Algumas fotos variadas... Uma Rally restaurada com um interruptor de travão por cima do motor (para avisar que o balon caiu na auto-estrada!!??), uma cruzeta desfeita (aauuuuu!), e um restauro asiático daqueles em que se dão ao trabalho de soldar 3 bocados de quadro para fazer um e cobrir tudo com massa e betume, mas não encurtar o descanso para roda 10 porque é complicado. E já que a malta também curte os clássicos de 4 rodas, apanhei esta 4-éle "papa-móvel" pintada de fresco num delicioso verde-bronze, como os primeiros Séries. Yum-yum! Para finalizar, mais uma sucatice da minha VBB, uns encostos dos calços de travão "engrossados". Quando os calços se gastam, uma visita ao Ti Manel das Favas que tem um maçarico é muito mais simples que comprar uns calços novos. Engenharia Mecânica Agrícola Aplicada nacional no seu melhor.
11.4.07
10.4.07
A minha Rally verde-escarro
7.4.07
Saturday Scootering III
Nove scooters diferentes responderam a mais um apelo da "cafezada" e reuniram-se no sítio do costume, passando rapidamente a cumprir a ordem de trabalhos que anunciava, muito explicitamente, batimento sério de papo seguido de rolamento até perto de Espinho, abancamento em esplanada, e re-rolamento para o Porto ou demais domicílios familiares. Adorei o convívio e fico ansioso à espera das próximas edições, quiçá ainda mais frequentadas e com mais caras novas. Ao fim do dia, a chegar a casa (é verdade, foi das 14.30 até à janta), apanhei um pôr-do-Sol à maneira e bati umas chapas daquelas artísticas. VBB rules!
4.4.07
Alguma movimentação, uma confissão
E enquanto estava no PC a escrever isto tudo, a minha mãe oferece-me um clip para papelada com uma ET muito nice, marca Funky Land made in China. Vou fazer
1.4.07
Vespamobilia
Pessoas mais inteligentes que eu poderão descobrir as razões e, espero, corrigi-las para que este evento volte a ter o volume e a animação a que me habituou. É verdadeiramente um evento único e necessário no panorama Vespista. Fico ansiosamente à espera da próxima edição.
Nesta edição pus as mãos numa cambota nova para a Sprint e num pistão novo para a Rally 180 que, dependendo dum transplante de pistão bem-sucedido, apresentarei na próxima actualização hortícula. Ao fim do dia ainda houve tempo para uma visita-relâmpago ao Bunker pelo Maia, Jony e Tiago Malossi, onde tiveram um contacto inicial com os prazeres infinitos da Master Blasterização.
29.3.07
Até me borrei todo
Hoje é Quinta-feira. Na Terça, estava eu parado no cruzamento entre a Rua Monte dos Burgos e aquela radial que vai dar ao Marquês. Era o primeiro da fila, e estava vermelho. Há um prédio na esquina que nos impede de ver a rua que vamos atravessar até estarmos dentro do cruzamento. O semáforo é longo e, passado algum tempo, engatei a primeira e fiquei à espera do verde. Um tipo numa acelera chegou e pôs-se à minha esquerda. O semáforo ficou verde e arranquei imediatamente, em frente. Entrei no cruzamento e vi pelo canto do olho um carro escuro aproximar-se directo a mim, pela direita. Antes sequer de ter tido tempo de ter medo, ele passou por trás de mim, sem bater na minha PX e na acelera por muito pouco.Ouvi um apitar furioso dos outros carros e olhei para trás, a tempo de ver o carro escuro quase parado, talvez a tentar perceber o que se tinha passado. O tipo da acelera, esse, não tinha dúvidas: "aquele cabrão agora matava-nos aos dois!".
No dia seguinte voltei ao cruzamento para ver qual a tonalidade de laranja do semáforo que foi queimado pelo carro preto. Passam-se 7 a 8 segundos entre o instante em que o semáforo queimado fica vermelho e o instante em que o trânsito do meu sentido entra no cruzamento. Ou seja, o gajo não queimou o vermelho. 7 segundos é tempo demais. Ele ia era distraído ou algo do género e passou criminosamente pelo vermelho, conseguindo por milagre achar um espaço livre entre as duas scooters no início da fila, e os carros logo atrás. Até me borrei todo.
Hoje, Quinta-feira, passei novamente no cruzamento. Um carro batido e outro deitado de lado acompanhados por polícia e um reboque grande testemunhavam um acidente de grande violência. Fiquei assustado a pensar no que poderia ter acontecido na Terça-feira, mas não tão assustado como no próprio dia. Nem chegou lá perto. Carpe Diem.
24.3.07
6+2 Horas de Resistência Vespa
Nunca tendo assistido a uma prova de Resistência Vespa anteriormente, é com excitação e ansiedade que me levanto da cama e inicio o já familiar trajecto Porto-Leiria. É sempre a mesma coisa, 200 kms, 3 horas, um depósitozito. Ou será que não?
Ali ao pé de Cacia, quando a EN109 desemboca no IP5, as torres da linha de alta-tensão têm cada uma um ninho de cegonhas no topo. Pois as bichas andam todas atarefadas nas limpezas da Primavera e uma delas passa majestosamente à minha frente, carregando uma mão cheia de erva no bico. Um bico cheio de erva, portanto. Mais à frente, é um falcão que se cruza comigo, levando um ratito morto para servir de refeição. Ainda mais à frente, cruzo-me com outro animal típico do parque vespista nacional, infelizmente cada vez menos observável no seu habitat natural: a Vespa Coçada De Agricultor Idoso Com Atrelado E Pára-Brisas (nome científico Scooterium Ruralis Lusitaniae). Podem ver outro espécime aqui.
Chego a Leiria e tento ligar ao LTB para irmos todos para a almoçarada. Uma voz feminina repete mecanicamente que o utilizador não está disponível, eufemismo para inexistência de rede. Enquanto fumo uns cigarritos em compasso de espera, reflicto sobre o convite irrecusável que o LL me fez há 40 horas atrás e que fui obrigado a recusar, com imensa pena, devido a problemas incontornáveis de logística: um lugar numa equipa completamente chave-na-mão. A única coisa que eu tinha que fazer era aparecer e pilotar a Sprint 166 preto-fosco. Atiro a beata ao chão com violência. "Raios!... Bem, para o ano há mais...".
Comunicação conseguida com o LTB, sou redireccionado directamente para o kartódromo onde a prova já decorre com máxima intensidade e onde o catering Maia acalma o meu estômago esfomeado. Logo à chegada, o CDI da minha PX é usado para diagnosticar a Vespa da equipa do Jony, que estava comatosa. Não era do CDI, provavelmente seria do prato que no entanto já tinha sido substituído e, mesmo assim, não funcionava. Mais tarde, a Vespa conseguiu regressar à pista, se bem que com performances modestas.
Toca a subir e descer as boxes a cumprimentar a malta. Ena, tantos Bitubos. As paragens nas boxes para troca de piloto ou reparações mecânicas imprevistas de maior ou menor dificuldade sucedem-se com refrescante regularidade, o que combinado com a acção na pista fornece motivos de constante interesse e emoção a todos os espectadores. Siga a tirar fotos, é o que eu faço, raio de máquina estás mesmo a dar as últimas.
A pista parece divertida de fazer numa Vespa normal, quanto mais num dos maquinões super-preparados com elevado potencial de encorrilhamento de asfalto que por lá andam. Rapidamente ganho o hábito de tapar os ouvidos sempre que vejo a 50s cinzenta, aquilo parece o Concorde a passar na recta e não me refiro ao aspecto nem à velocidade. Também ganho o hábito de olhar com atenção antes de me mexer pelas boxes, os pilotos estão sempre a passar e não creio que haja limite de velocidade. Alguns espectadores não concordam comigo e deambulam distraídos indiferentes ao perigo. Talvez seja esta a única falha grande da organização.
Olho com atenção para as várias Vespas e divirto-me a observar os pormenores e as várias filosofias de preparação, e estilos de condução. Olho com redobrada atenção sempre que passa a Sprint preto-fosco do Lazy Team, com uma elegância insuperada por qualquer outra. Até o barulho do escape era contidamente poderoso, sem necessitar de berrar aos 4 ventos para anunciar com firmeza e confiança a sua passagem. Não posso evitar, sou um gajo de Sprints.
O dia progride impulsionado à força de rotações dos pequenos motores italianos e até o Sol é obrigado a baixar e a desaparecer. Com as luzes do kartódromo ligadas, já se começa a olhar para o relógio e para o écran das classificações com maior frequência e preocupação. Jogam-se os últimos cartuchos, dá-se tudo por tudo. É agora ou nunca, só temos que temer o próprio medo. 10 minutos antes do fim, o Faveca sai bastante largo na entrada da recta. Já outros tinham feito o mesmo com efeitos interessantes nos espectadores, mas conseguiram recuperar logo e voltar ao preto. O Faveca vai lançado pela berma com a traseira a rabiar e creio que roçou em todas as pilhas de pneus ao longo de 20 metros, flirtando descaradamente com o desastre. Aos pinchos, recupera habilmente o controlo e segue como se não se tivesse passado nada. Mãezinha. Foi o meu momento do dia.
Acabam as 8 horas, ganha um dos foguetes de Cabeço Verde, siga a arrumar. As massas de ferramentas, peças, capacetes e fornecimentos variados que se encontravam espalhadas descuidadamente no chão desde manhã desaparecem num piscar de olhos, sugadas por uma procissão de carrinhas que se dirige qual seta certeira para o jantar em Leiria. Vazio e silencioso, o kartódromo parece ainda ressoar com o barulho dos escapes sobre-aquecidos, debaixo de um fino véu de fumo azulado que se dissipa lentamente sob a luz amarela dos holofotes. Apenas algumas anilhas, bocados de cabos e uma ou outra mancha de óleo provam a existência da corrida. Já acabou.
Morfagem industrial, noitada no bar sob o alto patrocínio sonoro do Professor X, abancamento cortesia de Kat e LTB, decisão do núcleo old-school de promover o Tunes de newbie a membro do núcleo old-school (passando o Jony a ser a nova bitch), alvorada tardia conjugada com mudança da hora proporcionando almoço às 4 da tarde, expedição de recolha de peças com o Bibi, mini-passeio com o Marrazes e o Renato, siga para o Porto antes que fique muito escuro. Minhas fotos aqui. "Só pode ter sido do óleo, trocámos tudo do retentor para fora!"
(um agradecimento especial à Kait e ao Little Poser Boy pelo empréstimo do sofá e pela hospitalidade, e ao LL pelo convite extremo)
Chego a Leiria e tento ligar ao LTB para irmos todos para a almoçarada. Uma voz feminina repete mecanicamente que o utilizador não está disponível, eufemismo para inexistência de rede. Enquanto fumo uns cigarritos em compasso de espera, reflicto sobre o convite irrecusável que o LL me fez há 40 horas atrás e que fui obrigado a recusar, com imensa pena, devido a problemas incontornáveis de logística: um lugar numa equipa completamente chave-na-mão. A única coisa que eu tinha que fazer era aparecer e pilotar a Sprint 166 preto-fosco. Atiro a beata ao chão com violência. "Raios!... Bem, para o ano há mais...".
Comunicação conseguida com o LTB, sou redireccionado directamente para o kartódromo onde a prova já decorre com máxima intensidade e onde o catering Maia acalma o meu estômago esfomeado. Logo à chegada, o CDI da minha PX é usado para diagnosticar a Vespa da equipa do Jony, que estava comatosa. Não era do CDI, provavelmente seria do prato que no entanto já tinha sido substituído e, mesmo assim, não funcionava. Mais tarde, a Vespa conseguiu regressar à pista, se bem que com performances modestas.
Toca a subir e descer as boxes a cumprimentar a malta. Ena, tantos Bitubos. As paragens nas boxes para troca de piloto ou reparações mecânicas imprevistas de maior ou menor dificuldade sucedem-se com refrescante regularidade, o que combinado com a acção na pista fornece motivos de constante interesse e emoção a todos os espectadores. Siga a tirar fotos, é o que eu faço, raio de máquina estás mesmo a dar as últimas.
A pista parece divertida de fazer numa Vespa normal, quanto mais num dos maquinões super-preparados com elevado potencial de encorrilhamento de asfalto que por lá andam. Rapidamente ganho o hábito de tapar os ouvidos sempre que vejo a 50s cinzenta, aquilo parece o Concorde a passar na recta e não me refiro ao aspecto nem à velocidade. Também ganho o hábito de olhar com atenção antes de me mexer pelas boxes, os pilotos estão sempre a passar e não creio que haja limite de velocidade. Alguns espectadores não concordam comigo e deambulam distraídos indiferentes ao perigo. Talvez seja esta a única falha grande da organização.
O dia progride impulsionado à força de rotações dos pequenos motores italianos e até o Sol é obrigado a baixar e a desaparecer. Com as luzes do kartódromo ligadas, já se começa a olhar para o relógio e para o écran das classificações com maior frequência e preocupação. Jogam-se os últimos cartuchos, dá-se tudo por tudo. É agora ou nunca, só temos que temer o próprio medo. 10 minutos antes do fim, o Faveca sai bastante largo na entrada da recta. Já outros tinham feito o mesmo com efeitos interessantes nos espectadores, mas conseguiram recuperar logo e voltar ao preto. O Faveca vai lançado pela berma com a traseira a rabiar e creio que roçou em todas as pilhas de pneus ao longo de 20 metros, flirtando descaradamente com o desastre. Aos pinchos, recupera habilmente o controlo e segue como se não se tivesse passado nada. Mãezinha. Foi o meu momento do dia.
Acabam as 8 horas, ganha um dos foguetes de Cabeço Verde, siga a arrumar. As massas de ferramentas, peças, capacetes e fornecimentos variados que se encontravam espalhadas descuidadamente no chão desde manhã desaparecem num piscar de olhos, sugadas por uma procissão de carrinhas que se dirige qual seta certeira para o jantar em Leiria. Vazio e silencioso, o kartódromo parece ainda ressoar com o barulho dos escapes sobre-aquecidos, debaixo de um fino véu de fumo azulado que se dissipa lentamente sob a luz amarela dos holofotes. Apenas algumas anilhas, bocados de cabos e uma ou outra mancha de óleo provam a existência da corrida. Já acabou.
Morfagem industrial, noitada no bar sob o alto patrocínio sonoro do Professor X, abancamento cortesia de Kat e LTB, decisão do núcleo old-school de promover o Tunes de newbie a membro do núcleo old-school (passando o Jony a ser a nova bitch), alvorada tardia conjugada com mudança da hora proporcionando almoço às 4 da tarde, expedição de recolha de peças com o Bibi, mini-passeio com o Marrazes e o Renato, siga para o Porto antes que fique muito escuro. Minhas fotos aqui. "Só pode ter sido do óleo, trocámos tudo do retentor para fora!"
(um agradecimento especial à Kait e ao Little Poser Boy pelo empréstimo do sofá e pela hospitalidade, e ao LL pelo convite extremo)
10.3.07
Saturday Scootering II + VBBob
Repetiu-se o encontro informal de scooteristas do Norte aqui no Porto. De novo, o pessoal reuniu-se Sábado às 14.30 na rotunda da anémona, ao pé do edifício transparente. De novo esteve bom tempo e todos se divertiram. O número de participantes diminuiu mas, sendo apenas a segunda edição da "cafezada", 'tá-se bem. A malta há-de ganhar o hábito. Vai haver outro dia 7, apareçam.
Não tirei muitas fotos (apenas a esta ponteira de escape peculiar) e já não me lembro bem de quem foi, mas sei que foi a estreia pública da minha VBB. Depois de longos anos em armazenagem à espera do desencravamento dos documentos, a coisa lá se resolveu e mais um par de pneus roda 8 acariciam o asfalto nacional (e o paralelo, e a terra, e a bosta de cão, e os trilhos dos eléctricos, e o raio do buraco que já lá está há 3 anos, ande soi óne, ande soi óne.
Fotos do estado inicial em baixo. Reparem nas buzinas de ar (duas!!) atrás do avental, no retrovisor rectangular XL, e na abraçadeira disforme que agarra na base do guiador. O escape montado apresentava um design artesanal de secção oval, e foi habilmente construído em aço inox. O fusível foi soldado para aumentar a sua durabilidade (ainda bem, não sei porque não os fazem mais resistentes [irónico]). As letras LT da matrícula são feitas em madeira!! Estão tão perfeitas que só me apercebi disso recentemente, e porque a tinta está a estalar. Letras em madeira, uau...

Fotos do estado inicial em baixo. Reparem nas buzinas de ar (duas!!) atrás do avental, no retrovisor rectangular XL, e na abraçadeira disforme que agarra na base do guiador. O escape montado apresentava um design artesanal de secção oval, e foi habilmente construído em aço inox. O fusível foi soldado para aumentar a sua durabilidade (ainda bem, não sei porque não os fazem mais resistentes [irónico]). As letras LT da matrícula são feitas em madeira!! Estão tão perfeitas que só me apercebi disso recentemente, e porque a tinta está a estalar. Letras em madeira, uau...
Não vos mostro uma foto da face inferior do estrado porque está bastante podre, ainda ficavam com pesadelos. Também há corrosão grave nas laterais do túnel, no sítio do pousa-pés. A minha Rally também trazia pousa-pés e também está muito maltratada exactamente no mesmo sítio, entre o pousa-pés e o túnel. Será que há relação causa-efeito entre os dois?
Já com os documentos em ordem, seguiu-se uma limpeza completa e verificação mecânica. Pneus novos, cabos novos, óleo novo, verificar travões e luzes, o básico. A pintura foi polida e ficou com um tom e uma patine adoráveis, se bem que a cor já não seja a original. Tirei o suporte de pneu suplente que "corta" muito as belas linhas da traseira da VBB e fabriquei um estilo GS, entre as pernas. Saiu bastante bem, estou contente- "já são muitos anos a virar frangos!". Não sou grande apreciador de palas nas Vespas, mas decidi deixar ficar os dois exemplares que dizem "Vespa" na minha VBB. Dão-lhe uma certa elegância e são testemunho do seu passado em ambientes rurais.
Outro pormenor absolutamente delicioso são as riscas "à la electronique" nos balons, estando o lado esquerdo ornamentado com os dizeres VESPA numa fonte bastante moderna para a época. Mais 5 kmh de velocidade de ponta. Apesar da sua extrema maturidade mecânica, este exemplar de um dos mais perfeitos modelos da nossa marca italiana preferida pega e acelera com uma vontade e gosto surpreendentes para a sua idade. Adoro a minha bêbêbê.
1.3.07
Fotos várias
Aqui vos apresento algumas imagens giras que vão aparecendo no decurso das inevitáveis deambulações ciberespaciais: um farolim de Vespa em formato de caveira de macaco (a boca será a luz de presença e os olhos a luz de stop?), um frame dos Simpsons com o Krusty a mostrar o seu álbum Krustophenia (os Simpsons rulam), e uma Vespa loooonga e baixa. Que raio de tamanho será aquela roda dianteira?

26.2.07
Update Sprint
No dia 12, regressei à tarefa interrompida, o esgravatamento exaustivo dos carters, a fim de retirar a crosta de terra. Mas quem é que abre um motor sujo, senhores!!?? No dia 12A, dei um pulinho ao Bunker só para pegar num prato de bobines de Sprint em bom estado para o enviar para a Capital, a fim de ser rebobinado para 12 volts pelo Nico (?) do VCL, vamos a ver o que sai daí.
No dia 13, sujeitei os meus carters e demais peças de alumínio às micro-esferas de vidro, com os resultados já divulgados. A caixa do carburador estava muito "comida" pela oxidação, por isso troquei-a por outra igual saída do bendito armário de peças. Até tem as mesmas marcações do escudo rectangular da Piaggio e um algarismo 3.
Com os carters limpos, já pude dar uma boa olhadela à procura de stresses. Pode-se ver, por exemplo, uma série de "amassadelas" espaçadas regularmente ao longo da aresta de uma das superfícies
No dia 14 construí metade de um suporte de motor, como já noticiei. Estou à espera da feira de Espinho no primeiro fim de semana do mês para comprar uma broca de 11mm e acabar aquilo (aparecem lá vários velhotes a vender todos os tipos de ferramentas). Entretanto, a Sprint está parada no chapeiro à espera de um chão novo que nunca mais chega. E é isso. A quilometragem total anunciada no dia 8 estava errada. Os 70kms eram apenas das viagens à Anticor e ao chapeiro. A esses deveriam adicionar-se 176kms de idas ao Bunker. Os totais actuais são de 344kms e de 57h15m.
24.2.07
DupLa DL
-Escusam de correr agora, pobres almas, pois é impossível fugir ao Dilúvio dos Preços Absurdos. Pois vocês trouxeram a desgraça às vossas próprias portas, correndo as terras de Norte a Sul com uma carrinha e um monte de dinheiro vivo, pagando preços elevados a velhotes e garageiros sem regatear, na vossa ânsia de propriedade clássica. Em boa hora fui incumbido por visão celestial de construir esta magnífica Horta em madeira, e de carregar nas suas imensas garagens duas scooters de cada modelo, e navegar pelos mares tumultuosos até às águas descerem e o Sol dos Preços Justos banhar de novo a terra com a sua luz e calor. Que o vosso garageiro tenha piedade das vossas carteiras quando vos apresentar a conta do suposto 'restauro'."
Isto é só para mostrar esta foto fixe de duas DL150 iguaizinhas que repousam na minha garagem de momento. Uma é minha, outra é a do Maia que está em trânsito para o Museu do Automóvel Clássico de Montachique. Achei que era bonito celebrar o momento e prontos, tinha que inventar uma historieta qualquer, duas de cada modelo, arca de Noé, enfim...
Saturday Scootering
Conforme combinado via fórum cibernético, alguns scooteristas do Norte juntaram-se no Porto para bater um papo, fazer alguns quilómetros e bater mais um bocado de papo. Às 14 horas na rotunda da anémona, logo por cima do Edifíco Transparente, começou a juntar-se um grupinho deveras aceitável: Eu, Mexe, Renato (via Aveiro), Luís (enlatado), Chef, primo do Chef, Vespão e sua Maria, Agostinho, Paulo e creio que outro colega. Isso em termos mecânicos significava uma T5, duas PX, uma Rally 180, três PK e uma LX.

Saímos em marcha lenta ao longo do mar até à ponte D. Luís, onde se apontou para o cais de Gaia e uma esplanada maneirinha. E lá se ficou a conversar. Houve um voto unânime pela repetição e fica desde já marcado novo encontro para o último Sábado do próximo mês, às 14 horas na rotunda da anémona (é isso que lhe chamo, pelo menos). A ver se desenvolvemos um bocado a cena social e o convívio. Ah, e não choveu nem nada!
Saímos em marcha lenta ao longo do mar até à ponte D. Luís, onde se apontou para o cais de Gaia e uma esplanada maneirinha. E lá se ficou a conversar. Houve um voto unânime pela repetição e fica desde já marcado novo encontro para o último Sábado do próximo mês, às 14 horas na rotunda da anémona (é isso que lhe chamo, pelo menos). A ver se desenvolvemos um bocado a cena social e o convívio. Ah, e não choveu nem nada!
20.2.07
Sucatice
12.2.07
Meet the Bunkers
Dei um saltinho ao Bunker para ir buscar umas peças e o chão tinha duas ou três poças de água, e algumas folhas de árvore e lixo. Ou seja, inundou de novo. Não vou poder montar a Sprint lá, vai ter que ser em casa.
Mas o que é o Bunker, perguntam vocês? É a cave do meu tio, respondo eu. É grande, é grátis e é limpa se eu a limpar. Posso fazer o barulho que me apetecer e todo o lixo que conseguir. Grande número de estantes do chão ao tecto estão incluídas. Não é fria no Inverno nem é quente no Verão. Tem electricidade e um lavatório, e dista uns meros 5 kms de chez Bob. Soa bem, não soa? Mas é uma cave, e para lá se chegar é preciso descer uns 15 ou 20 degraus por uma passagem apenas ligeiramente mais larga que uma Vespa. Basicamente, parece um bunker. Ah, e é um pouco húmida. Funciona bem como serralharia e armazém, mas não me estou a ver a guardar lá algo remotamente restaurado. São os únicos (grandes) defeitos.
Mas o que é o Bunker, perguntam vocês? É a cave do meu tio, respondo eu. É grande, é grátis e é limpa se eu a limpar. Posso fazer o barulho que me apetecer e todo o lixo que conseguir. Grande número de estantes do chão ao tecto estão incluídas. Não é fria no Inverno nem é quente no Verão. Tem electricidade e um lavatório, e dista uns meros 5 kms de chez Bob. Soa bem, não soa? Mas é uma cave, e para lá se chegar é preciso descer uns 15 ou 20 degraus por uma passagem apenas ligeiramente mais larga que uma Vespa. Basicamente, parece um bunker. Ah, e é um pouco húmida. Funciona bem como serralharia e armazém, mas não me estou a ver a guardar lá algo remotamente restaurado. São os únicos (grandes) defeitos.
Antes de se tornar o pólo atarefado de actividade e pesquisa scooterista que é hoje, era apenas uma cave suja e atascada de lixo, dominada pelas aranhas e outros insectos desconhecidos da ciência moderna, onde eu descarregava toda a tralha que conseguia acumular. Depois de algumas negociações, incumbi-me de intervenção incisiva no espaço. Passei lá muitas tardes a carregar com sacos de lixo, a varrer terra deixada por inúmeras épocas de inundações, e a mudar estantes do sítio. Pontos de bónus pela abundância de madeira reciclável, não gastei um cêntimo em madeira a construir bancadas, estantes ou cabinas de decapagem.

É um trabalho em progresso, mas já é habitável (excepto 2 ou 3 dias por ano no Inverno, quando inunda), e está tudo razoavelmente bem organizado. É claro que continuo a não achar aquilo que preciso e a descobrir o que não sabia que tinha, mas isso acontece-nos a todos, certo? Podem ficar com uma ideia graças a este panorama a 360 graus muito mal feitinho: (deixem estar o rato em cima da imagem que abrir, até aparecer um ícone no canto inferior direito, cliquem-lhe e a imagem passará para o tamanho original- mas vocês já sabem isso...)
É um trabalho em progresso, mas já é habitável (excepto 2 ou 3 dias por ano no Inverno, quando inunda), e está tudo razoavelmente bem organizado. É claro que continuo a não achar aquilo que preciso e a descobrir o que não sabia que tinha, mas isso acontece-nos a todos, certo? Podem ficar com uma ideia graças a este panorama a 360 graus muito mal feitinho: (deixem estar o rato em cima da imagem que abrir, até aparecer um ícone no canto inferior direito, cliquem-lhe e a imagem passará para o tamanho original- mas vocês já sabem isso...)
10.2.07
A magia do arco eléctrico
Era fixe que funcionasse... Os tubos parecem um pouco anémicos... Enfim, pelo menos treino um pouco, algo que qualquer observador dos meus cordões de soldadura concordará ser extremamente necessário!
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