Não valeu a pena os 8 euros do bilhete. Acho que nem valeu a pena os 80 cêntimos da gasolina.
Passeio de bicicletas alternativas
A Horta também gosta de bicicletas. Habituem-se. Tenho tido o prazer de acompanhar o nascimento e crescimento da cena de bicicletas alternativas aqui no Porto. Há um mês atrás realizou-se um primeiro e tímido encontro destas bicicletas e dos seus apreciadores, e eu participei. O movimento agora ganha força e já se vai realizar o segundo encontro, no Domingo.
Vão à garagem, à arrecadação, ao sótão, ao quintal, e desenterrem aquela pasteleira antiga, ou a BMX que tinham quando eram putos. Dêem-lhe uma mangueirada e encham os pneus, e juntem-se à revolução. Choppers, cruisers, muscle-bikes, máquinas antigas/ vintage/ retro, home-made, urbanas, recumbentes, uniciclos, um passo à frente!
Vão à garagem, à arrecadação, ao sótão, ao quintal, e desenterrem aquela pasteleira antiga, ou a BMX que tinham quando eram putos. Dêem-lhe uma mangueirada e encham os pneus, e juntem-se à revolução. Choppers, cruisers, muscle-bikes, máquinas antigas/ vintage/ retro, home-made, urbanas, recumbentes, uniciclos, um passo à frente!
3.10.07
Regularidade Guimarães-Lisboa, preparativos de
Também dei um toque aos meus amigos da Patocycles, uma loja de bicicletas altamente recomendável aqui no Porto, e eles patrocinaram-me com alguns autocolantes e o empréstimo de um GPS. É um Geko 201, um modelo básico e ultra-compacto, mas que faz praticamente tudo o que fazem os grandes. A grande diferença é a ausência de mapas de estradas.
Comprei uma capa de telemóvel do estilo antigo por um par de
euros, e roubei um cordão elástico com fecho a um casaco velho. Voilá! Suporte de GPS instantâneo! Configurei um dos écrans para apresentar velocidade, velocidade média, odómetro e cronómetro. Tenho assim toda a infomação essencial para uma prova de regularidade. Também tenho mais um ou dois truques de navegação e backup debaixo da manga, no entanto. Vai ser um fim de semana para recordar!(amanhã é dia de AutoClássico na Exponor)
2.10.07
Primeiras chuvas
Tenham cuidado, crianças, que o piso está escorregadio p'ra burro. Quando começarem a rolar não se esqueçam de fazer uma travagem de teste para ficarem com uma ideia do coeficiente de fricção (ou da falta dele). Conduzam com cuidado.
Brinquedo novo
A PX foi a cobaia, e o resultado foi 125 psi a quente. Para um motor de origem saudável, a compressão deverá ser da ordem dos 120-130 psi. O meu pistão com 60.000 kms em cima alimentado a óleo do Continente surpreendeu-me! Há já algum tempo que noto uma falta de frescura e de vitalidade na auto-estrada que começam a irritar-me. Afinal não deve ser do grupo térmico (alerta de expressão técnico-arrogante!), talvez seja do escape... 60.000 kms de carvão de óleo do Continente... Hhhmmmm... [pensativo]
Qualquer valor abaixo dos 100 psi é preocupante. Abaixo dos 80 psi e morremos nas subidas. Abaixo dos 60 psi a mota provavelmente nem pegará. Agora tenho que aplicar este teste a toda a minha frota. O problema é que costuma ser realizado com o motor quente e a maior parte dos meus trambolhos nem sequer funciona. Hhhmmm... [extremamente pensativo]. Terei que tirar as minhas conclusões à temperatura ambiente.
1.10.07
Códigos MaxMeyer desvendados - update
Há algum tempo atrás tive o prazer de relatar a quebra dos códigos MaxMeyer, e de partilhar a tradução desses códigos de cores originais para códigos PPG mais recentes. Entretanto, foram descobertos mais alguns pormenores que, mesmo não tendo relevância na escolha duma cor, publico aqui em nome da meticulosidade.O grupo de três algarismos que se pensou ser um código de lote ou de produção (já que era idêntico para todos os modelos num dado período de tempo), refere-se afinal ao fabricante da tinta. 268 significa Maxi-car e 298 significa Bi-lux.
No grupo de quatro algarismos que referenciava a cor propriamente dita, a função do primeiro era desconhecida. Sabe-se agora que esse primeiro algarismo indicava os sub-grupos de cor da Piaggio: 0-metalizados, 1-brancos, 2-verdes, 3-beges/ castanhos, 4-não usado, 5-vermelhos, 6-verdes, 7-azuis, 8-cinzentos, e 9-pretos.
Pintem com confiança e alegria, meus filhos.
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