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27.9.16

O 10º Camping

Foi com mágoa e tristeza que faltei aos últimos Campings mas neste ano tudo se conjugou. Tinha meio fim-de-semana livre e estava mesmo a apetecer-me dar uma volta - a PX tem feito poucos quilómetros e raramente sai da zona do Grande Porto.

Em vez do habitual trajecto directo, decidi ir com calma a apreciar as estradinhas e o Sol, e a extrair a máxima diversão possível da viagem. Consequentemente fui junto com os enlatados até Espinho mas logo aí cortei para o mar e meti-me pelas estradas mais recônditas e invulgares que consegui encontrar.
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Acabei por ir dar a São Jacinto, onde apanhei o ferry para a Barra #multimodal. Junto à Ria há alguns caminhos de terra com piada e, quando apareceu uma tabuleta a indicar a presença de um caminho pedestre ao longo das dunas, pensei que tal poderia aumentar o nível de piada para níveis blogáveis. Assim foi.

O tal caminho aparentava ter reduzidos níveis de tráfego, mas era transitável. Algumas porções eram só areia. o que exigia a primeira mudança e auxílio vigoroso com os pés. Após 15 minutos de progresso lento mas regular, a vegetação começou a fechar e o caminho tornou-se um pouco mais vago. Mas ainda dava para passar.

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Até deixar de dar. Felizmente não tive que fazer tudo para trás pois achei um terreno baldio enfiado entre quintais de casas que levava à estrada. Continuemos para Sul.

Se alguma vez estiverem no meio dos pinhais na zona da Mira/Tocha, há lá umas longas rectas completamente desertas que têm piada. No entanto, se à entrada das ditas estradas estiver uma placa a anunciar piso degradado, fiquem informados que o piso está realmente degradado. Mesmo. Estilo estrada de montanha marroquina. Além disso, os buracos estão todos nos sítios onde as árvores fazem sombra, tornando-os invisíveis se estiverem a usar óculos de Sol. Eu avisei.

Antes da Figueira deparei-me com uma tabuleta para a serra, e achei que uma estradinha de serra seria o ideal para limpar os pneus, sujos da inesperada sessão endurista. Achei bem pois a paisagem serviu também para limpar os olhos e a disposição.

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Descida para a Figueira e um tirinho depois está-se no Tamanco, um pequeno e precioso oásis de tranquilidade no meio da surreal rotina diária.

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O camping do ScooterPT já foi, em tempos, um evento mítico na cena hardcore do scooterismo nacional. Actualmente é um acontecimento modesto e tranquilo mas que encaixou perfeitamente no buraquinho que eu tinha cá dentro. E houve piscina e francesinhas. Sucesso.
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Mais Camping na chafarica do Vasco.
    

16.11.15

Youtube Monday

Se por acaso tiveram um acidente de patinagem no gelo e estiveram em coma nas últimas semanas, então ainda não viram os vídeos do Scooter Trophy que espalhou o cheirinho de óleo 2T queimado por Marrocos. Eu gostei deste, o núemro 4.


     

12.11.12

Posta Sem Conteúdo Original (P.S.C.O.)

Aviso: Posta Sem Conteúdo Original (P.S.C.O.)



Com que então fizeste 50 quilómetros de Vespa ao Domingo para ires almoçar leitão? Uau, és mesmo hardcore...



    

30.6.11

As mais recentes tendências dos fabricantes scooteristas

O mês de Junho foi fraco em novas tendências scooteristas: nada de faróis suplementares nas tampas das válvulas ou porta-couves cromados instalados nos retrovisores. Julho, no entanto, afigura-se pródigo em novas tendências de fabricantes scooteristas.

A LML acabou de lançar uma versão da sua popular Select II (baseada na chaparia da T5) mas com um motor 150 a 4 tempos. "Bidanaice", era só desmontar os piscas esquisitos à frente, tapar os furos e pintar de vermelho. Quem quer mandar vir um contentor a meias?

 Foto de uma Select II "normal" a 2 tempos - autor desconhecido

E parece que também faz TT.



"Night Vision" é o F.M.N.P.C.D.L.E. Indiano, aparentemente.

A Itália e a Índia são as duas super-potências scooteristas da actualidade e encontram-se em Guerra Fria global: a LML tem planos de "fabricar e exportar scooters automáticas leves (50cc e superiores) para a Europa até ao fim de Dezembro" (fonte). Até lá, enquanto os Indianos fabricam clones de Vespas com mudanças manuais para os Ocidentais, os Italianos contra-atacam fabricando Vespas automáticas verdadeiras para os Indianos. Eu acho que tudo isto é mais um sinal do Apocalipse e também acho que as aceleras LML vão ser parecidas com a Lambretta nacional.

Entretanto, em terras ainda mais Orientais, estão-se a meter scooters eléctricas em contentores destinados à Europa. Digam olá à Honda EV-neo:



Os fabricantes de carros são os novos fabricantes de scooters, já que a Peugeot também tem uma scooter com nome começado por "e". Disponível em Setembro de 2011, para roubar vendas à acelera LML que só chega em Dezembro.

Recapitulando:
  • as mais recentes tendências scooteristas são as mais recentes tendências dos fabricantes scooteristas
  • uma LML a quatro tempos é a nova T5
  • uma acelera LML será a nova acelera Taiwanesa
  • a Honda EV-neo é a nova Honda Vision
  • os fabricantes de carros são os novos fabricantes de scooters
  • as scooters eléctricas serão as novas scooters
  • e continuamos à espera que a LML 200 seja a nova PX 200.
Finalmente, comparando o vídeo da Honda com o vídeo oficial da "nova" PX, podemos estar certos de mais um aspecto do futuro: quer as scooters sejam eléctricas ou a gasolina, quer sejam automáticas ou com  mudanças de punho, existirá sempre uma morena sorridente de 23 anos de idade envolvida. Eu consigo viver com isso.

   

15.4.11

Vespas todo-o-terreno no 1º Transalgarve

Eu passo 20 horas por dia a deambular pelo corredor das frutas do supermercado internético scooterista, a apalpar e a cheirar todos os artigos para seleccionar os mais deliciosos espécimes para transformar em sumo polposo que coloco então na vossa boca sôfrega, uma colherzinha de cada vez.

Ora isto significa vídeos de picanços alemães, fotos antigas italianas, e a palermice americana ocasional. Mas e o material nacional? Ein? Onde está o doce néctar luso de scooterismo hardcore pré-clássico? Há pouco, mas há.

A Joana partilha connosco estas fotos excelentes do 1º Transalgarve, em 88 ou 89, que ilustram a participação da família Fragoso numa prova de todo-o-terreno para motas grandes, em cima de Vespas! "Dizem que foi a 1ª vez que houve um raid com uma prova nocturna. As vespas não ganharam mas chegaram ao fim, e houve um 'prémio' (tipo reconhecimento) por este feito." E que grande feito!, até mereceu notícia no jornal.

Vespas @ Transalgarve (88/89)
Fotos de Joana Vassallo Fragoso

Vespas @ Transalgarve (88/89)
João Paulo Fragoso, Pedro Pinto, Jorge Fragoso

Vespas @ Transalgarve (88/89)
Jorge Fragoso
    

30.3.11

Triciclo TT

Parece que escrever sem pontuação estilo Saramago ou será Lobo Antunes é o azul-cueca literário e vocês sabem o quanto eu gosto das tonalidades da moda por isso todas as postas futuras serão no estilo diarreia mental nem por isso 'tou na tanga vejam este kart TT parece ser divertido quem me dera ter uma quinta com uma garagem grande e que a minha máquina de soldar não tivesse dado o peido por acaso desenhei uma coisa muito parecida em CAD há alguns anos atrás (o Alibre Design é quase a mesma coisa que o Solidworks) mas a minha tinha suspensões dianteiras de Vespa e rodas 10 à frente na traseira é que não consegui arranjar uma solução elegante para a fixação superior do amortecedor tal como este colega que tem uns ferrolhos virados para cima é um ponto problemático também pensei em utilizar algo como a configuração utilizada no Projecto Hardcore mas isso interferiria com o assento pois é fácil cortar uns nacos de quadro à rebarbadora e dizer que é um projecto mas resolver problemas e criar peças é que é à homem  e  eu sou um homem porque não faço a barba há sete anos podia-se criar uma classe de três rodas no vibrante campeonato TT Vespa que há em Portugal ai espera aí já não há TT bolas mas porquê eu queria era aqueles caixotes azul-cueca para guardar a minha colecção de rebarbadoras.

P1120251
Foto de sipscootershop
   

1.2.11

Foto do dia

i o m scooter week 1969  ramsey hill climb  1
  
Para quando uma prova de navegação/ perícia/ regularidade à moda antiga como faziam os Ingleses nos anos 60?
     

7.1.11

Já que falei em Six Day Trial...

O Scottish Six Day Trial de 1959. Os homens eram homens e as scooters eram feitas de metal. Seis dias inteiros a pinchar em caminhos de cabras para descobrir quem fazia a máquina mais durável.

    

26.10.10

Offroaden im Deutschland

Os colegas da SIP foram fazer Vespa TT e, pelo vídeo e fotos, parece que se divertiram bastante. Porque é que nós também não vamos?...




Vídeo e fotos da SIP Scootershop

9.6.09

Vespa TT, onde está você?

Eu sei que as Resistências estão a ter um sucesso descomunal mas não consigo evitar ter saudades das velhas provas de Vespa TT... Os pára-quedistas todos não fazem a mínima ideia do que é que eu estou a falar, pois não? A malta juntava-se na pista da Maia ou em Felgueiras com umas PKs amassadas, cravavam-se algumas pessoas para contar voltas e acenar as bandeiras, e o Mauro corria de t-shirt. Ah, os bons velhos tempos...

Era mesmo supimpa se se organizasse uma provazita/convívio de Vespa TT para não deixar morrer a modalidade. Ou preferem a velocidade à lama? O rácio diversão/investimento é imbatível e de certeza que há muitas máquinas encostadas que só precisam de ar nos pneus e gota no depósito. É uma ideia, pensem nisso. Olha o slaid-xou catita para avivar a memória... [Edit: slideshows do Flickr estão mortos]



3.9.08

Superando obstáculos...

Depois de ter visto um urso a andar de bicicleta, pensei que já tinha visto tudo. Mas não.

Via VespaFriendsAlgarve, descobri este vídeo duns ménes a fazer Trial. A Vespinha parece um cabrito do monte! No fim aparece a informação que eles já são Campeões de Vespa Trial desde o século XVII. Tenho que googlar Vespa Trial... Espero que não pegue a moda cá em PT, acho que já cumprimos a nossa cota de Vespas rebarbadas. De qualquer maneira, isto mete o Papagaio a descer escadas no bolso...

3.3.08

Direitos básicos e inalienáveis do Scooterista Clássico

Todo o scooterista é livre de desmontar na posição, instante ou à velocidade que lhe apetecer, com o grau de controlo (ou falta do mesmo) posicional e dinâmico que lhe aprouver. É uma questão de expressão criativa e de liberdades básicas.

Além disso, uma queda pequena de vez em quando ajuda a gastar os pontos. Se um gajo deixar acumular muitos pontos, a coisa pode ficar feia. (eu não, eu não caio; isso é para entidades sem super-poderes...)


(pic by Bob, a long time ago)

14.1.08

Outra TT urbana

Bob phone home! Agora que a nave-mãe me devolveu a casa, posso continuar o meu trabalho em direcção ao domínio mundial armado com um PC e uma máquina fotográfica do início do século. E começo já com mais um capítulo do livro "Adolescentes com rebarbadoras" (outro aqui).


Por onde começar? Esta FL2 estava parada à frente de minha casa, a desafiar-me para eu a fotografar. Os cortes são bastante básicos (não confundir com discretos) mas o verdadeiro mérito está na escolha das cores e no banco modificado. Desconfio que a escolha das cores nunca existiu, e apenas foram usados restos de tinta que lá andavam na garagem, e que combinam bem se formos daltónicos à noite durante um eclipse total.

Mas a pintura é apenas superficial. O banco revela verdadeira capacidade de engenharia, habilidade manual, imaginação inovadora e um motor fraco que não aguenta com passageiros. Bastante descascada, esta FL2 apresenta um mini-farolim traseiro e guarda-lamas gueto. Estranhamente, os piscas dianteiros mantiveram-se apesar dos traseiros terem ido para um sítio melhor. No geral, esta máquina escapa muito à justa com uma avaliação positiva. Recomendo uns pneus de taco urgentemente para eliminar o factor poser.